Smart Health

Prof. Dr. Álvaro Sobrinho e Prof. Dr.Leandro Dias

Resumo:

Uma cidade pode ser considerada inteligente quando é composta por um conjunto de dispositivos embarcados (sensores e atuadores) controlados por um “cérebro” de uma cidade. Relaciona-se com os conceitos de Computação Pervasiva, Ubíqua e Internet das Coisas. Desde 2014, um paradigma de saúde sensível ao contexto foi incorporado ao conceito de cidades inteligentes, denominado Smart Health [1]. Nesta visão, a infraestrutura da cidade inteligente é reutilizada para fornecer mais efetivamente cuidados de saúde no dia a dia dos cidadãos. Entretanto, sistemas para o cuidado a saúde são geralmente críticos de segurança. Ou seja, sistemas, nos quais, falhas podem gerar situações indesejadas, e, consequentemente, resultar em riscos à integridade física de seres humanos. Neste caso, sistemas devem ser desenvolvidos de uma maneira que propriedades e segurança sejam contempladas (a ausência de riscos inaceitáveis) [2]. Neste contexto, serão conduzidos estudos para a definição de métodos e técnicas para auxiliar na especificação e desenvolvimento de sistemas. Além disso, estudos podem ser aprofundados para o desenvolvimento de ferramentas relacionadas ao diagnóstico médico, monitoramento e tratamento de pacientes para que sejam integradas no contexto das cidades inteligentes [3].

Referências bibliográficas:

[1]     SOLANAS, A., et al. Smart Health: A context-aware health paradigma within smart cities. IEEE Communications Magazine, 2014.

[2]     SOBRINHO A. A. C. C., DA SILVA, L. D., PERKUSICH, A. et al. Formal modeling of biomedical signal acquisition systems: source of evidence for certification. Software and Systems Modeling, 2019.

[3]    SOBRINHO A. A. C. C., DA SILVA, L. D., PERKUSICH, A. et al. Design and evaluation of a mobile application to assist the self-monitoring of the chronic kidney disease in developing countries. BMC Medical Informatics and Decision Making, 2018.