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26/04/2012 11h10 - Atualizado em 06/01/2015 10h09

A Experiência dos Estudantes de Israel.

Os alunos de Medicina selecionados pela IFMSA(International Federation of Medical Students' Associations) que é um encontro que acontece duas vezes por ano. É um evento onde ocorre diversos treinamentos e capacitações para que propaguemos nossa missão: ampliar os horizontes e conhecimentos dos estudantes de medicina, e realização de projetos e campanhas sociais promovendo saúde pública por todo o país. Foram selecionados a Marília Bulhões, estudante do 5º período, e Rodrigo Rebouços, estudante do 3º período, tiverem a experiência de passar o mês de fevereiro na capital econômica de Israel, Jerusalém.

O objetivo maior era a busca de novos conhecimentos na área. Segundo os alunos a tecnologia na saúde pública da capital, é bem diferenciada a nossa realidade. A estudante ficou na parte infectocontagiosa, e Rodrigo na parte da Antologia. Os departamentos  são separados de acordo com cada doença e por blocos. Outro fator que chamou a atenção segundo os estudantes foi o hospital, por não tem aquele clima parado, porém têm livrarias, lanchonetes dentro do próprio hospital é uma forma de distração para aqueles que convivem e principalmente para os visitantes.

E lembrando que na Capital de Israel, Jerusalém não existe hospital privado, o acesso é aberto para toda população. E não a diferença de atendimentos.

Outro ponto em destaque, que eles frisaram foi a questão da recepção no país, não foi a tão esperada, o quanto eles estão acostumados a fazer.  Segundo a estudante Marília Bulhoes: --- Quando os estudantes de fora vêm para  faculdade, damos todo apoio, acolhimento para que eles se sintam em casa, diferentemente do que  vivenciei em Jerusalém.

Os Estudandtes Marília e Rodrigo falaram  da dificuldade da língua. Os médicos falavam inglês, mas os pacientes tinham dificuldades, e assim ficando difícil a interação entre eles, no entanto o contato era pouco com os pacientes.

Enfim,  finalizaram que a experiência é maravilhosa, uma vivência diferente e que a prática, o acompanhamento que obtiveram ajudou muito na visão acadêmica.