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  <title>Noticias</title>
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  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/adufal-entrega-ao-reitor-notificacao-de-deflagracao-da-greve">
    <title>Adufal entrega ao reitor notificação de deflagração da greve</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/adufal-entrega-ao-reitor-notificacao-de-deflagracao-da-greve</link>
    <description>Movimento começa oficialmente nesta quinta-feira, com paralisação das atividades</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Simoneide Araújo - jornalista</i></p>
<p style="text-align: justify; ">A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) comunicou oficialmente ao reitor Eurico Lôbo a deflagração de greve da categoria a partir desta quinta-feira, 17. O vice-presidente da entidade, Márcio Gomes, entregou notificação sobre a decisão do movimento, tomada na última terça-feira.</p>
<p style="text-align: justify; ">O documento informa que a categoria deliberou, em assembleia geral, pela greve por tempo indeterminado e faz parte de movimento nacional puxado pela Associação Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes). O professor Márcio esclarece que a manutenção das atividades essenciais será negociada com o comando local e a Reitoria.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o reitor, o movimento é legítimo e faz parte de uma pauta nacional de reivindicações, desde 2010. “No entanto, o momento é delicado porque a greve interfere na dinâmica da universidade, mas vamos gerenciar da melhor maneira possível. Vamos aguardar o fim do movimento para reprogramar o calendário acadêmico, num esforço conjunto para não haver prejuízo no processo de formação dos nossos alunos”, reforçou.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>simoneide.araujo@gmail.com</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>estudante</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estudante</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-05-16T23:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/ufal-implanta-servico-de-informacao-ao-cidadao">
    <title>Ufal implanta Serviço de Informação ao Cidadão</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/ufal-implanta-servico-de-informacao-ao-cidadao</link>
    <description>Auditoria Geral atenderá solicitações da sociedade, disponibilizando informações institucionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="western"><i>Diana Monteiro – jornalista</i></p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Neste 16 de maio, entra em vigor a  Lei 12.527, que trata do acesso à informação. Para atender a norma, a  Universidade Federal de Alagoas criou o Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) que disponibiliza dados sobre contratos, licitações, convênios, execuções orçamentárias, entre outras. O serviço está disponível na sala da Auditoria Geral, no pavimento superior do prédio da Reitoria, no Campus A.C. Simões, em Maceió, com atendimento diário das 9h às 17h.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">De acordo com Thyago Sampaio, coordenador da comissão responsável para implementação das exigências da Lei de Acesso à Informação na Ufal, o SIC oferta ao cidadão duas opções de atendimento: via internet, por meio do site <a href="http://www.acessoainformacao.gov.br/sistema">www.acessoainformacao.gov.br/sistema,</a> ou pessoalmente, mediante preenchimento de formulário específico.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">A Ufal já disponibilizava dados on-line, mas agora implementa mudança para se adequar à nova lei: o primeiro passo foi a reformulação do Portal do Gestor, que passou a ser Portal da Transparência, onde ficam disponíveis informações de interesse do cidadão. “Caso a informação solicitada não seja disponibilizada imediatamente, o SIC será responsável por coletar os dados junto à unidade responsável e fornecer ao cidadão, num prazo máximo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10, mediante justificativa”, explicou Thyago Sampaio.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Também integram a comissão responsável pelo serviço na   Ufal  Joubert Lessa, da Pró-reitoria de Gestão Institucional (Proginst), e Rodrigo Paes, diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI).</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Para atender a comunidade da Ufal, o grupo elaborou cronograma de visitas em todas as unidades acadêmicas e setores administrativos, que funcionam em Maceió, para  informar o funcionamento do SIC e distribuir cartilhas sobre o serviço disponibilizado pela Controladoria Geral da União (AGU). Na próxima semana a equipe visitará os c<i>ampi</i> Arapiraca e do Sertão.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">O objetivo é atender de forma ágil e eficaz todas as solicitações dos cidadãos. "Por isso estamos buscando melhorias e fazendo adequações para tender à Lei de Acesso à Informação”, enfatizou Thyago Sampaio.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Para mais informações, entre em contato pelo telefone 3214 -1058.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Jhonathan Pino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/jornalista-pernambucana-lanca-colecao-em-maceio">
    <title>Jornalista pernambucana lança coleção em Maceió</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/jornalista-pernambucana-lanca-colecao-em-maceio</link>
    <description>Série “Conceitos sem Preconceitos” contém cinco livros e pretende informar com textos e ilustrações leves para todas as idades</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard" style="text-align: left; "><i>Deriky Pereira – estudante de Jornalismo</i></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">“Valorizar o que é nosso, sem deixar de ver que o que as outras regiões têm para mostrar”. Essa é a proposta da Editora Bagaço, da qual a escritora Jussara Rocha Kouryh faz parte. Ela, que também é jornalista por formação acadêmica, veio de Recife para Maceió, a fim de divulgar suas obras e o produto mais recente de sua coleção: a série <i>Conceitos sem Preconceitos</i>.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A jornalista esteve na Assessoria de Comunicação da Ufal na manhã da última terça-feira, 15, para falar sobre o lançamento dos cinco livros da série em Maceió, que será realizado no dia 31 de maio, a partir das 19h30, no auditório do Crea/AL, situado no bairro do Farol. Em Recife, o projeto foi lançado no fim do ano passado, e ela comentou que a aceitação foi muito boa dentre as secretarias de Saúde e de Educação.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">E a ideia, segundo ela, é levar os livros para as demais cidades do Nordeste. “Isso não significa se fechar, não é esquecer de ver que as outras regiões têm coisas boas ou bonitas, mas sim mostrar o que nós também temos, sem faltar com respeito com as demais”, reforça Jussara, ao comentar que as atenções sempre costumam se centrar no eixo Rio-São Paulo.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><strong><i>Conceitos sem Preconceitos</i></strong></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A série <i>Conceitos sem Preconceitos </i>engloba cinco livros com temas atuais e diferentes, abordados com palavras e ilustrações leves para os leitores. Uma das obras tem como tema “Internet e Redes Sociais” e Jussara aproveita para ressaltar a preocupação com esse “mundo novo que entra na casa das pessoas diariamente e que pode ser uma via de mão dupla”. Aids e HIV, B<i>ullying</i>, DSTs e Drogas compõem o restante da coleção.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Ao falar que a ideia de “pré-conceito” ainda é muito forte entre as pessoas, Jussara explicou também a origem do nome de sua coleção. “A gente fez essa coleção, <i>Conceitos sem Preconceitos</i>, para tratar de assuntos referentes ao hoje, porém de uma forma clara, transparente e bonita, sem ter aquela ideia de 'preconceito', partindo do principio que o 'pré-conceito' é uma coisa que vem antes do conhecimento, do falar sem conhecer, sem saber”, comentou.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Jussara aproveitou para frisar também que os textos produzidos por ela foram revisados por um profissional da área da psicanálise que trabalha no Ministério da Saúde. “E aí, nós temos os dois olhares: o de um médico, psicanalista, e o olhar de alguém que trabalha no Ministério, ou seja, um parecer técnico”, elogiou.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><strong>Vasta coleção</strong></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Ainda menina, Jussara começou a escrever suas percepções em forma de versos livres, soltos e sem preocupação. Mas, foi depois de escrever livros de poesia que se interessou pela carreira. E no percurso literário, firmou sua formação cidadã com vários trabalhos acadêmicos, populares e literários.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Dentre todas as suas publicações, a escritora orgulha-se ao lembrar que seu segundo livro foi publicado pela Editora Bagaço, que está na ativa há mais de 20 anos. Ela reforça ainda que ao abrir espaço para a cultura nordestina, a editora se compromete a usar “o resto da cana que ainda pode se aproveitar em papel e, nesse papel, registrar o nosso compromisso e a nossa história”.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Trabalhando com um sentido de informar a população com palavras leves, a editora também se compromete a mostrar aos leitores um texto popular, consolidando a cultura nordestina por meio da participação de autores regionais, do qual Jussara se orgulha em fazer parte.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Para obter mais informações sobre as obras da escritora, acesse o site <a href="http://www.jussarakouryh.com.br/">www.jussarakouryh.com.br</a> ou entre em contato pelo e-mail <a href="mailto:jussara@elogica.com.br">jussara@elogica.com.br</a>. Você também pode conferir o site da editora da qual ela faz parte pelo endereço <a href="http://www.bagaco.com.br/">www.bagaco.com.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/laboratorio-auxilia-empresas-na-avaliacao-de-materiais-de-construcao-civil">
    <title>Laboratório auxilia empresas na avaliação de materiais de construção</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/laboratorio-auxilia-empresas-na-avaliacao-de-materiais-de-construcao-civil</link>
    <description>O LEMA, no Centro de Tecnologia, presta consultoria e faz experimentos na área de concretos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Jhonathan Pino - jornalista</i></p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Cerca de duas mil espécimes de concretos foram analisados pelo Laboratório de Estruturas e Materiais (Lema) no ano passado. Elas foram enviadas por empreiteiras, construtoras e indústrias, que estavam preocupadas com o desempenho de seus produtos. O laboratório é centro de referência no controle tecnológico e experimentação de concretos convencionais e especiais e já há uma década vem trabalhando com o aproveitamento de resíduos para a produção de materiais de construção reciclados.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">A exemplo do <a href="../../../laboratorios/dna-forense">DNA Forense</a> e do <a href="../../../laboratorios/biogen-laboratorio-de-ambientes-climatizados" target="_top">Biogen (Laboratório de Ambientes Climatizados)</a>, ambos do Instituto de Ciências Biológicas e Saúde (ICBS), e do <a href="../../../laboratorios/laboratorio-de-controle-e-qualidade-de-alimentos">Laboratório de Controle e Qualidade de Alimentos</a>, da Faculdade de Nutrição (Fanut), o Lema vem integrando atividades de ensino e pesquisa, consolidando-se na área de extensão com a prestação de serviços à sociedade. Cada um atuando em sua área específica, os laboratórios são reconhecidos pela excelência.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><b>Aplicação de conhecimentos</b></p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">O Lema é um dos bons exemplos de que a pesquisa na Universidade pode entrar em consonância com as atividades do mercado. Em funcionamento desde 1975, o laboratório possui uma área de trabalho de aproximadamente 700 m<i><sup>2 </sup></i>dentro do Campus Maceió e vem conseguindo angariar fundos para compra de materiais utilizados tanto na produção de pesquisas de alunos do Centro de Tecnologia (Ctec), quanto na oferta de serviços para empresas da construção civil.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Uma de suas últimas aquisições, uma máquina universal de ensaios servocontrolada, é capaz de proporcionar dados para a caracterização mecânica de diversos materiais, tais como concreto, aço, plástico, madeira, fibras de vidro e carbono.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">"O laboratório possui infraestrutura e equipamentos para a realização de mais de noventa tipos de ensaios normalizados e análises em materiais, componentes e produtos de construção civil, tais como cimento, concreto, aço, agregados, argamassas, blocos e telhas cerâmicos, blocos de concreto e tijolos maciços. Além disso, serviços como dosagem experimental e controle tecnológico do concreto, controle da aceitação de elementos cerâmicos, controle tecnológico de compactação e esclerometria também são realizados", detalha Wayne Assis, coordenador do laboratório.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Boa parte dos serviços é buscada por empresas cujo objetivo é obter suporte e verificar as características dos materiais produzidos por elas. O laboratório recebe as amostras e nelas são feitas análises de acordo com as disposições normativas. Algumas destas empresas trazem espécimes de outros estados para serem analisados na Ufal. A partir dos ensaios feitos com as amostras, os engenheiros terão informações sobre a resistência e desempenho do produto utilizado em suas obras.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Para manter a qualidade, as máquinas são calibradas e passam por manutenção constantemente. "Estamos nos preparando para a acreditação pela NBR 17025, que certifica a qualidade dos laboratórios. Existem quatro pesquisadores e um técnico envolvidos nessa tarefa, analisando e aperfeiçoando os procedimentos internos e o controle da qualidade dos nossos serviços. Trata-se de uma busca pela melhoria contínua, com reflexos positivos para todas as atividades e usuários do laboratório", diz Wayne.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><b>Aproveitamento de resíduos</b></p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">O Lema também vem trabalhando com o estudo de concretos fabricados a partir de resíduos e outros materiais adequados para a construção, como fibras vegetais. Ainda em 2003, os pesquisadores construíram uma casa com o material experimental reciclado, utilizando resíduos de materiais de construção.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">"A pesquisa tem em vista o desenvolvimento de materiais de construção sustentáveis, utilizando o produto da moagem de materiais de construção normalmente considerados inservíveis. Quando utilizadas nesses materiais, as fibras vegetais são utilizadas visando à melhoria das propriedades mecânicas ou de desempenho", explica Wayne.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Ao fornecer consultorias e capacitações, o Lema estimula as empresas parceiras a trabalhar com as tecnologias desenvolvidas dentro do laboratório. "Muitos clientes enviam seus funcionários para participar de cursos de formação de controle tecnológico do concreto", ressalta Wayne.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Visando também a utilização responsável do meio ambiente, o Lema desenvolve ensaios com a produção de materiais ecoeficientes e desenvolve parcerias com Universidade de São Paulo, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem).</p>
<p class="western" style="text-align: justify; "><b>Pessoal e fontes de financiamento de pesquisas</b></p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">Para lidar com tudo isso, o Lema conta com onze pesquisadores e oito técnicos permanentemente comprometidos com as atividades do laboratório. "O Lema tem participado de vários programas de comparação interlaboratoriais, em nível nacional, com o intuito de verificar a qualidade de execução dos ensaios, de pessoal e dos equipamentos, de modo a proporcionar, continuamente, resultados de elevada credibilidade", relata Wayne.</p>
<p class="western" style="text-align: justify; ">As pesquisas propostas por professores são financiadas por agências de fomento, tais como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL), enquanto as pesquisas que visam ao atendimento de interesses específicos de empresas são financiadas por elas mesmas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T13:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/laboratorio-de-imagens-cria-novo-sistema-para-monitorar-a-seca-no-nordeste">
    <title>Laboratório cria novo sistema para monitorar a seca no Nordeste</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/laboratorio-de-imagens-cria-novo-sistema-para-monitorar-a-seca-no-nordeste</link>
    <description>Mapas gerados mostram 80% de áreas de vegetação degradadas no semiárido da região</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard"><i>Manuella </i><i>Soares - jornalista</i></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), da Universidade Federal de Alagoas divulgou novas imagens do satélite Meteosat-9 que mostra como o semiárido nordestino está sendo afetado pela seca em 2012. Diante da situação da estiagem prolongada desse ano, a equipe difundiu dois mapas que comparam visualmente o vigor da vegetação referente aos meses de maio de 2011 a maio de 2012.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">As diferenças evidentes entre os mapas podem ser comprovadas pelas áreas em vermelho, onde a vegetação é afetada pela falta de água. O potencial das imagens do satélite Meteosat-9 no monitoramento e mapeamento de secas, embora ainda no estado inicial, contribui para reforçar o conhecimento básico sobre a extensão geográfica e a magnitude das secas no semiárido da Região Nordeste.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">O trabalho desenvolvido no Lapis serve de alerta e aponta uma situação agravada nos últimos 30 anos. No entanto, 2012 registra uma das piores secas já registradas, com 80% do semiárido atingido. As consequências da falta de chuva, esse ano, são mortes de animais, além da grande perda de produções agrícolas. Segundo o professor Humberto Barbosa, que integra o Lapis, há a necessidade de desenvolver metodologias para possibilitar uma melhor avaliação da extensão das secas, usando dados de satélites.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">As pesquisas no Lapis são desenvolvidas desde 2006, com a ajuda do satélite Meteosat-9 e isso tem possibilitado um panorama completo e detalhado das áreas de seca e desertificação. Para visualizar melhor esses locais degradados, o professor explica que os pontos amarelos, constantes no mapa, representam uma transição da vegetação para o estado de seca. “Os pontos vermelhos ilustram a área já afetada pela estiagem; e os pequenos pontos em cinza são os locais onde a desertificação já está detectada”, ilustrou.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Segundo Humberto Barbosa, o problema da falta de água no nordeste brasileiro tem sido motivo de preocupação para as autoridades que já se mobilizam para diminuir os impactos e as consequências. “Com a dificuldade relacionada ao abastecimento de água para as comunidades distantes de grandes mananciais, os animais morrem, a produção agrícola não é suficiente e o sertanejo enfrenta o êxodo rural na tentativa de melhores condições de vida nas capitais. Esses são alguns dos transtornos sociais e econômicos causados pela seca, que por enquanto, não tende a mudar, mas há sempre esperanças de dias melhores com chuva para que o Lapis consiga gerar imagens mais verdes”, declarou.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><b>Imagens do Meteosat-9 mostram efeito da seca no bioma Caatinga</b></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">De acordo com o mapa gerado em maio deste ano pelo Lapis, todo o semiárido de Alagoas é afetado pela seca, assim como acontece em todos os estados do Nordeste. Com a escassez de chuvas no sertão, em 2012, cerca de 80% da safra já está comprometida, sem previsão animadora para os agricultores pelos próximos oito meses.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">As áreas mais graves estão nos pontos que aparecem em cinza, ou seja, as áreas que estão desertificadas. Particularmente os municípios de Parelhas (RN), Irauçuba (CE), Cabrobó (PE), Belém de São Francisco (PE) e Floresta (PB) contribuem para aumentar a vulnerabilidade do semiárido nordestino à seca.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><b>Sobre o Lapis</b></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis) é uma unidade de investigação e desenvolvimento integrada no Instituto de Ciências Atmosféricas (Icat) da Ufal.  Nele, são realizadas atividades de pesquisa, assistência tecnológica e treinamento de recursos humanos para a recepção, processamento, interpretação e integração de imagens dos satélites da série Meteosat (MSG).</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">O laboratório da Ufal cria produtos de apoio meteorológico, com acompanhamento de áreas afetadas pelas chuvas, e ambiental, com monitoramento da vegetação (seca e desertificação) e da temperatura da superfície continental. A equipe é formada pelo coordenador Humberto Barbosa; dois bolsitas, Leandro Macedo e Anselmo dos Santos; além de um colaborador, o doutorando Ivon Wilson da Silva Junior.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">A Ufal, por meio do Lapis, coordena mais de 40 estações no Brasil da <i>Eumetcast </i>da <i>Eumetsat</i> (agência europeia para exploração de satélites meteorológicos), presente em 20 estados do País. “As atividades do Lapis têm como missão realizar pesquisas cientificas na área de meteorologia por satélite, cobrindo práticas operacionais de recepção, processamento, disseminação e arquivamento de imagens do Meteosat-9 que permitem gerar informações de utilidade pública com caráter operacional, para serem utilizadas especialmente no monitoramento meteorológico e ambiental”<span style="text-decoration: underline;">,</span> comentou o coordenador.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Na tentativa de levar o conhecimento adiante, os pesquisadores do Lapis organizam frequentemente eventos acadêmicos. Os próximos previstos são no Ceará, em agosto e, no Rio Grande do Sul, em setembro. Estes eventos podem ser consultados no portal do <a href="http://www.lapismet.com/">Lapis</a> <a href="http://www.lapismet.com/"></a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/clinica-de-psicologia-tem-uma-extensa-lista-de-espera-para-atendimento">
    <title>Clínica de Psicologia tem extensa lista de espera para atendimento</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/clinica-de-psicologia-tem-uma-extensa-lista-de-espera-para-atendimento</link>
    <description>Serviço só pode ser ampliado quando for inaugurado o novo prédio de Psicologia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="JUSTIFY" class="western"><i>Lenilda Luna - jornalista</i></p>
<p align="JUSTIFY" class="western">A Clínica de Psicologia do campus Maceió é um serviço oferecido à comunidade e se constitui em importante campo de estágio para os alunos dos últimos períodos do curso. Funcionando no prédio do ICHCA, o consultório recebe principalmente estudantes da Ufal encaminhados pela Pró-reitoria Estudantil, mas as unidades acadêmicas e os Centros de atendimento Psicossocial - Caps - também encaminham pacientes.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Segundo os estagiários da clínica, os casos mais frequentes no atendimento são de estudantes com problemas de depressão, dificuldades de adaptação e até síndrome do pânico. “Algumas vezes são jovens que não tiveram uma boa orientação ao escolher o curso, e começam a rejeitar a rotina universitária, porque não gostam do que fazem”, conta Bárbara de Queiroz, estudante de Psicologia que faz parte da equipe da clínica.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Os problemas de adaptação acontecem, em algumas situações, com estudantes cotistas, de baixa renda, que muitas vezes ficam ansiosos com as dificuldades de permanência no curso, mas há pacientes de todas as condições financeiras e sociais. “Tivemos um paciente que toda manhã acordava em pânico porque sabia que precisava ir para a aula”, relata Nayara Moura, estagiária da equipe de atendimento psicológico.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">A clínica também oferece atendimento psicológico para as crianças. “A maioria desses atendimentos são encaminhados pelo Núcleo de Desenvolvimento Infantil, quando é constatada alguma dificuldade de aprendizagem ou de relacionamento. Mas chegam também crianças encaminhadas pelos Caps, com problemas relacionados ao convívio familiar”, destaca Camila Santos, estagiária de psicologia.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Segundo o professor que coordena a Clínica, o atendimento prestado pelos estagiários tem a supervisão de psicólogos, mas a demanda cresceu muito para a estrutura do curso. “Temos um espaço pequeno e poucos professores envolvidos para atender a uma demanda crescente. A lista de espera é extensa e não temos condições, por enquanto, de ampliar o serviço”, ressalta Charles Lang.</p>
<p align="JUSTIFY" class="western">Os professores e estagiários de Psicologia aguardam a inauguração do novo prédio do curso, que está prevista para o segundo semestre, para instalar a Clínica de Psicologia com melhores condições de atendimento. “No novo prédio serão dez salas reservadas para o funcionamento da clínica. Assim, poderemos ter mais estagiários. Estamos esperando também a contratação de dois psicólogos para supervisionar o trabalho dos alunos”, relata o professor Charles Lang.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lenilda Luna</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>estudante</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estudante</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-05-16T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/projeto-promove-interacao-de-alunos-de-escolas-publicas-com-as-artes">
    <title>Projeto promove interação de alunos de escolas públicas com as artes</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/projeto-promove-interacao-de-alunos-de-escolas-publicas-com-as-artes</link>
    <description>Circuito de Arte e Cultura da Ufal dá continuidade às suas ações em maio com foco em atividades relacionadas à dança</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><i>Renata Menezes, estudante de Jornalismo</i></p>
<p style="text-align: justify; ">A primeira performance do mês será apresentada pelo estudante Edson Fofão, na quarta-feira,  16, e é fruto de sua pesquisa acerca do frevo, utilizado para a composição de suas criações como bailarino, que incluem um estudo rítmico em que o estilo é adaptado para coreografar ritmos como o forró e a valsa.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na sequência, Carlos Costa apresentará “O outro”, performance  inter e transdisciplinar que transita entre os campos da Antropologia, Literatura, Religião, Gênero e Sexualidade. Segundo Carlos, a ideia para a criação da apresentação surgiu após sua participação no concurso miss <i>gay</i>, que lhe trouxe questionamentos acerca da situação do homossexual na sociedade. “Conheci casos de pessoas que foram impossibilitadas de estudar ou trabalhar devido às transformações feitas no corpo”, conta o dançarino.</p>
<p style="text-align: justify; ">Outras seis apresentações de estudantes de Dança serão realizadas abordando temas variados que se relacionam à sociedade. Para Carlos Costa, essas apresentações são importantes para que entendam que a função da dança vai além do entretenimento. “Existe um embasamento teórico na academia, é possível contar histórias e abordar diversos temas a partir da dança, que auxilia em diversos âmbitos da vida e trabalha não só o corpo, como também a mente”, completa Carlos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Além de assistir às apresentações artísticas, os estudantes das oito escolas participantes irão realizar visitas aos equipamentos culturais da Universidade (Museu Théo Brandão, Pinacoteca e Espaço Cultural), o que pretende estimular o conhecimento de arte por parte desses jovens.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Sobre o projeto</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Tendo em vista os baixos índices de consumo de elementos culturais em Alagoas, o objetivo do projeto Circuito Ufal de Arte e Cultura é garantir o acesso de estudantes de comunidades periféricas aos equipamentos de arte e cultura que são mantidos pela Universidade, oferecendo-lhes um espaço democrático e interdisciplinar para fruição, vivência e reflexão acerca de temas pertinentes ao universo amplo da cultura.</p>
<p style="text-align: justify; ">As atividades do projeto começaram em março e consistem na visitação ao Museu Théo Brandão, à Pinacoteca e ao Espaço Cultural, onde são realizadas apresentações artísticas produzidas pelos integrantes dos cursos de Dança, Música e Teatro, em parceria com seus professores, exibição de curta-metragem e bate-papos sobre processo de criação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Além dos benefícios gerados para o público-alvo, o Circuito tem como consequência o estreitamento da relação dos cursos da Ufal com a sociedade, permitindo que os alunos dos cursos de artes possam expressar suas produções sob o olhar crítico de uma plateia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/oficina-de-dancas-populares-no-theo-brandao">
    <title>Oficina de danças populares no Museu Théo Brandão</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/oficina-de-dancas-populares-no-theo-brandao</link>
    <description>As inscrições podem ser feitas até 23 deste mês, das 9h às 16h, de terça a sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">Sombrinhas de frevo, pandeiro, bambolê, corda são alguns dos objetos que vão, muito em breve, começar a circular pelo Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore. Com a finalidade de promover a cultura popular e aproximá-la da comunidade por meio da dança, o museu inicia, no próximo dia 23, o projeto “Oficina Aberta de Danças Populares”.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Interessados, com idade a partir de oito anos, podem fazer, gratuitamente, oficinas regulares de frevo, coco de roda, forró, baiana, fandango, guerreiro e pastoril. O projeto, que é coordenado pela professora do curso de Dança da Ufal, Telma Cesar Cavalcanti, segue até dezembro, com um intervalo no mês de julho. As oficinas serão realizadas sempre as quartas-feiras, das 15h30min às 17h, com o professor Edson Santos.</p>
<p style="text-align: justify; ">As inscrições podem ser feitas pelo telefone 3221-2977 até 23 deste mês, das 9h às 16h, de terça a sexta.  O projeto, que faz parte do Programa “Museu em Movimento”, é promovido pelo Museu Théo Brandão, Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Ufal e Companhia dos Pés. As vagas são limitadas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa programação integra o Museu Théo Brandão a Semana Nacional de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio, numa promoção do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), com o tema " Museus em um mundo de tranformações: novos desafios, novas inspirações"</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/maceio-sedia-i-forum-das-escolas-tecnicas-de-artes">
    <title>Maceió sedia 1º Fórum das Escolas Técnicas de Artes</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/maceio-sedia-i-forum-das-escolas-tecnicas-de-artes</link>
    <description>Seminário ocorre nos dias 24 e 25 de maio no Hotel Ponta Verde</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard" style="text-align: left; "> </p>
<div style="text-align: left; "><i>Deriky Pereira – estudante de Jornalismo</i></div>
<p> </p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A Escola Técnica de Artes (ETA/Ufal) se prepara para a realização do 1º Fórum das Escolas Técnicas de Artes nos dias 24 e 25 de maio, com o tema “A Expansão da Educação Profissional no Contexto das Escolas Técnicas de Artes vinculadas às Universidades Federais”.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A abertura contará com a participação do reitor Eurico Lobo e o evento será realizado no Hotel Ponta Verde, situado na Avenida Álvaro Otacílio, 2933, em Maceió. Além do reitor, estarão presentes professores e técnicos da ETA, pró-reitores da Ufal e convidados.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">O evento vai discutir pontos de abrangência de interesse da carreira EBTT dos docentes e dos mecanismos que fazem movimentar o ensino técnico vinculado às universidades. Além disso, as ações pedagógicas e administrativas das Escolas de Artes que estejam vinculadas ao Conselho Nacional dos Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais (Condetuf) também estarão em pauta.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Para isso, o seminário irá contar com palestras de gestores das Escolas de Teatro, Música e Dança da Universidade Federal do Pará (UFPA), do diretor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do diretor da Escola de Teatro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além da participação do presidente do Condetuf, Júlio César de Andrade Neto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/programa-ufal-em-defesa-da-vida-ganha-apoio-de-entidades-alagoanas">
    <title>Programa Ufal em Defesa da Vida ganha apoio de entidades alagoanas</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/programa-ufal-em-defesa-da-vida-ganha-apoio-de-entidades-alagoanas</link>
    <description>11º ato ocorre nos dias 13, 14 e 15 de junho com a implantação de Bosques nos campi Maceió, Arapiraca e do Sertão</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Textbody" style="text-align: left; "><i>Myllena Diniz – estudante de Jornalismo</i></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">“A dor que os números não revelam” é o tema do 11º ato do programa Ufal em Defesa da Vida, que será realizado nos dias 13, 14 e 15 de junho nos três <i>campi </i>da Universidade Federal de Alagoas. O projeto acontece em respeito à dor sentida por amigos e familiares das vítimas de violência em Alagoas e como forma de rejeição ao elevado índice de assassinatos cometidos nos últimos anos. A ação busca resgatar as histórias das vítimas e homenageá-las com a plantação de mudas de árvores nativas em cada campus da instituição.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Para identificar as vítimas, a coordenação do programa tem realizado várias ações para mobilizar a sociedade. Desde o mês de abril, o portal da Ufal disponibiliza <a href="../../../vitimas-da-violencia">formulário</a> on-line para o levantamento de dados de pessoas assassinadas em todo o Estado. A proposta permite que pessoas informem características, gostos e experiências de algum parente, amigo ou conhecido que foi assassinado.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">O próximo ato consistirá na implantação dos “Bosques em Defesa da Vida” nos três <i>campi </i>da universidade. Nessas áreas, vítimas fatais de violência com arma de fogo ou branca e de acidentes de trânsito serão homenageadas, por meio da plantação de mudas de árvores. No total, serão disponibilizadas 2 mil e 300 mudas, o que corresponde ao número de assassinados em 2011. Cada uma receberá o nome de um indivíduo que perdeu a vida em circunstâncias violentas. Ao lado de cada planta ficará registrada a história da vítima.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">O ato possibilita discussões sobre os efeitos da violência e destaca a ausência permanente que se instala no cotidiano de quem perdeu um ser querido. De acordo com Ruth Vasconcelos, coordenadora do Programa Ufal em Defesa da Vida, o momento vai além dos dados informados pelas estatísticas. “Nossa intenção é, ao resgatar as histórias de vida, dar visibilidade ao que os números estatísticos não conseguem revelar. Além disso, deixamos claro que nosso objetivo não é investigar os crimes, mas contribuir com a pacificação e estimular o diálogo”, ressaltou.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">A universidade possui programação diferente para instalação dos bosques. A criação dos espaços e a realização do ato acontecem nos dias 13, 14 e 15 de junho nos <i>campi </i>A. C. Simões, Arapiraca e Sertão, respectivamente.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Antes disso, as articulações do programa Ufal em Defesa da Vida não param. O formulário on-line continua à disposição da sociedade durante todo o mês de maio e o início de junho, para que seja crescente o número de relatos sobre vítimas da violência. Além disso, a coordenação do projeto desenvolve parcerias com diferentes entidades alagoanas.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><b>Nas ruas</b></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Para resgatar as histórias de vida e a identidade de vítimas fatais da violência, o programa Ufal em Defesa da Vida buscou o apoio de profissionais que trabalham nas ruas de Maceió. A parceria permite que essas pessoas relatem o perfil de amigos ou familiares. Com o auxílio do Consultório de Rua, jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica tiveram a oportunidade de expressar a saudade e a dor sentidas pela ausência de pessoas queridas.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">A proposta visa à inserção de pessoas com poucas oportunidades no projeto. Com a iniciativa, o programa permite que garotos sem acesso à internet possam divulgar dados sobre conhecidos deles que foram vítimas fatais da violência.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">“Vamos às ruas e coletamos os dados das pessoas do convívio deles que perderam a vida violentamente. Posteriormente, colocamos essas informações no portal da universidade”, salientou a professora de Enfermagem da Ufal e integrante do Consultório de Rua, Jorgina Sales.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><b>Igreja Católica</b></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Outra parceria para o levantamento realizado pelo programa, com o objetivo de resgatar e de dar visibilidade às histórias de vida de vítimas da violência em Alagoas, parte da Igreja Católica. Neste mês, Ruth Vasconcelos esteve reunida com o arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz Fernandes, que disponibilizou acervo da instituição religiosa criado em 2007.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Segundo o arcebispo, as paróquias estão autorizadas a divulgarem as ações da Ufal referentes à pacificação. A paróquia de São Francisco de Assis, localizada no bairro Santos Dumont, já mostrou solidariedade ao projeto da universidade e publicou em sua página na internet o <i>banner</i> do programa, com o link para o formulário disponível no site da universidade.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><b>Apoio de artistas alagoanos</b></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Na última quarta-feira, 8 de maio, artistas alagoanos participaram de articulação com a coordenação do programa, para que o 11º Ato Ufal em Defesa da Vida inclua intervenções artísticas em suas atividades e tenha maior divulgação nos meios de comunicação.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">O uso de novas tecnologias no teatro e na música foi uma das medidas propostas para a divulgação do projeto que, pela primeira vez, conta com a participação de artistas para a construção de ato público. Dessa forma, mais criatividade será incorporada à ação e maior será a promoção do diálogo como agente inibidor da crescente violência.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><b>Histórias Contadas</b></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Os relatos sobre as vítimas são feitos por meio do formulário, que ficará no portal da Ufal até a data de realização do 11º ato de programa Ufal em Defesa da Vida. No <a href="http://www.ufalemdefesadavida.blogspot.com.br/p/historias-contadas.html">blog</a><a href="http://www.ufalemdefesadavida.blogspot.com.br/p/historias-contadas.html"> </a>algumas histórias já têm sido divulgadas e as vítimas têm sido lembradas com afeto e saudosismo.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Segundo a coordenadora do projeto, Ruth Vasconcelos, a criação dos bosques nos <i>campi </i>da instituição possui significado importante. “Ficaremos com um espaço permanente para simbolizar as vidas”, revelou.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Desde 2008, ano de realização do 1º ato do programa, a Ufal realiza diferentes ações de combate à violência. Varal com camisas; conferência de segurança pública; discussão sobre ditadura militar e anistia; discussão sobre a violência contra a mulher; arrecadação de sapatos, velas e cruzes; e debates sobre corrupção eleitoral estão entre as atividades desenvolvidas pelo projeto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/ufal-apoia-realizacao-de-congresso-de-cultura-afro-brasileira">
    <title>Ufal apoia realização de Congresso de Cultura Afro-brasileira</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/ufal-apoia-realizacao-de-congresso-de-cultura-afro-brasileira</link>
    <description>Evento discute a cultura afro-brasileira em Alagoas e impactos do Quebra de Xangô em 1912</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Em parceria com a Ufal, a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) sedia Congresso de Cultura Afro Brasileira em Alagoas, entre os dias 16 e 18 de maio. O evento acontece no Clube Levino's, em Arapiraca, e reúne palestrantes de vários Estados para discussões sobre o Quebra de Xangô de 1912; os movimentos de resistência negra; a formação histórica das religiões afro-brasileiras; e contextos e nações afro religiosas.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">A iniciativa compõe o projeto Xangô Rezado Alto, no qual são realizadas ações de celebração à memória do centenário do Quebra de Xangô. O episódio, que aconteceu na noite de fevereiro de 1912, é um registro de violência contra os terreiros de cultos afro-brasileiros alagoanos, como o candomblé e a umbanda. Os praticantes desses cultos sofreram espancamentos e prisões até a madrugada de 2 de fevereiro, data em que são homenageados os orixás Oxum e Iemanjá.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">As inscrições para o congresso são gratuitas e acontecem por meio do preenchimento do <a href="http://xangorezadoalto.blogspot.com.br/p/inscricoes-para-o-congresso-de-cultura.html">formulário</a> on-line, até o dia 13 de maio. Após esse prazo, os interessados que não estiverem inscritos poderão realizar a inscrição no primeiro dia do encontro, em Arapiraca.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">De acordo com a organização do evento, serão disponibilizadas 300 inscrições, com almoço garantido. Desse total, 60 estão destinadas às Comunidades Terreiros de Maceió; 60 são para as Comunidades Terreiros de Arapiraca e arredores; 80 para docentes e discentes da Ufal; 80 para docentes e discentes da Uneal; e 20 para convidados.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><strong>Ações do projeto Xangô Rezado Alto</strong></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">No último sábado, 5 de maio, foi lançada a Cartilha da Gira da Tradição, no Teatro Gustavo Leite. O material corresponde à pesquisa sobre saberes de linhagens étnicas e religiosas relacionadas ao Iorubá, ao Nagô e a mais povos. No momento, também foi apresentado o vídeo Gira da Tradição, no qual estão presentes os pensamentos de indivíduos responsáveis pelo resgate, pela memória e pelo desenvolvimento de casas afro religiosas de Maceió.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">No mesmo dia, foi realizado o 1º Prêmio de Incentivo Cultural para Comunidades Terreiros. Os projetos <i>Tambores de Minha Terra</i>, da Associação Cultural de Tambores de Alagoas, e <i>Maracatu nas Escolas</i>, da Associação Hùnkpàme Alàirá Izó, receberam a quantia de 6 mil reais cada.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Ainda no Teatro Gustavo Leite, apresentações culturais homenagearam as vítimas do episódio que ocorreu há cem anos. A Cia de Dança Maria Emília Clark apresentou o espetáculo “1912: Orações e Vozes”, no qual foram representados a intolerância religiosa, a história da rota da escravidão no Estado de Alagoas e os efeitos desses acontecimentos na contemporaneidade.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">No início do ano, nos dias 1 e 2 de fevereiro, outras atividades inciaram a programação em memória do Quebra de Xangô. No Centro de Maceió, cortejo englobou apresentações artísticas e pedido oficial de perdão feito pelo governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho,  às comunidades terreiro alagoanas pelos abusos cometidos em 1912 contra essas entidades.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><strong>Ufal no combate à intolerância religiosa</strong></p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Os reflexos do preconceito racial e da intolerância religiosa é objeto de estudo de historiadores, cientistas sociais e alunos da Ufal. A resistência de comunidades terreiros alagoanos, o contexto histórico de exclusão e de desrespeito a praticantes da cultura afro-brasileira, assim como, os impactos sociais e políticos desses acontecimentos são discutidos de diferentes formas dentro da instituição. O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab), dirigido pela historiadora Clara Suassuna, representa os esforços e a preocupação com essas questões.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">De acordo com Vinicius Palmeira, diretor-geral do Projeto Xangô Rezado Alto, a  participação da universidade nas ações realizadas por sua equipe acontece desde o início do programa. Para ele, a participação ativa da vice-reitora da Ufal, Rachel Rocha, representa um importante apoio às ações. “A Rachel tem contribuído, ativamente, com a elaboração e com a execução do Projeto Xangô Rezado Alto. Inclusive, ela compõe uma das mesas do Congresso de Cultura Afro-Brasileira em Alagoas”, completa.</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Confira a programação do evento:</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; ">Quarta (16/05)<br /> <br /> <strong>14 às 18h</strong> – Credenciamento dos Congressistas<br /> <strong>20h</strong> – Solenidade de abertura do Congresso<br /> <strong>20h30</strong> – Palestra Magna com o Prof. Lepê Correia (UFPE)<br /> <strong>22h </strong>– Programação Cultural<br /> <br /> Quinta (17/05)<br /> <br /> <strong>9 às 11h </strong>– 1º Tema: O Quebra dos Xangôs de 1912<br /> <strong>Palestrantes:</strong><br /> Ulisses Neves – UFS (SE)<br /> Ivone Maggie - UFRJ (RJ)<br /> Fernando Gomes de Andrade – Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas<br /> <strong>Mediadora: </strong>Rachel Rocha Barros - UFAL<br /> <br /> <strong>11h às 12h –</strong> Debate com a assembleia<br /> <strong>12h às 14h –</strong> Almoço<br /> <strong>14h às 16h -</strong> 2º Tema: Movimentos de Resistência Negra<br /> <strong>Palestrantes: </strong>Luiz Sávio de Almeida - UFAL<br /> José Bento Rosa da Silva - UFPE<br /> Edson Bezerra - UNEAL<br /> <strong>Mediadora:</strong> Maria Ester Ferreira da Silva - UFAL<br /> <br /> Sexta (18/05)<br /> <br /> <strong>9 às 11h – </strong>3º Tema: Formação Histórica das Religiões Afro Brasileiras<br /> <strong>Palestrantes:</strong> Roberto Mota (PE)<br /> Irinéia M. Franco dos Santos - UFAL<br /> <strong>Mediador:</strong> Clébio Correia de Araújo – Uneal</p>
<p class="Textbody" style="text-align: justify; "><br /> <strong>11h às 12h</strong> – Debate com a assembleia<br /> <strong>12h às 14h</strong> – Almoço<br /> <strong>14h às 16h </strong>– 4º Tema: Contextos e Nações Afro-Religiosas<br /> <strong>Palestrantes:</strong> Olusegun Akinruli – UFMG/Instituto de Arte e Cultura Yorùbá<br /> Josilene Brandão - Minc<br /> Makota Valdina (BA)<br /> Célio de Iemanjá<br /> <strong>Mediador:</strong> Jairo José Campos da Costa - Uneal<br /> <br /> <strong>16h às 17h</strong> – Debate com a assembleia<br /> <strong>18h </strong>– Encerramento e programação cultural<br /> <br /> Maiores informações no <a href="http://xangorezadoalto.blogspot.com/">blog</a> , pelo telefone (82) 3315-7892  ou pelo e-mail: projetoxango@gmail.com.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/pesquisa-da-faculdade-de-nutricao-e-aceita-em-congresso-internacional">
    <title>Pesquisa da Faculdade de Nutrição é aceita em Congresso Internacional   </title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/pesquisa-da-faculdade-de-nutricao-e-aceita-em-congresso-internacional</link>
    <description>Professora Giselda Lira e a mestranda Caterine Quintiliano comemoram a aprovação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><i>Renata Menezes - estudante de Jornalismo</i></p>
<p style="text-align: justify; ">A  pesquisa realizada por integrantes do Laboratório de Bromatologia do Mestrado em Nutrição da Faculdade de Nutrição (Fanut) em parceria com a Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade de Campinas (Unicamp), será apresentada no Congresso anual  mais importante do  mundo na área de Ciência e Tecnologia de alimentos,  o <i>Annual  Meeting Scientific Institute of Food Technologists</i>, no mês de junho, em Las Vegas, nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify; ">O trabalho corresponde a uma parte da dissertação de Mestrado de Caterine Quintiliano Cabral, orientada pela professora Giselda Macena Lira, que avaliou o efeito dos métodos de cozimento utilizando óleo de coco ou leite de coco  sobre o valor nutricional do peixe cavala.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo a professora, o peixe é um alimento benéfico à saúde, tendo elevado teor de proteínas de boa qualidade nutricional, boa fonte de gordura saudável para o organismo humano (ácidos graxos poliinsaturados ômega 3 e 6) e baixo teor de colesterol. Existe uma associação entre os ácidos graxos ômega 3  na promoção da saúde humana e  proteção frente às doenças cardiovasculares. Porém, no preparo para o consumo pode haver alterações no valor nutricional do peixe, devido a incorporação de ingredientes utilizados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Nesta pesquisa foi detectado que a fritura e cozimento acarretaram  uma alteração na composição da cavala, elevando a concentração dos ácidos graxos saturados, presentes em quantidades elevadas tanto no leite de coco quanto no óleo de coco. A gordura saturada exerce influência sobre os fatores de risco cardiovascular. Por outro lado, houve perdas da gordura benéfica (ácidos graxos ômega 3 e 6). Não ocorreu a oxidação do colesterol.</p>
<p style="text-align: justify; ">Vale salientar que algumas pesquisas tem relatado que as gorduras saturadas do óleo de coco diferem das gorduras saturadas animais, mais de 50% das gorduras do coco são triglicerídeos de cadeia média (TCM), amenizando os efeitos prejudiciais da gordura saturada.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para Giselda Lira, a pesquisa traz benefícios para a população, que tem a oportunidade de conhecer o alimento que está consumindo e também as alterações que ele pode sofrer após o processamento doméstico.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O CONGRESSO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">O evento conta com a participação dos profissionais de ciência e tecnologia de alimentos mais respeitados de todo mundo, no meio científico,  indústria e governo. A programação apresenta  mais de 100 palestras abordando os temas mais expressivas da ciência e tecnologia de  alimentos e 1200 apresentações de pôsteres.</p>
<p>Mais informações:<a class="external-link" href="http://www.am-fe.ift.org/cms/"> http://www.am-fe.ift.org/cms/</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/aula-inaugural-na-especializacao-em-midias-na-educacao">
    <title>Aula inaugural na Especialização em Mídias na Educação</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/aula-inaugural-na-especializacao-em-midias-na-educacao</link>
    <description>Será no dia 19 de maio, às 9 horas, no auditório do antigo Csau</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard" style="text-align: left; ">
<div style="text-align: justify; ">Em convênio com o Ministério da Educação (MEC), o Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas (Cedu) oferta aula magna do Curso de Especialização em Mídias na Educação no sábado, 19 de maio, às 9 horas, no auditório do antigo Csau, situado no Campus A. C. Simões.</div>
</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A palestra será proferida pelo professor Luís Paulo Leopoldo Mercado, coordenador da Coordenadoria Institucional de Educação a Distância da Ufal (Cied), com o tema “A Contribuição das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação no Processo Ensino-Aprendizagem”.</p>
<p class="Standard"> </p>
<p class="Standard"> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T14:07:36Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/pinacoteca-recebe-exposicao-de-alice-jardim">
    <title>Pinacoteca recebe exposição de Alice Jardim</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/pinacoteca-recebe-exposicao-de-alice-jardim</link>
    <description>“Dobra” apresenta vídeos e fotografias de Maceió a partir de ilusões montadas com imagens reais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard" style="text-align: left; "><i><span style="text-align: left; ">Deriky Pereira – estudante de Jornalismo</span> </i></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A Pinacoteca Universitária recebe a partir desta quinta-feira, 17 de maio, a exposição “Dobra”, de Alice Jardim, aberta ao público em geral mostrando cenários urbanos imaginários através da cidade, observada como um jogo de reprodução de luz.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A partir de vídeos e fotografias, a exposição de Alice apresenta composições que delineiam a cidade de Maceió a partir de luzes e ilusões montadas com imagens reais, onde a cada movimento, combinações variadas com a proposta de abstração dos elementos da cidade são apresentados pelo imaginário artístico.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Esta é a primeira exposição individual de Alice, que une a experiência como realizadora audiovisual, fotógrafa e arquiteta urbanista à criação de uma série que surge a partir da inquietação pessoal sobre o fenômeno urbano.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Como parte integrante da mostra, haverá ainda a exibição do vídeo “Todavia”, que conquistou o primeiro lugar na “Mostra Competitiva Nacional do Festival Vivo Arte.Mov 2012”, que aconteceu em Belo Horizonte no final do mês de abril. A exposição “Dobra” seguirá na Pinacoteca até o dia 29 de junho e poderá ser vista de segunda a sexta, no Espaço Cultural, situado na Praça Sinimbu.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">Essa programação integra a Pinacoteca Universitária a Semana Nacional de Museus, que acontece de 14 a 20 de maio, numa promoção do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), com o tema " Museus em um mundo de tranformações: novos desafios, novas inspirações" </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marcia</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>estudante</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estudante</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-05-14T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/ufal-e-sesc-oferecem-curso-de-leitura-e-expressao-corporal">
    <title>Ufal e Sesc oferecem curso de Leitura e Expressão Corporal</title>
    <link>http://www.ufal.edu.br/ufal/noticias/2012/05/ufal-e-sesc-oferecem-curso-de-leitura-e-expressao-corporal</link>
    <description>Curso tem como objetivo explorar o corpo e a voz no contato direto com a obra literária</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Standard" style="text-align: left; "><i>Deriky Pereira – estudante de Jornalismo</i></p>
<p align="right" class="Standard"><i> </i></p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Uma parceria entre a Faculdade de Letras (Fale) e o Serviço Social do Comercio de Alagoas (Sesc/AL) oferece, a partir do dia 22 de maio, o curso de extensão “Leitura e Expressão Corporal: Uma perspectiva para a formação de leitor no ensino de Literatura”, sob a coordenação da professora Eliana Kefalás. Os interessados devem procurar a sede do Sesc/Centro, situado na Rua Barão de Alagoas, no horário das 9h às 18h, até esta terça-feira, 15, e realizar inscrição gratuita.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Serão ofertadas 16 vagas para os professores de língua portuguesa da rede pública de ensino, professores das séries finais do ensino fundamental e médio, além de discentes do curso de Licenciatura em Letras que estiverem estagiando e mais cinco vagas para integrantes do Sesc.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A seleção dos participantes que irão integrar o projeto se dará a partir de duas fases: na primeira, serão analisadas as fichas de inscrições (priorizando o público-alvo esperado), a carta de intenção e o curriculum. Na segunda fase, será realizada uma entrevista com aqueles candidatos que forem pré-selecionados.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">A ideia do curso é desenvolver práticas de sensibilização, consciência e expressão corporal na realização de experiências de leituras performáticas ou em voz alta na sala de aula, priorizando a formação de um leitor literário e explorando o corpo e a voz no contato direto com a obra. Assim, o curso propõe a consolidação de uma perspectiva teórica aliada às metodologias e práticas de ensino.</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; ">Vale ressaltar que além das práticas de expressão corporal, o projeto pretende realizar estudos e reflexões sobre os possíveis diálogos entre o curso de extensão e as experiências já vivenciadas pelos professores da educação básica, dos estagiários e dos demais participantes no trabalho com a leitura em espaços de formação. Para obter mais informações sobre o projeto, confira o edital no <b><a class="external-link" href="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/?ui=2&ik=c615f6e6de&view=att&th=1373860ec39ca1a1&attid=0.2&disp=inline&realattid=604bca98335a4ec4_0.2&safe=1&zw&saduie=AG9B_P8sbbQHW0h1y6FFfxm5fK5J&sadet=1336757928349&sads=Apnat0Tm3RtZ-luTGbJOeOV1Dms">link</a></b> .</p>
<p class="Standard" style="text-align: justify; "><a class="external-link" href="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/?ui=2&ik=c615f6e6de&view=att&th=1373860ec39ca1a1&attid=0.2&disp=inline&realattid=604bca98335a4ec4_0.2&safe=1&zw&saduie=AG9B_P8sbbQHW0h1y6FFfxm5fK5J&sadet=1336757928349&sads=Apnat0Tm3RtZ-luTGbJOeOV1Dms"><span> </span></a></p>
<p style="text-align: justify; "><a class="external-link" href="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment/?ui=2&ik=c615f6e6de&view=att&th=1373860ec39ca1a1&attid=0.2&disp=inline&realattid=604bca98335a4ec4_0.2&safe=1&zw&saduie=AG9B_P8sbbQHW0h1y6FFfxm5fK5J&sadet=1336757928349&sads=Apnat0Tm3RtZ-luTGbJOeOV1Dms"> </a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
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    <dc:date>2012-05-14T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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