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Paespe inicia atividades do Pró-Exatas para diminuir evasão

Aulas serão realizadas aos sábados, das 8h às 12h, no Ctec

Primeiro encontro do Pró-Exatas aconteceu no último sábado (27)

Cairo Martins - estagiário de Jornalismo

Os estudantes do curso preparatório para as áreas de ciências exatas, o Pró-Exatas, iniciaram as atividades no último sábado (27). Nesse primeiro encontro eles aproveitaram para conhecer os serviços ofertados pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).  

Na ocasião, os alunos visitaram as dependências do Restaurante Universitário (RU) e Biblioteca Central (BC), além de terem conhecimento sobre o serviço de assistência médica.

O projeto Pró-Exatas faz parte das ações inseridas no Programa de Apoio aos Estudantes das Escolas Públicas do Estado (Paespe), coordenado pelo professor Roberaldo Carvalho de Souza, e conta com a participação do diretor do Instituto de Matemática (IM), José Carlos e do docente Francisco Vieira.

A disciplina que explora a matemática básica tem como objetivo diminuir o impacto das disciplinas iniciais nas áreas de exatas, como é o exemplo de Cálculo 1 e Geometria Analítica. Para isso, durante a semana os alunos terão monitoria para esclarecimentos de dúvidas referentes ao material de aula e das listas de exercícios

As aulas serão realizadas aos sábados, das 8h às 12h, no Centro de Tecnologia (Ctec). Serão enfatizados os conteúdos de funções e trigonometria, requisitos básicos para o bom desempenho dos alunos no início do curso.

O projeto conta com os monitores Alejandro Paglia e Carlos Alberto, estudantes do curso de Engenharia Civil.

 

Área do Ichca danificada pelas chuvas já foi consertada

Parte do teto desabou com a queda de árvores, Sinfra já concluiu a reforma

Equipe da Sinfra fez todos os reparos no Ichca

Jacqueline Freire – jornalista colaboradora

O prédio do Instituto de Ciências da Comunicação, História e Artes (Ichca), localizado no Campus A.C. Simões, teve parte do teto danificada devido à queda de árvores após as fortes chuvas que atingiram a cidade na última semana. O acidente aconteceu durante a madrugada e não houve feridos.

A Superintendência de Infraestrutura (Sinfra) realizou a retirada da árvore, imediatamente, e seguiu com a reforma do local. Segundo o técnico Diogo Henrique, a árvore caiu em decorrência de fungos. “Estamos realizando um estudo para saber se é preciso nos antecipar com a retirada de mais árvores, já que a queda foi provocada por um ataque de fungos”, explicou.

Em relação ao teto, foi realizada a revisão do madeiramento e substituição das telhas. O serviço já foi concluído, conforme as fotos em anexo, que mostram a situação após o acidente e logo em seguida a reforma.

Pesquisadores comemoram tombamento da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul

Arqueólogos e historiadores da Ufal participaram da equipe que elaborou o dossiê

Serra da Barriga. Foto: Iphan

Lenilda Luna - jornalista

A Serra da Barriga, localizada em União dos Palmares, no estado de Alagoas, com todo o seu simbolismo de resistência, já foi objeto de estudos, ao longo de décadas, realizados por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas, principalmente nas investigações de História, Arqueologia e Antropologia, mas também há trabalhos em Nutrição, Geografia e Medicina. O local que abrigou o Quilombo dos Palmares é uma referência reconhecida como Patrimônio Nacional ainda na década de 1980, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

A partir de 2015, o Iphan propôs tornar a Serra da Barriga um patrimônio do Mercosul e, para isso, convidou pesquisadores para a formulação de um dossiê apresentando a história, as características atuais e a importância do local como referência geográfica, cultural e histórica. Os pesquisadores da Ufal que colaboraram com a comissão indicada pelo Iphan foram os historiadores Aruã Lima, Clara Suassuna e Zezito Araújo e, o antropólogo Siloé Soares de Amorim. Também compuseram a equipe de colaboradores externos Cláudia Puentes, pela Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas, e Élida Miranda, pela Fundação Cultural Palmares.

O Grupo de trabalho para a candidatura para reconhecimento da Serra da Barriga – parte mais acantilada como Patrimônio Cultural do Mercosul do Iphan foi coordenado por Marcelo Brito, assessor de Relações Internacionais, e contou, na equipe local com Greciene Lopes dos Santos Maciel, Joelma Farias Cornejo, Rute Ferreira Barbosa e Sandro Gama de Araújo. "Viemos realizando esse trabalho desde 2016. Foi um processo longo, mas é muito gratificante ter o primeiro bem alagoano a ter uma título internacional. Em novembro teremos a reunião dos países do Mercosul aqui em Maceió", informa Greciene Lopes, técnica para Educação Patrimonial do Iphan e também doutora em Educação e professora do Centro de Educação da Ufal.

O tombamento como Patrimônio Cultural do Mercosul, que será homologado no dia 8 de junho na Reunião de Ministros da Cultura, inclui a Serra da Barriga como a representante brasileira na proposta Cumbes, Quilombos y Palenques del Mercosur - La geografía del cimarronaje, que destaca as formas de resistência contra o escravismo em países da América do Sul. A Serra da Barriga é referenciada "como parte do patrimônio, não só material, mas principalmente imaterial, bens acumulados que, em termos antropológicos, são manifestados pelas camadas populares da região, sobretudo, em termos religiosos e míticos que oferece, ao imaginário popular de diferentes camadas sociais, de modo geral, uma estreita relação com a ancestralidade africana", destaca-se no dossiê.

Para os pesquisadores da Ufal que participaram da elaboração do documento, a notícia de que a candidatura da Serra da Barriga foi aceita na reunião da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul, ocorrida na Argentina, no final de maio, com a participação de representantes do Iphan, foi bastante comemorada. "Foi um trabalho conjunto muito importante entre o Iphan e os pesquisadores que colaboraram. Acreditamos que a Serra da Barriga terá ainda mais visibilidade e isso faz com que o poder público tenha que se comprometer com sua preservação. É uma demonstração também da importância e eficiência do serviço público para a manutenção da vida e da memória. A Serra da Barriga merece um reconhecimento pela Unesco. Esse é o nosso objetivo", ressalta Aruã Lima, historiador.

O tombamento também pode estimular pesquisas conjuntas sobre a resistência do povo negro na América do Sul. "Essa proposta inclui quilombos da Colômbia, Venezuela, Equador, países onde o povo negro também resistiu à escravidão, assim como na Serra da Barriga. Esse tombamento vai permitir um fluxo de pesquisa entre os países que abrigaram essa história de luta. O dossiê que foi apresentado pelo Iphan teve uma autoria coletiva, com a participação de vários pesquisadores. Esse é um reconhecimento importante para as identidades quilombolas, que extrapolam as fronteiras nacionais", destacou o antropólogo Siloé Amorim.

O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab) da Ufal, criado em 1981, realiza estudos na Serra da Barriga desde que foi colocada a proposta da implantação do Memorial Zumbi. A atual diretora, professora Lígia dos Santos Ferreira, comemora mais esse reconhecimento ao patrimônio representado pela Serra da Barriga. "Torna-se urgente que esse reconhecimento seja mundial e que uma reparação político-moral seja empreendida por toda a humanidade, a fim de que cada indivíduo se envergonhe desse histórico de privação de liberdade, acompanhada das mais cruéis ações contra as nações africanas com o sequestro, tráfico e comércio de pessoas para escraviza-las", defende Ligia.

Jusciney Carvalho Santana, coordenadora institucional de formação (Comfor), doutora em Educação e colaboradora no Neab, também participou de algumas reuniões do grupo de trabalho. Como educadora, ela ressaltou a necessidade de compartilhar a história desse patrimônio. "Considero fundamental a criação de um espaço de aprendizagem permanente na Serra, para promoção de ações educativas voltadas para a comunidade local e que possam estimular uma rede de colaboração e fortalecimento do diálogo com a rede municipal de escolas. Muitos, infelizmente, ainda desconhecem a história de Alagoas, sendo que esse desconhecimento reforça as desigualdades étnico-raciais no Estado", pondera a educadora.

O vice-reitor da Ufal, professor José Vieira, que também é historiador, comemorou o tombamento. "Temos um sentimento de missão cumprida. A Ufal, assim como outras instituições de Alagoas, como a Uneal, por exemplo, desde o início se dispôs a colaborar com este processo coordenado pelo Iphan.  Essa soma de esforços possibilitou essa conquista, que ressignifica este patrimônio de Alagoas, mas que reflete a luta dos povos negro e ameríndio no mundo. Como historiador, fico emocionado. Mesmo nesse contexto de incertezas constitucionais, a Ufal deve ocupar os espaços e formular políticas públicas que proporcionem melhorias coletivas", concluiu Vieira.

ASI seleciona bolsistas para atividades na área de Relações Internacionais

Inscrições podem ser feitas até segunda-feira (5)

Ascom Ufal

A Assessoria de Intercâmbio Internacional (ASI) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) lançou, nesta quinta-feira (1º), uma chamada interna para o preenchimento de duas vagas no programa de Bolsas de Apoio à Pesquisa e Inovação e Pós-Graduação (BAPIPG).

Os aprovados realizarão atividades de ensino e pesquisa na área de Relações Internacionais e correlatas às atribuições da ASI. Pelo desempenho das atribuições, receberão bolsa no valor mensal de R$550.

Estudantes regularmente matriculados na Ufal, de quaisquer cursos e a partir do 5º período, podem se candidatar. Conhecimento de língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês), de informática e redes sociais são alguns dos requisitos mínimos exigidos dos candidatos.

Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição, disponível neste link, até as 12h da próxima segunda-feira (5).

Os inscritos passarão por uma entrevista com a equipe da ASI, no dia 6 de junho, a partir das 10h, conforme lista a ser divulgada no dia anterior. O resultado final da seleção sairá às 16h do mesmo dia em que será feita a entrevista.

Sala Antonio Piranema realiza espaço de Terapia Comunitária Integrativa

Encontro acontecerá no dia 6 de junho na Residência Universitária

Rafaela Oliveira - estudante de relações públicas

A sala de cuidado Antonio Piranema realizará uma vivência terapêutica comunitária integrativa. O encontro acontecerá no dia 6 de junho, às 13h30, na sala de estudos da Residência Universitária, e será facilitado pela psicóloga Regina Japiá.

A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é um espaço de compartilhamento de experiências de vida de forma horizontal e circular. Segundo a coordenação da sala: “É um espaço onde cada um torna-se terapeuta de si mesmo, a partir da escuta de histórias relatadas, bem como corresponsáveis no enfrentamento e superação de desafios cotidianos, em um ambiente acolhedor e caloroso. A TCI se propõe a ser um instrumento de aquecimento e fortalecimento das relações humanas, nas construções de redes de apoio social, em um cenário cada vez mais individualista, privatizado e conflitivo.”

A coordenação ainda destaca os diversos objetivos que busca alcançar com o espaço. Entre eles estão reforçar a autoestima individual e coletiva e a fomentação da tomada de iniciativas e o empoderamento para transformações sociais.

A Sala de Cuidados Professor Antonio Piranema é um projeto de extensão ofertado pelo Núcleo de Saúde Pública (Nusp) da Faculdade de Medicina da Ufal.

 

Editora Universitária realiza feirão de livros durante todo o mês de junho

Descontos vão até 70%

Descontos vão até 70%, somente na sede da Edufal

Ascom Ufal

O mês de junho chega na Editora Universitária com promoção de até 70% em vários títulos selecionados. As ofertas vão durar todo o mês de férias, dos namorados e das festas juninas.

Confira os títulos próprios e de outras editoras universitárias e comerciais. Apenas na sede no Campus A. C. Simões, no CIC, das 9h às 17h.

 

Audiência pública debate alterações no Estatuto da Ufal

Na pauta da audiência pública estava a inclusão dos campi e unidades educacionais fora de sede no Estatuto e Regimento

O vice-reitor, José Vieira Cruz, presidiu a audiência pública

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo

Na tarde da última quarta-feira (31), foi realizada uma audiência pública na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para apresentar propostas sobre a reforma do Estatuto da Ufal, partindo do esclarecimento da inclusão dos campi e unidades educacionais fora de sede no Regimento. A reunião foi aberta ao público e contou com vários componentes da comunidade acadêmica, incluindo estudantes, docentes e demais servidores da Universidade.

Segundo o secretário Rômullo Rogério, da Secretaria dos Conselhos Superiores (Secs), a discussão para a necessidade dessas alterações foi acarretada, principalmente, pelo fato de que o Estatuto entrou em vigor em 2003, e por terem sido criados após essa data, os campi Arapiraca e do Sertão não estão presentes no Estatuto e no Regimento.

As alterações foram concluídas pelo Grupo de Trabalho (GT) autorizado pelo Conselho Universitário (Consuni) em outubro de 2016. O vice-reitor, José Vieira, enfatizou que foi uma tarefa bastante complexa e que agora é necessário debater os pontos levantados, para se pensar e melhorar no que for possível as necessidades da proposta inicial colocada pelo GT.

No início da audiência foi feita a apresentação da cronologia dos fatos acerca da reforma do Estatuto e do Regimento da Ufal pelo secretário Rômullo Rogério. Após isso, o assessor jurídico, Basile Christopoulos, fez uma apresentação das propostas levantadas pelo Consuni. “Nós tivemos como referência para os debates que fizemos, a ideia de incorporar os campi fora de sede, tanto no estatuto como no regimento da Ufal, e incorporar as unidades educacionais, bem como a Escola Técnica de Artes (ETA) e a Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (Cied), dentro desse modelo institucional. Não estavam bem definidas qual seriam essas estruturas, ou em que nível elas entrariam dentro do modelo instaurado, mas nós procuramos trabalhar com o que fosse mais simples possível, e mais objetivo em relação a estrutura adequada para esses modelos dentro do Estatuto e do Regimento”, declarou ele antes de apresentar as possíveis mudanças.

Foram apresentadas as principais alterações e inclusões feitas em artigos do Estatuto no que se refere aos campi e unidades fora de sede. Uma das inclusões apresentadas por Christopoulos, foi a criação de uma nova seção para tratar dos artigos que vão regulamentar esse tema. Além disso, os cursos, programas e espaços acadêmicos dos campi do interior, unidades acadêmicas ou unidades educacionais deverão ser aprovados pelo Consuni. Foi incluído também que as unidades educacionais podem realizar atividades de ensino, pesquisa e extensão, mas ainda assim continuam vinculadas ao campus fora de sede, e são supervisionadas pela Reitoria.

Como forma de contemplar a ETA e o Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), foi incluído que além de cursos e programas de educação superior, a Ufal também pode criar, organizar e fornecer ensino básico, técnico e tecnológico. Já a Cied e o Hospital Veterinário de Viçosa foram incluído como órgãos de apoio vinculados à Reitoria. Outra alteração apontada é que serão incluídos na composição do Consuni todos os pró-reitores e diretores dos campi fora de sede.

Após a apresentação das propostas foi aberto um debate para que os presentes pudessem expressar suas opiniões sobre as mudanças e, assim, sejam aprovados ou alterados os pontos que forem convenientes.

"Faremos outras audiências também pontuais, onde trataremos daqueles pontos que nós identificarmos de maior sensibilidade, pelo que nós apresentamos no Consuni”, ressaltou o vice-reitor, José Vieira Cruz.

Assista aqui a audiência completa. 

3º Seminário Luso-brasileiro de Educação Infantil será realizado na Ufal

Evento acontece em julho; interessados podem submeter trabalhos até esta sexta-feira (2)

Arte de divulgação

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo

A terceira edição do Seminário Luso-brasileiro de Educação Infantil (SLBEI) será realizada nos dias 3, 4 e 5 de julho, na Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O evento congrega investigadores, professores, estudantes e demais interessados nas pesquisas, nos debates e nas propostas relacionadas com a educação infantil.

O 3º SLBEI vai discutir as políticas a partir da elaboração das orientações curriculares municipais e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC/Brasil), tanto em Portugal quanto no Brasil; os direitos das crianças, que precisam sempre ser reafirmados e garantidos; e as pedagogias das infâncias com suas particularidades, tensões e desafios trazidos por uma visão de educação que vai além do ensino e coloca a criança como protagonista do processo educativo.

Interessados podem submeter duas modalidades de trabalhos: relatos de pesquisas e relatos de experiências. O período para inscrições de resumos vai até esta sexta-feira (2). As inscrições para ouvintes no evento seguem durante o mês enquanto houver vagas.

Na programação, além de apresentação de trabalhos, exposições, visitas, minicursos, oficinas e debates de filmes vão ser realizadas conferências e mesas redondas.

O SLBEI é fruto de uma parceria entre a Ufal, representada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Pedagogias e Culturas Infantis (Geppeci) e a Universidade do Minho (Braga/Portugal), por meio do Centro de Investigação em Estudos da Criança (Ciec). Essa parceria surgiu da necessidade de reflexão e discussão sobre múltiplos aspectos relacionados à educação das crianças pequenas nos diversos contextos e cotidianos.

Para mais informações acessar o site: www.slbei.com

Ufal lança site da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas

O evento será na terça-feira, 6 de junho, na sede da Edufal, Campus A. C. Simões, com programação variada

Convite para lançamento do site da Bienal, no dia 6 de junho

Márcia Alencar – jornalista
 
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio da Editora Universitária (Edufal), promove, na próxima terça-feira, 6 de junho, a partir das 9h, o lançamento do site da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas.
O evento será na sede da Edufal, no Campus A. C. Simões e a programação variada conta com o lançamento dos livros A Construção de Lygia Fagundes Telles, de Nilton Resende e Lacan Chinês (2ª edição), de Cleyton Andrade, além de apresentação da Camerata da Escola Técnica de Artes, com regência da professora Lilian Pereira e café junino.
A Bienal 2017 será realizada no Centro de Convenções de Maceió, de 29 de setembro a 8 de outubro, com o tema Livros que envolvem, leituras que libertam, em comemoração aos 200 anos da Emancipação Política de Alagoas. 
Segundo o diretor da Edufal, professor Osvaldo Maciel, a 8ª Bienal do Livro está sendo pensada com carinho por uma comissão envolvendo diversos servidores da Universidade e funcionários da Fundepes. “É grande o esforço para realizar o evento em uma conjuntura atípica no país. Esperamos manter a beleza, contando com atrações que serão apresentadas no evento de lançamento do site”, destaca o diretor. A 8ª Bienal de Alagoas é uma realização da Ufal, em parceria com Fundepes, Governo do Estado e Prefeitura de Maceió.
 
A programadora visual da Assessoria de Comunicação da Ufal, Camila Fialho, destaca que o lançamento do site é uma etapa importante no processo de concepção do evento, pois atende a grande curiosidade do público nas redes sociais para saber as atrações já confirmadas e inicia alguns serviços tradicionais oferecidos por esse tipo de evento. “O site promove o agendamento de visitas para as escolas e facilita a negociação com expositores e pessoas que querem fazer parte de alguma maneira deste evento tão agregador que é a Bienal de Alagoas”, destaca Camila.

Na ocasião do lançamento do site, a comissão organizadora também apresentará oficialmente o tema do evento Livros que envolvem, leituras que libertam, fazendo alusão aos 200 anos de emancipação de Alagoas. “Somos envolvidos pelos livros e entramos em um mundo paralelo enquanto estamos lendo, mas a leitura nos torna livres, pois, por meio dela, podemos refletir e conhecer nossos próprios pensamentos”, explica Camila Fialho, responsável pela criação da identidade visual do evento, com base no conceito “As páginas de Alagoas”, onde harmonizou elementos que lembram a identidade cultural do Estado.

“Os elementos têm força visual presentes nos folguedos e no artesanato. O formato faz referência ao mapa de Alagoas desconstruído, sem delimitação de fronteiras. O fitilho colorido, que tem movimento próprio, foi usado como uma metáfora para a semente do conhecimento que abraçará e envolverá a sociedade alagoana por meio da Bienal”, destaca.
 
As redes sociais da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas já podem ser acessadas pelo Facebook, Instagram e Twiter.

Reitora se reúne na Capes para esclarecimentos sobre Profiap

Valéria Correia reforçou compromisso da gestão em dar continuidade ao Programa

Reitora entregou documentos à Capes para esclarecer providências junto ao Profiap

Letícia Sant’Ana - estagiária de jornalismo


A reitora Valéria Correia se reuniu, na última quinta-feira (1º), com representantes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em Brasília, para reafirmar o compromisso da gestão em dar continuidade ao Programa de Mestrado Profissional em Administração Pública (Profiap).

Na ocasião, foi entregue o documento com as medidas tomadas pela Reitoria e pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propep) a respeito do Profiap na Universidade Federal de Alagoas (Ufal). “A reunião foi muito boa. Expus as medidas tomadas, além de expressar o interesse da Ufal em continuar com o curso”, explica Correia.

O encontro reforçou o empenho em prestar esclarecimentos à Capes, que fomenta o programa de pós-graduação.

Funcionamento da Ufal terá horário especial durante recesso

Medida é para contenção de gastos; horário não se aplica nas unidades com calendário diferente

Setores administrativos da Ufal vão funcionar das 8h às 17h

Manuella Soares - jornalista

A gestão superior da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) definiu horário especial de funcionamento no Campus A.C. Simões, em Maceió, durante o recesso acadêmico.  Até o dia 30 de junho os setores administrativos da Reitoria vão funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. As unidades de Santana do Ipanema e Viçosa seguem o mesmo calendário acadêmico e também podem ajustar o horário.

Em memorando circular, o reitor em exercício, José Vieira Cruz, esclarece que a medida foi tomada considerando “o princípio da economicidade e eficiência da Administração Pública e a necessidade de reduzir despesas com manutenção e de racionalizar os serviços em período de menor demanda e menor disponibilidade orçamentária e financeira”.

De acordo com o documento, as unidades acadêmicas podem aderir ao horário diferenciado, desde que não haja prejuízo às suas atividades. E isso não implica em redução de jornada dos servidores, visto que eles devem ajustar o horário de trabalho em acordo com a chefia imediata.

O memorando também destaca que diversas instituições públicas de âmbito nacional já implantaram ações semelhantes. Já a Divisão de Segurança da Sinfra solicita às direções das Unidades Acadêmicas que comuniquem caso haja aulas, reformas ou quaisquer outros eventos e acessos relevantes durante o período de recesso, principalmente naqueles ocorridos nos finais de semana e à noite em seu ambiente, enviando ou encaminhando as informações para o endereço eletrônico ds.gsg@sinfra.ufal.br. Para dúvidas, é possível entrar em contato com os seguintes telefones: (82) 3214-1290/3214-1089.

Outros setores

A Biblioteca Central na Ufal será aberta ao público das 7h às 17h e a Editora Universitária vai funcionar a partir das 9h até às 17h. Já o Restaurante Universitário estará fechado ao público durante o recesso acadêmico em virtude da reforma no local.

O horário diferenciado na Ufal não se aplica a Arapiraca, Palmeira dos Índios, Penedo e Delmiro Gouveia porque seguem calendários acadêmicos diferentes. 

Recesso acadêmico em algumas unidades da Ufal começa dia 5

Aulas do período letivo 2017.1 iniciam em 5 de julho em Maceió, Viçosa e Santana do Ipanema

Férias acadêmicas terminam em 5 de julho no A.C. Simões

Manuella Soares - jornalista

Professores e alunos da Universidade Federal de Alagoas, no Campus A.C. Simões e nas unidades educacionais de Viçosa e Santana do Ipanema, entram em recesso acadêmico a partir desta segunda-feira (5), até o dia 4 de julho. O início do período letivo 2017.1 nestes locais será no dia 5 de julho, quando retornam as aulas.

Já nos campi fora de sede, em Arapiraca e Delmiro Gouveia, assim como as unidades educacionais de Penedo e Palmeira dos Índios, as atividades acadêmicas continuam até 3 de julho, prazo final para digitação das notas do período letivo 2016.2. As férias docentes nestes campi e unidades serão até 30 de julho e, o retorno das aulas com início do semestre 2017.1 será no dia 31.

Confira aqui o calendário de 2017.1.

Projeto de extensão desenvolve ações de divulgação científica

Atividades acontecem no Campus Arapiraca e são voltadas para alunos de escolas públicas

Estudantes da Ufal incentivam a ciência para alunos das escolas

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo

O Programa de Educação Tutorial (PET) de Química e o subprojeto Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) Interdisciplinar do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) desenvolveram juntos o projeto de extensão A Universidade é sua, a Ciência também! O objetivo central é divulgar o conhecimento científico a partir de atividades lúdicas e buscar uma maior integração das escolas públicas do munícipio de Arapiraca e seu entorno.

A primeira ação aconteceu no dia 16 de maio, onde 30 estudantes do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Caetano de Souza, do povoado de Novo Rio, localizado no município de Igaci, visitaram o campus. Entre as atividades desenvolvidas pelo projeto estão: um esquete teatral para iniciar um diálogo sobre o tema abordado com os participantes, a discussão de um vídeo sobre o papel do cientista na sociedade, e uma mostra de experimentos interativos. Essas atividades são apresentadas com o intuito de divertir, colocando a ciência como tema principal.

O coordenador do projeto, Wilmo Ernesto Francisco Júnior, destaca que o projeto tem três focos principais. “O primeiro, é mostrar uma visão de ciência mais dinâmica, lúdica e acessível a todos, o que se dá basicamente pela interatividade de cada etapa. O segundo foco é promover uma integração maior da Universidade com estudantes da educação básica de escolas públicas, inclusive criando perspectivas de acesso para os visitantes, tanto no que diz respeito ao espaço, quanto ao Ensino Superior. Por fim, também visa a formação dos estudantes de Química e Pedagogia da Ufal que integram o projeto, no planejamento e avaliação de atividades de educação não-formal e de divulgação da ciência”, declarou o docente. 

O professor citou também a importância da realização desse projeto. “Poucos projetos trabalham no sentido de abrir as portas da universidade para a população, o que é fundamental, tendo em vista o compromisso social da universidade na produção e divulgação do conhecimento”, afirmou.

De acordo com a organização, os dois programas envolvidos têm em comum o foco de estimular a formação dos estudantes de graduação por meio do planejamento e execução de atividades educativas, tendo como uma das propostas centrais a ampliação dos espaços educativos. Por isso, a atividade ocorrerá regulamente e eles pretendem atingir um público estimado em mais de 300 pessoas.

As escolas interessadas em participar das ações podem entrar em contato pelo email ufal.pet.quimica@gmail.com

Ufal vai receber recursos para continuar algumas obras

Complexo Esportivo ganhará aditivo e Centro de Energias Renováveis tem construção garantida

A reitora Valéria Correia com o ministro Marx Beltrão

Manuella Soares - jornalista

A reitora Valéria Correia retorna de Brasília com boas notícias para a Ufal. Em mais uma reunião, na última quarta-feira (31), com o ministro do Turismo Marx Beltrão ela teve a confirmação da liberação de recursos que haviam sido negociados este ano.

A Ufal vai receber um aporte de R$ 2,2 milhões do Ministério da Educação, para a construção do curso de Engenharia de Energias Renováveis, ligado ao Centro de Ciências Agrárias (Ceca). O pedido de apoio financeiro aconteceu na visita da reitora à Brasília, em março, quando Valéria apresentou os projetos para submissão de verbas de Bancada e Ministérios referentes ao novo Centro da Ufal. O projeto arquitetônico tem um orçamento preliminar de aproximadamente R$ 2 milhões, sendo dividido para construção de dois blocos.

Já o aditivo de R$ 2,5 milhões necessário para concluir o Complexo Esportivo foi confirmado e garante a continuidade do projeto que está na fase final, com 84% pronto. A reitora havia apresentado um ofício, em abril, pedindo a liberação da verba devido à judicialização do processo por parte do consórcio responsável pela obra.

Na reunião, Correia também tratou sobre o projeto de construção do Campus Penedo, das quadras esportivas para os campi do interior e reforçou o pedido de ajuda financeira para reformas dos museus da Ufal.

“Falei [para o ministro] sobre a prioridade com a reforma no Museu Theo Brandão, mas ele só poderá sinalizar algo de positivo no segundo semestre, devido ao contingenciamento de 68% nos recursos do Ministério do Turismo”, destacou a reitora.

Projeto Samu nas Escolas ensina noções de primeiros socorros na Ufal

Alunos do Paespe e Paespe Júnior participaram de atividades

Dicas de primeiros socorros e alunos atentos

Ascom Ufal

Os participantes do Programa de Apoio aos Estudantes das Escolas Públicas do Estado (Paespe e Paespe Júnior) aprenderam noções de primeiros socorros com a equipe do Samu nas Escolas, projeto de extensão da Ufal em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Maceió. As atividades foram realizadas na última sexta-feira (2).

Durante todo o dia eles participaram de oficinas sobre como agir em situações de emergência, a exemplo de desmaio, engasgo, queimaduras, choque elétrico, fraturas e hemorragias.

Os alunos ainda foram conscientizados sobre a importância do Samu e os danos causados pelo trote, atitude criminosa que prejudica os serviços de urgência, uma vez que sobrecarrega o número de ligações e ocasiona o deslocamento de toda equipe para atender uma ocorrência que não existe.

O objetivo desse dia de atividades foi difundir as informações com os alunos para que se tornem multiplicadores dessas ideias entre os colegas.

Ufal promove mesa-redonda sobre conjuntura política

Evento contou com representação de segmentos da Universidade e da OAB

Debate foi realizado do auditório da Reitoria. Foto- Sombra

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo

Representantes da Reitoria, Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal), Faculdade de Direito (FDA), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL) e movimento estudantil se reuniram na manhã da última segunda-feira (5) na mesa-redonda Universidade em defesa do Estado Democrático de Direito, realizada no auditório da Reitoria.

A reitora Valéria Correia abriu o debate reforçando a importância de promover a discussão. “É com muita satisfação que a Universidade Federal de Alagoas junto aos segmentos que a compõe promove essa mesa-redonda. O propósito foi debater a conjuntura nacional no atual cenário de anormalidade jurídica e política. Com as últimas notícias e constatações da instabilidade política em que se coloca o país e que reverbera fortemente nas universidades brasileiras, a Ufal não poderia cercear esse debate”, afirmou.

A mesa antecedeu a reunião do Conselho Universitário (Consuni), realizada na tarde da segunda-feira. Na ocasião, foi proposta uma nota sobre o posicionamento da Universidade acerca da conjuntura nacional. Confira os detalhes aqui.

O evento contou com a participação de especialistas que discutiram o tema a partir do ponto de vista jurídico e também de entidades que compõem a Universidade, assim como o movimento estudantil.

Veja mais fotos do evento aqui.

 

Cine Ufal Cultural tem sessão adiada para 20 de julho

Mudança da data é devido ao recesso acadêmico

Arte de divulgação

Ascom Ufal

A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho (Progep) adiou a primeira sessão do Cine Ufal Cultural, que estava marcada para a próxima quinta-feira (8), devido ao recesso acadêmico. A nova data será 20 de julho, às 14h, no Auditório Nabuco Lopes, localizado na Reitoria da Ufal, onde será exibido o filme Xingu.  A ação, a princípio, era voltada apenas para os servidores da Universidade, mas a Progep estendeu a participação para toda a comunidade universitária.

De acordo com a organização, a proposta dessa ação cultural é exibir filmes com diferentes temáticas a cada três meses, e que, ao final das exibições, possa ser aberta uma discussão sobre o tema abordado, através de um mediador. 

A mediadora desta sessão será Michelle Reis de Machado, professora da disciplina História Indígena no Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (Ichca), que tem por objetivo desmistificar o imaginário social sobre o índio brasileiro. Além da docente, a tribo Tingui Botó também participará da discussão e realizará uma apresentação cultural.

As inscrições devem ser feitas através do link.

O filme

Com direção de Cao Hamburguer, Xingu foi lançado em 2012 e conta a história dos irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas-Bôas, que decidem viver uma grande aventura e alistam-se na expedição Roncador-Xingu, partindo numa missão desbravadora pelo Brasil Central. Logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura.

Numa viagem sem paralelo na história, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar o Parque Nacional do Xingu, um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica. (Fonte: Globo Filmes).

Gestão divulga nota de esclarecimento aos trabalhadores da Ebserh

Site alagoano divulgou matéria sobre assembleia de trabalhadores

Ascom Ufal

Em razão da matéria veiculada no site TNH1 na última sexta-feira, 2 de junho, sobre uma assembleia realizada pelos trabalhadores vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a reitora da Universidade Federal de Alagoas, professora Valéria Correia, e a superintendente do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Hupaa/Ufal/Ebserh), Fátima Siliansky, divulgaram nesta segunda (5), uma nota de esclarecimento à toda comunidade universitária.

Em nota, a gestão ressalta que desde que a superintendente assumiu a direção do Hospital, tem buscado dialogar com todos os trabalhadores, estabelecendo fluxos de trabalho e rotinas, inclusive, definindo cargos internos sem discriminação pelo tipo de vínculo RJU ou CLT ou de outra natureza. “Para nós, independente do tipo de vínculo trabalhista, todos/as são trabalhadores/as do HUPAA/UFAL. Buscamos sempre, de forma coletiva, dirimir os conflitos existentes no Hospital decorrentes da duplicidade de vínculos”, diz a nota.

Entre outros assuntos, a nota ainda destaca o compromisso com a autonomia universitária, e que a preocupação de não colocar em risco o funcionamento do Hospital Universitário, tão necessário à população alagoana na sua missão de assistência à saúde, a qual em mais de 90% depende exclusivamente do sistema público.

Leia a nota na íntegra em anexo.

Veja também a nota de apoio à professora Fátima Siliansky, superintendente do HUPAA, enviada pela diretoria da Seção Sindical da Associação ANDES / UFRGS

 

Consuni aprova cessão do terreno para Hospital Materno Infantil

Os conselheiros também aprovaram nota pública em defesa da democracia e por eleições diretas para presidente

Conselheiros aprovaram nota que pede Emenda Constitucional por eleições diretas

Lenilda Luna - jornalista

Em reunião ordinária, realizada nesta segunda-feira (5), o Conselho Universitário (Consuni), que debateu uma extensa pauta, avaliou a proposta de cessão à Prefeitura Municipal de Maceió de um terreno localizado no Campus A.C. Simões para a construção de um Hospital Materno-Infantil.

Os custos da construção, manutenção, equipamentos e pessoal serão arcados pelo poder público, que se compromete em manter um atendimento público e gratuito para a população da parte alta de Maceió. Os conselheiros avaliaram o parecer favorável do Conselho de Curadores (Cura), aprovando a parceria, em função da relevância social da obra.

Os representantes da Prefeitura de Maceió, entre eles o médico Théo Fortes, que também é professor da Ufal, ressaltaram que esse processo é um aditivo de uma parceria que já existe desde 2006, quando foi cedido um terreno para a construção da Vila Olímpica. ¨Estamos mantendo as contrapartidas acordadas no contrato de parceria. A prefeitura fez o asfaltamento da Avenida Paulo Holanda, na lateral da Universidade, e vem realizando a manutenção de jardinagem e iluminação no campus, além de outros itens¨, pontuou Théo Fortes. 

A proposta foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros presentes, que ressaltaram a importância desta obra diante da falta de leitos para atender à demanda das parturientes de baixo e médio risco, que procuram a maternidade Santa Mônica e o Hospital Universitário, que são referência para partos de alto risco. A nova unidade deverá contar com dez leitos de UTI, dez leitos de UCI e alojamento com 21 leitos para realizar 263 partos por mês. 

Pela autonomia universitária e por diretas para presidente

Outro ponto da pauta bastante debatido na reunião ordinária foi a proposta de moção sobre a conjuntura política nacional. Os conselheiros da Universidade Federal de Alagoas ressaltaram a importância de um posicionamento da instituição diante das graves denúncias de corrupção e ilegalidades envolvendo o presidente da República, Michel Temer, empresas, ministros e congressistas, que causam indignação à população brasileira.

Diante da crise política que atinge os poderes públicos, o Consuni aprovou nota defendendo a aprovação da proposta de Emenda Constitucional que propõe eleições diretas para a presidência. A proposta inicial da moção recebeu algumas alterações e acréscimos.

Confira o documento em anexo. 

Ufal realiza aula inaugural do Pré-Enem Comunitário

Evento terá uma palestra com a presença de professores e discentes

Aula inaugural do Pré-Enem será dia 9 de junho

Jessyka Faustino, estudante de Jornalismo 

O programa Conexão de Saberes da Universidade Federal de Alagoas terá sua aula inaugural na próxima sexta-feira (9), às 19h, no auditório Nabuco Lopes, na Reitoria do Campus A.C. Simões. A palestra terá como tema Do protagonismo estudantil à construção de uma Ufal inclusiva e referenciada, com a presença da professora Alessandra Marchioni e das estudantes Karen Pimentel, Débora Cavalcante e Vitória Cavalcante. 

O evento, que é aberto ao público, contará também com a presença da reitora Valéria Correia, do vice-reitor José Vieira Cruz, da pró-reitora de Extensão Joelma Albuquerque e da coordenadora do programa Janda Maria. 

Sobre o programa

O Programa Conexões de Saberes - Ufal é uma inciativa que tem por meta solucionar o desafio de interação entre a Universidade e a sociedade com a troca de saberes e conhecimentos. Também visa a construção de valor sobre as expectativas e experiências dos jovens de origem popular e, principalmente, auxiliar na construção do conhecimento acadêmico para contribuir com as demandas fundamentais de cidadãos marcados pela desigualdade social.

A principal área de atuação atualmente é no curso de Pré-Enem Comunitário que prepara jovens de origem popular para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Debate sobre políticas afirmativas em saúde reúne pesquisadores

Temática também foi debatida para inclusão na formação acadêmica dos futuros profissionais de saúde

Participantes do debate sobre políticas afirmativas

Ascom Ufal

A Universidade Federal de Alagoas sediou o 1º Seminário de Convivência Intercultural e Interdisciplinar para Alteridade nas Políticas Afirmativas de Saúde da Uncisal, no último sábado (3). De acordo com a coordenadora do evento, Sandra Bonfim, o principal objetivo foi “a construção de uma rede interligando os diversos atores sociais alagoanos comprometidos com a implementação de políticas de saúde pautadas no princípio da equidade e o respeito às diferenças”.

Com mais de cem participantes, entre convidados e estudantes dos cursos de Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Medicina o evento reuniu pesquisadores, gestores, professores e estudantes.

“Eventos plurais como esse ampliam olhares, sentidos de existência e localizam os participantes em sua realidade local, seus direitos e modos diferentes para produção de vida. Saúde como valor social interessa a todas as pessoas”, enfatizou Emilene Donato, professora da Uncisal e coordenadora do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde- PET GraduaSUS/Ufal.

Outro aspecto enfatizado foi a potência em trocas na parceria do PET com a Uncisal para compartilhamento das experiências já realizadas de integralização dos cursos de graduação e de conteúdos de políticas afirmativas, revelando o compromisso ético-político das duas maiores instituições públicas de Alagoas formadoras para a saúde.

Já a professora Lígia Ferreira, diretora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab), da Ufal, salientou a importância do evento e a necessidade de inclusão da temática das políticas afirmativas, de forma obrigatória, nas matrizes curriculares dos cursos de graduação em saúde e em educação, como determinam as legislações em vigor.

O enfermeiro Robert Lincoln, gerente de Políticas Transversais da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), falou sobre seu percurso acadêmico da Uncisal até a gestão estadual e de seus planos para fortalecer um cenário de parcerias em prol das políticas de saúde com base na equidade e na alteridade.

A mostra dos vídeos produzidos e apresentados pelos alunos das matérias foi um momento de muita emoção para os estudantes. A realidade das marisqueiras da comunidade Sururu de Capote, os desafios da população LGBTTI e a luta contra a intolerância religiosa dos povos de terreiro marcaram a diversidade das temáticas abordadas nos vídeos.

“Um encontro dessa dimensão precisava acontecer e marca o início de muitas articulações entre diversos atores sociais em nosso Estado”, ressaltou Tereza Olegário, superintendente de Direitos Humanos e Igualdade Racial.

“Os profissionais de saúde precisam ser preparados e comprometidos com a equidade, pois são os usuários dos SUS que pagam os salários dos profissionais de saúde com os seus impostos. Tratar bem não é favor, é obrigação”, concluiu Natacha Wonderfull, técnica de enfermagem do Consultório na Rua e coordenadora do grupo artístico Trans Show, que trabalha pelo empoderamento de travestis e transexuais no estado de Alagoas.

Projeto do Proinart apresenta contação de histórias no HU

Atividade fez parte das ações do 2º Mutirão Nacional da Rede Ebserh

Grupo do projeto 'Cocar de histórias e outras narrativas latinas'

Simoneide Araujo – jornalista colaboradora

A equipe do projeto de extensão Cocar de histórias e outras narrativas latinas fez apresentação no Hospital Universitário da Universidade Federal de Alagoas. A atividade mudou a rotina dos pacientes que frequentam o HU e foi uma atração durante o 2º Mutirão Nacional da Rede Ebserh.

O momento lúdico do Cocar de histórias, promovido no Hospital, faz parte das ações do projeto aprovado pelo Programa de Iniciação Artística (Proinart) da Ufal. O grupo, coordenado pelo professor Toni Edson, da Escola Técnica de Artes, desenvolve sessões de contos baseados em pesquisas feitas a partir da literatura indígena.

O projeto iniciou as atividades em setembro de 2016 e a primeira intervenção feita pelo grupo foi em outubro, na Casa da Criança com Câncer. A equipe também se apresentou na 4ª edição do Congresso Acadêmico Integrado de Inovação e Tecnologia (Caiite), realizada em dezembro do ano passado.

O projeto

Dentro das ações do projeto, o grupo, formado por cinco bolsistas e sete voluntários, se reúne todas as terças-feiras para ler, fazer jogos teatrais e contar histórias. Paralelo a isso, os bolsistas fazem atividades permanentes de levantamento de informações sobre a tradição oral indígena presente na literatura, constroem as histórias e também ensaiam a contação delas.

PET de Economia lança Boletim com principais indicadores de 2016

Dados apontam endividamento das famílias maceioenses e queda na produção da safra; construção civil ficou estável

Boletim Peteco é mensal e disponível online

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo

O Boletim de Conjuntura de Alagoas do Programa de Educação Tutorial de Economia (Peteco) lançou neste mês uma edição com os principais indicadores econômicos do Estado no ano de 2016. O trabalho é uma realização dos alunos de graduação sob a supervisão do professor Cid Olival Feitosa. Produzido desde outubro de 2015, o projeto aborda temas como Índice de Preços ao Consumidor, Balança Comercial de Alagoas, emprego, turismo, entre outros assuntos.

Entre os assuntos abordados, o documento mostra baixo volume de exportações e uma queda de produção da safra alagoana, a exemplo do abacaxi (53,7%), coco-da-baía (18,3%), e cana-de-açúcar (4,3%). Por outro lado, as pesquisas mostram estabilidade no setor da construção civil e leves variações nos índices de serviços. O Boletim ainda apresenta um dado preocupante, de que 62,3% das famílias maceioenses ficaram endividadas em 2016.

“O Boletim proporciona um maior aprofundamento sobre alguns conteúdos trabalhados em sala de aula e uma maior inter-relação entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão.  Além disso, estimula o desenvolvimento da capacidade argumentativa, via produção textual, promovendo uma formação crítica e cidadã acerca da realidade estadual”, afirma o orientador do projeto.

O Peteco, por meio de análises setoriais, realiza o acompanhamento sistemático da evolução e das tendências de curto prazo da economia alagoana. No informativo é possível ter acesso à essas informações a partir de uma linguagem mais clara e acessível não somente aos estudantes das ciências econômicas, mas a toda sociedade alagoana.

Para acessar o Boletim com a síntese dos indicadores de 2016, basta clicar aqui. A publicação é mensal e online, disponível no site do Peteco e no Facebook. 

Museu de História Natural promove 1° Arraiá do MHN

Evento é gratuito e comemora as festividades juninas com muitas atrações típicas da época

Arte de divulgação

Graziela França- estudante de Jornalismo

Para comemorar o mês mais nordestino do ano, o Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realiza a 1ª edição do Arraiá do MHN. Com a colaboração de todos os setores na organização, o evento traz diversas atrações juninas e muita diversão para toda a família, no dia 16 de junho, a partir das 16h, na sede do Museu.

A ideia de promover um evento voltado para as festas juninas surgiu durante a apresentação da cantora Wilma Araújo em um dos eventos do Fim de Semana no Museu. A cantora se encantou com o projeto que tem como finalidade atrair a comunidade e oferecer conhecimento e mais uma opção de lazer para família.

“Então, se pensou em fazer um momento de confraternização também entre os equipamentos culturais da Pró-reitoria de Extensão, que são nossos parceiros em muitas atividades, e celebrar numa festividade que tem uma relevância cultural grande para o público local”, explicou Cíntia Rodrigues, museóloga do MHN.

No Arraiá do MHN haverá exposições, apresentações culturais, barracas de jogos e de comidas típicas, sorteios e muito forró ao som da cantora Wilma Araújo, que apoiou o projeto desde o início. Vestido de chita e roupa xadrez, são os trajes mais esperados da festa.

O evento gratuito e aberto para todo o público acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade).

A programação completa será divulgada ainda esta semana. Acompanhem pelo Facebook do MHN.

Serviço:

O quê: 1° Arraiá do MHN

Quando: 16 de junho

Horário: A partir das 16h

Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

Lançado Portal da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas

Evento transcorre de 29 de setembro a 8 de outubro

Equipe organizadora da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas (Fotos: Thiago Prado)

Diana Monteiro - jornalista

Música clássica, ópera, tons brasileiros como o forró, marcaram a apresentação da Camerata Acadêmica da Escola Técnica de Artes (ETA), durante a solenidade de lançamento do Portal da 8ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, na manhã desta terça-feira (6), na sede da Editora Universitária (Edufal), no Campus A. C. Simões.  A performance do Grupo Poesia Itinerante, coordenado pelo professor Otávio Cabral, também integrou a programação artístico - cultural do evento.

A solenidade foi conduzida pelo diretor da Edufal Osvaldo Maciel que agradeceu a presença dos participantes, como, representantes de instituições e entidades parceiras e da comunidade universitária. Integrou ainda a programação, o lançamento da 2ª edição do livro Lacan Chinês, de Cleyton Andrade, que recebeu em 2016 o Prêmio Jabuti e da obra A Construção de Lygia Fagundes Telles, de Nilton Resende.  

Durante a abertura, a reitora Valéria Correia destacou a importância da bienal para Alagoas, que faz na 8ª edição, alusão aos 200 anos da Emancipação Política comemorado este ano pelo Governo do Estado. “É uma imensa alegria participar dessa importante etapa que integra o grande evento literário de Alagoas”, enfatizou.  A Bienal Internacional do Livro de Alagoas transcorre de 29 de setembro a 8 de outubro.

Valéria aproveitou para enfatizar também a parceria com instituições de ensino, a exemplo do Instituto Federal Tecnológico de Alagoas (Ifal-AL) e Universidade Estadual de Alagoas (Uneal),  Secretaria Municipal de Educação (Semed) e com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (Fapeal), que representa o governo na realização do evento.

 A bienal conta ainda com a parceria do Serviço Social do Comércio (Sesc-AL) e Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes).  “O lançamento do Portal é o ponta - pé inicial para a 8ª Bienal e agradeço a todos os parceiros que estão conosco nessa caminhada e também ao empenho da equipe interna, formada pela Edufal, produtores culturais e representantes da Assessoria de Comunicação”,  disse Valéria.  

Na oportunidade, o vice-reitor José Vieira acrescentou que o lançamento do Portal com mote especial, o bicentenário de Alagoas, eterniza-se com a publicação de livros: “Estou muito feliz com essa solenidade e aproveito para agradecer e parabenizar os parceiros da Ufal nessa caminhada e sua positividade para uma sociedade referenciada”, enfatizou.

 O presidente da Fapeal Fábio Guedes, anunciou o trabalho que vem sendo empreendido pela fundação para a edição de cerca de 80 títulos que versam sobre Alagoas, dentre eles, trabalhos acadêmicos, teses, produzidos tanto no Estado, como externamente e parabenizou a Ufal pelo lançamento do Portal.   A parceria para a realização da 8ª Bienal Internacional do Livro também foi enaltecida pelo presidente da Fundepes, Gabriel Badue. 

Livros que envolvem, leituras que libertam   

O Portal da Bienal já está on-line no endereço: www.bienaldolivroal.com.br e segundo a programadora visual e integrante da Assessoria de Comunicação (Ascom) Camila Fialho, foi concebido com base na identidade visual do evento que marca os 200 anos da Emancipação Política e produzido pela empresa alagoana Plus Agência Digital. “O site é responsivo, ou seja, adapta-se ao tamanho da tela, pensando em todos os usuários para o acesso”, frisou Camila, que acompanhou todas as etapas de concepção do Portal.

Ela informa que o Portal marca uma nova etapa do trabalho empreendido pela organização do evento, constando de importantes informações, tais como: autores já confirmados, área do expositor, agendamento de visitas para escolas, galeria de fotos e notícias atualizados sobre a bienal. ”O novo endereço de acesso segue a tendência das duas maiores bienais de livro do país, a de São Paulo e a do Rio de Janeiro, para identificar o objeto da Bienal Internacional do Livro de Alagoas”, reforçou Camila.

 

 

 

Encontro de Pesquisa em Educação de Alagoas será realizado em agosto

Oitava edição do Epeal comemora os 15 anos do Programa de Pós-graduação em Educação da Ufal

Letícia Sant’Ana – estagiária de jornalismo

O 8º Encontro de Pesquisa em Educação de Alagoas (Epeal) será realizado em Maceió, de 15 a 18 de agosto, em comemoração aos 15 anos do Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A 8ª do Epeal discute a temática A educação na contemporaneidade: entre a emancipação e o retrocesso.

O Encontro constitui um espaço privilegiado de apresentação, discussão e reflexão em torno da investigação, desenvolvimento e práticas educativas. Suas várias edições têm proporcionado um local de debate entre investigadores, representantes institucionais, educadores e estudantes da graduação e pós-graduação, afirmando-se como um evento de referência na divulgação de pesquisas na área educacional.

O evento pretende reunir aproximadamente mil pessoas, entre mestrandos, doutorandos, graduandos e pesquisadores que queiram apresentar trabalhos nas modalidades de Comunicação Oral e Pôsteres Acadêmicos, bem como a realização de mesas-redondas, palestras e minicursos, com a participação dos professores do PPGE e de outros programas em educação das diversas regiões do país.

A submissão de trabalhos para o 8º Epeal será até 23 de junho e a lista com os aprovados será divulgada no dia 25 de julho. Os textos completos dos trabalhos que serão apresentados estarão disponíveis em CD, legalmente aprovados pela Comissão Científica, e posteriormente publicados online (ISSN 1981-3031).

O PPGE da Ufal conta com a parceria da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae) e do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).

Para mais informações sobre a programação e inscrições, acessar o site: http://epealufal.com.br/

Circuito Penedo de Cinema abre inscrições para Mostras Competitivas

Filmes devem ter até 25 minutos de duração e podem ser enviados pelos proponentes até o dia 23 de julho

Evento será realizado de 7 a 11 de novembro, no centro histórico de Penedo (AL) (Foto - Jonathan Lins)

Ascom Circuito

As inscrições de curta-metragens no Circuito Penedo de Cinema já estão abertas. Os proponentes, que podem ser diretores ou produtores executivos, têm até o dia 23 de julho para inscreverem filmes produzidos a partir de 2015 e com até 25 minutos de duração, nas três mostras competitivas que integram o evento: 10º Festival do Cinema Brasileiro de Penedo, 7ª Festival de Cinema Universitário de Alagoas e 4ª Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental.

Gratuitas, as inscrições podem ser feitas pela plataforma Festhome ou por formulários digitais disponíveis no site do Circuito. De acordo com o coordenador do evento, o professor da Ufal Sérgio Onofre, a expectativa para este ano é superar o número de inscritos do ano passado. “Em 2016, tivemos em torno de 180 inscrições em duas mostras competitivas. Neste ano, temos uma terceira, que é a [Mostra] Velho Chico de Cinema Ambiental, por isso esperamos um alcance maior”, pontuou.

Os filmes serão avaliados pelos Júris Oficial e Popular – este premiará os vencedores da seguinte forma: a melhor produção da Mostra Velho Chico ganhará R$ 3 mil, enquanto os melhores filmes dos festivais Brasileiro e Universitário levarão R$ 5 mil cada. O Júri Oficial concederá os valores de R$ 6 mil e R$ 8 mil aos vencedores da Mostra Ambiental e do Festival Universitário, respectivamente. Já o melhor filme do Festival Brasileiro receberá o maior prêmio, no valor de R$ 10 mil. 

Para Sérgio Onofre, esta é uma forma de investir e incentivar a produção audiovisual no país. “Mais do que um estímulo à participação, a premiação em dinheiro é sempre bem-vinda entre os realizadores. Via de regra, o valor é investido na construção de novos projetos e isso retroalimenta a produção de realizadores que têm poucos recursos”, disse.

Quem pode se inscrever

Especificamente para a 4ª Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental, serão aceitos curtas-metragens que tratem de questões relacionadas ao meio ambiente natural ou antrópico, ou seja, aquele modificado pela ação humana. 

Já para concorrer ao 7º Festival de Cinema Universitário de Alagoas, os filmes devem ter como diretores ou produtores estudantes matriculados e egressos, professores e servidores técnico-administrativos de Instituições de Ensino Superior (IES) e Escolas Técnicas de Cinema e Audiovisual.

No que diz respeito à Mostra Competitiva do 10º Festival do Cinema Brasileiro de Penedo não há nenhuma restrição a quem quiser inscrever os curtas-metragens. O evento, que ocorrerá entre 7 a 11 de novembro no município de Penedo (AL), é realizado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) numa parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas (Secult), e pelo Instituto de Estudos Culturais, Políticos e Sociais do Homem Contemporâneo (IECPS), com patrocínio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF).

Para mais informações acesse o site do Circuito.

Consulta pública discute sobre implantação de Unidade de Conservação

Docente do ICBS contribuiu para a elaboração do estudo técnico

Consulta pública foi realizada no dia 20 de maio

Rafaela Oliveira - estudante de relações públicas

Uma consulta pública foi realizada no final de maio para discutir a criação de uma nova Unidade de Conservação de Uso Sustentável. Na ocasião, o Instituto Biota de Conservação e a equipe que elaborou os estudos técnicos tornaram públicas as informações sobre a proposta de criação da denominada Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) das Tartarugas.

 

A Ufal participou de todo o processo; desde a elaboração da proposta, até parte do estudo tde viabilidade da criação da Unidade por meio da professora Letícia Ribes de Lima, do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS), especialista na área de flora e vegetação.

A Arie Costeiro Marinha das Tartarugas abrange uma área aproximada de 50 km², situada na zona costeira do litoral norte de Maceió, entre os bairros de Garça Torta e Ipioca. A região contém pouca ou nenhuma ocupação humana. O estudo técnico ainda aponta a relevância socioeconômica da proposta, “visto que a região e sua circunvizinhança abrigam comunidades pesqueiras tradicionais, ligadas à pesca artesanal e que apresentam intensa diversidade cultural, as quais deverão ser integradas aos projetos de conservação de fauna marinha e de manejo de manguezais, florestas e corpos hídricos que venham a ser desenvolvidos na região”.

Segundo a professora Letícia, o resultado da consulta foi positivo. “A proposta foi aprovada por todos os presentes. Agora cabe ao poder público a implantação da Unidade”, explicou.

Método de cultivo vertical de melões é desenvolvido no Ceca

Objetivos são melhorar o aproveitamento dos recursos naturais e aumentar a produtividade

Método é desenvolvido como parte do doutorado de Islan Diego

Sara Graziele - estagiária de jornalismo

Está sendo testado no Centro de Ciências Agrárias da Ufal (Ceca) um método de plantio de melões em sistema vertical. O experimento faz parte da tese de doutorado desenvolvida pelo estudante Islan Diego, e busca otimizar o uso dos recursos naturais e o cultivo das plantas.

O método permitirá um melhor aproveitamento de terreno e de água, assim como um melhor monitoramento da planta, que por estar posicionada verticalmente não ocupa tanto espaço no solo e permite fácil acesso aos seus ramos sem que seja preciso danificá-los para um monitoramento do fruto. “Essa estratégia de utilizar um cultivo vertical já está levando em consideração uma utilização máxima da área, porque os recursos são limitados, a água é limitada, principal fator limitante nessas regiões, então, otimizando esse uso da área, você otimiza também os demais recursos, principalmente a água”, explicou Islan.

O sistema foi pensado com base nas necessidades características da região nordeste, principal cultivadora do fruto. As estimativas, com base na média de dois frutos de 1,5 kg por planta, seria de um aumento de 30 para 48 toneladas por hectare por cada ciclo produtivo. Apesar de o sistema ser mais caro, seria possível a existência de três ciclos produtivos por ano, ao invés de apenas um, como acontece com o melão plantado diretamente no solo. Dessa forma, o sistema é pago e ainda gera um lucro maior para o produtor.

Outro diferencial interessante da pesquisa é que ela utiliza uma variedade de melão desenvolvida no próprio Ceca. A variedade provisoriamente batizada de AL-MEL, é resultado da mistura de duas outras variedades de melão: a Cucumis melo inodorus e Cucumis melo reticulatus. AL-MEL é resultado do trabalho do professor Paulo Vanderlei, que buscou combinar a rigidez da casca e alta durabilidade da variedade inodorus com a doçura e fragrância da reticulatus.

O melão AL-MEL vem sendo desenvolvido desde os anos 80 e sua 5ª geração está em testes no momento e, em breve, será lançada para o mercado. Segundo o professor Paulo, o objetivo da criação dele é “obter um melão que seja adaptado às condições climáticas de Alagoas, que poderá também ser cultivado no restante da região nordeste. Um melão diferenciado, de extrema qualidade, tipo exportação”. O professor ressalta ainda que, geralmente, os programas de melhoramento genético focam em uma variedade só, fazendo o melão desenvolvido no Ceca ser único no país.

Na pesquisa, Islan também testa processos de seleção natural, onde as plantas são cultivadas com uma solução de água com sal. A salinidade nas águas nordestinas é um processo natural causado pelo desgaste das águas nos lençóis freáticos, porém a salinidade é tóxica e prejudicial às plantas, fazendo com que áreas de plantio sejam abandonadas devido a esse processo. Com as plantas derivadas dessa pesquisa será possível a reutilização dessas áreas impróprias para outros cultivos.

Reitora pede revogação de portaria que exonera superintendente do HU

De acordo com Valéria Correia, a exoneração publicada no DOU de 6 de junho fere autonomia da Ufal

Siliansky teve a exoneração publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (6), sem consulta prévia à Gestão Central da Ufal

Manuella Soares - jornalista

A reitora da Ufal, Valéria Correia, divulgou nota dirigida ao presidente da Diretoria Executiva da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Kleber de Melo Morais, onde questiona a exoneração da superintendente da Ebserh-AL, Maria de Fátima Siliansky, nomeada para ficar à frente do Hospital Universitário desde maio de 2016.

Siliansky teve a exoneração publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (6), sem consulta prévia à Gestão Central da Ufal.

No documento, a reitora requer a “imediata revogação da Portaria [nº 136, de 6 de junho de 2017], tornando sem efeito a exoneração da professora Maria de Fátima Silianky de Andreazzi, haja vista que a seleção e a indicação para o cargo de Superintendente é de competência da Reitora”.  

A nota considera a previsão constitucional de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das universidades públicas. E, destaca ainda, o trecho do Regimento Interno da Ebserh que trata da competência para indicação dos cargos do HU, de acordo com Contrato de Gestão Especial celebrado entre a Ufal e a Ebserh.

Confira a íntegra no anexo.

Representações do setor se manifestaram

O presidente da Associação Brasileira de Economia da Saúde (Abres) enviou nota de apoio à permanência da superintendente no cargo, considerando que “essa situação retrata um ataque, de cunho autoritário, aos que lutam pela qualidade dos serviços públicos de saúde e à autonomia universitária”.

Em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (7), no hall do Hospital Universitário, os técnico-administrativos da Ufal, filiados ao Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), que também representa os servidores do Regime Jurídico Único (RJU) do HU, aprovaram, por unanimidade, uma nota de repúdio à exoneração de Fátima Siliansky. "Somos contrários à esta ingerência da direção nacional da Ebserh, que fere a autonomia universitária. A categoria posicionou-se de forma contundente contrária a esse ato autoritário, sem diálogo prévio", disse Davi Fonseca, coordenador geral do Sintufal.

Valéria Correia e Fátima Siliansky já haviam publicado nota de esclarecimento depois que o Sindicato Estadual dos Trabalhadores de Empresas Públicas de Serviços Hospitalares (Sindserh) publicou moção de repúdio contra uma fala da superintendente no seminário da Comissão de Seguridade Social e Família. Confira aqui.

Ufal participa de ações alusivas ao Dia Mundial do Meio Ambiente

Orla de Ponta Verde concentrará atividades no dia 18 de junho

Ulysses Cortez, coordenador do Programa Ufal Debate Grandes Temas

Diana Monteiro - jornalista

A Universidade Federal de Alagoas participa, no dia 18 deste mês, das ações comemorativas ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que este ano aborda a proteção dos biomas brasileiros. As atividades transcorrerão na orla da praia de Ponta Verde, das 8h às 13h, conta com a participação de 32 instituições e têm a coordenação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

O representante da Ufal, Ulysses Cortez, coordenador do Programa Ufal Debate Grandes Temas, vinculado à Pró-reitoria de Extensão (Proex),  informa que as instituições participantes integram a Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (Ciea).  Ele explica que especificamente neste ano, a comemoração mudou de data em decorrência do envolvimento da Semarh nas demandas provocadas pelas excessivas chuvas que inundaram vários municípios alagoanos deixando populações desabrigadas.

A Ufal tradicionalmente participa do evento com uma tenda que disponibiliza para a sociedade: mostra de banners de ações em trabalhos científicos e de educação ambiental, além de informes sobre projetos em meio ambiente e educação referente ao tema.

Sobre o foco da comemoração este ano pela passagem do Dia Mundial ao Meio Ambiente, Ulysses destaca: “Proteger biomas é promover vida. O Brasil possui a maior biodiversidade do planeta e deve ter um compromisso para com esse patrimônio de toda a humanidade, conservando e preservando os ecossistemas, conscientizando e combatendo a degradação e maus tratos que cotidianamente se observa”, enfatizou. 

Evento de arquitetura vai discutir cidades planejadas e inclusivas

Semau será de 28 a 31 de agosto, na Ufal, com palestrantes renomados

Arte de divulgação

Ascom Ufal

A 13ª Semana de Arquitetura e Urbanismo (Semau) abre, a partir de 19 de junho, o primeiro lote de inscrições para o evento que será realizado de 28 a 31 de agosto, no auditório da Reitoria da Universidade Federal de Alagoas. Promovido pelo grupo PET Arquitetura da Ufal o tema deste ano é Vivacidade: desafios, planejamento e participação.

Em sua 13ª edição, a Semau propõe “debater sobre a cidade, seus desafios, ações possíveis de planejamento e a importância da participação do cidadão, visando promover discussões sobre o papel do arquiteto face às interferências que o urbanismo e a arquitetura podem provocar na dinâmica social do espaço urbano, e como as diversas intervenções podem contribuir para a identificação e envolvimento do usuário que o vivencia”, destacam os organizadores.

Num convive para inspirar a construção de ideias e alternativas para o planejamento de cidades mais vivas, equilibradas e, principalmente, inclusivas, o evento deixa a reflexão: “Afinal, para quem é a cidade?” 

A Semau terá conferências proferidas por Raquel Rolnik (FAU-USP), Regina Dulce Lins (FAU-Ufal), Elisabete França (Faap/USP Cidades) e Simón Hosie (PUJ-Bogotá); e comentários de Verônica Robalinho (FAU-Ufal) e Renan Silva (Unit). A programação também conta com uma visita guiada na cidade de Maceió, mesa redonda, exibição de filme, oficina e lançamentos da 7ª edição da Revista Ímpeto (PET Arquitetura) e do livro Guerra dos Lugares, de Raquel Rolnik.

As inscrições estarão disponíveis no site do PET.

Paespe movimenta o Campus A.C. Simões no recesso

Programa contou com a presença de convidados nas atividades dos projetos

Minicurso de História é oferecido para alunos que farão Enem

Ascom Ufal

O recesso acadêmico começou e as atividades do Programa de Apoio aos Estudantes das Escolas Públicas do Estado (Paespe e Paespe Jr) movimentam o Campus A.C. Simões nos finais de semana. No primeiro sábado do recesso, dia 3 de maio, a turma de estudantes da 3ª série do ensino médio que farão o Enem 2017, participou do minicurso de História Entre revoluções e reformas: projetos políticos no Brasil Republicano, ministrado pelos professores Anderson Almeida e Michelle Macedo.

Entre os objetivos desta atividade estão inserir alunos de ensino médio da rede pública nos debates sobre projetos políticos em disputa no Brasil dos anos 1950, 1960 e 1970; contribuir para a formação cidadã dos alunos, em especial na formação da consciência política e estimular o debate sobre os conceitos de sujeito histórico e projeto político que possam contribuir na preparação dos estudantes para a prova do Enem.

No minicurso eles também tiveram a oportunidade de analisar trajetórias de personagens importantes da política brasileira e de que forma suas ações sociais interferem nas instituições e no contexto político.

Atividades do Pró-Exatas também iniciaram. Veja aqui.

Raciocínio lógico é estimulado com xadrez

Os alunos do 9° ano do ensino fundamental e 1ª série do ensino médio tiveram uma palestra e oficina de xadrez. A atividade foi realizada pelos professores Eduardo Lucena (Ctec/ Ufal) e Jenivaldo Melo (Ifal/ Marechal Deodoro). A coordenação do Paespe Jr quer incentivar o xadrez para melhorar o desempenho de estudantes de escolas públicas, aumentando a concentração e o raciocínio lógico.

“Diversos são os fatores que podem interferir e dificultar a aprendizagem dos alunos, influenciando diretamente no desempenho acadêmico, por isso, é necessário buscar técnicas pedagógicas para contornar esse problema evidente. Atividades lúdicas podem contribuir para melhorar a capacidade intelectual, além de desenvolver competências que podem auxiliar o processo de aprendizagem e, a mais destacada, é a prática do xadrez”, explicam os coordenadores.

Divulgado resultado da seleção de instrutores para o CapacitaSuas

Selecionados ministrarão aulas de acordo com as temáticas especificadas no edital

Ascom Ufal

A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da Ufal divulgou o resultado do processo seletivo de instrutores para os cursos do Programa Nacional de Capacitação de Trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (CapacitaSuas).

De acordo com o edital nº 5, de 29 de maio de 2017, os instrutores selecionados ministrarão aulas nos cursos ofertados pelo programa, de acordo com as temáticas especificadas no edital. Pelo desempenho do trabalho, serão remunerados com o valor de R$ 100 por hora/aula.

A seleção de instrutores é uma das ações realizadas pela Ufal, tendo em vista a oferta de 2.778 vagas para profissionais dos municípios alagoanos, distribuídas em oito cursos.

Clique abaixo para conferir o resultado.

Ceca promove curso voltado para implantação de áreas protegidas

O evento é gratuito e acontece de 19 a 23 de junho

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo

Entre os dias 19 e 23 de junho, o curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), promove o curso de extensão Planejamento para Implantação de Áreas Protegidas, que acontecerá no auditório Hamilton Soutinho, no Centro de Ciências Agrárias da Ufal (Ceca), em Rio Largo.

De acordo com a organização, o curso é voltado para todos os estudantes interessados na temática e para técnicos da Universidade, da prefeitura de Rio Largo e do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA). O conteúdo abordado envolverá os aspectos e conceitos gerais das áreas protegidas, legislação, regularização ambiental, técnicas de restauração florestal, sementes, viveiros, produção de mudas florestais e técnicas de mapeamento com utilização de drone.

O evento dispõe de 50 vagas e os interessados em participar podem se inscrever, gratuitamente, aqui

Ufal pede urgência na revogação de portaria que exonera superintendente

Gestão solicita agilidade na resolução do impasse para não prejudicar os usuários do HU

Reunião discutiu a revogação da portaria que exonerou a superintendente da unidade, Maria de Fátima Siliansky

Letícia Sant´anna e Sara Graziele - estudantes de Jornalismo

Após a portaria da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) que exonerou a superintendente da unidade, a médica Maria de Fátima Siliansky sem a prévia consulta à reitora, professora Maria Valeria Costa Correia, de quem é a prerrogativa de indicar a superintendente conforme o regimento interno da Universidade e o próprio contrato firmado entre a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a Empresa, representantes da Universidade, da Ebserh e do Hospital Universitário professor Alberto Antunes (HUPAA) se reuniram na manhã desta sexta-feira (9) para discutir esse impasse.

Na ocasião, o vice-reitor José Vieira defendeu o posicionamento da Universidade e a urgência em reconhecer a prerrogativa da reitora. “A única solução jurídica nesse momento é a Ebserh reconhecer de quem é a autoridade de indicar a superintende do HU, que é da professora Valéria. A situação é de emergência. São medicamentos, são vidas que estão dependendo da gente”, afirma.

O vice-reitor destaca que a situação criada pela Ebserh gera insegurança jurídica. “A reitora, eu e a coordenadora de despesas não nos sentimos seguros em assinar as contas do HU enquanto a questão do comando do hospital não for definida. Mas a insistência da Ebserh em não respeitar a autonomia da universidade, não respeitar o contrato nos deixa numa situação extremamente preocupada", pontuou. Ao final da reunião, José Vieira reforçou novamente a importância da Ebserh acatar os preceitos jurídicos que asseguram à reitora seus poderes, afirmando que a responsabilidade do “limbo jurídico” é da Empresa. O corregedor da Ebserh não quis se pronunciar oficialmente.

Além do vice-reitor, estavam presentes Sandra Paz, Pró-reitora de Graduação; Carolina Abreu, Pró-reitora de Gestão de Pessoas; Flávio Domingos,  Pró-reitor de Gestão Institucional; Valdenize de Lima Peixoto, assessora do gabinete da Reitora e ordenadora de despesas do HU; Huayna Valença Padilha, gerente administrativo da Ebserh; Regina Maria dos Santos, gerente de Ensino e Pesquisa; Gisele de Souza Vicente, ouvidora HUPAA; Bruno Bastos, advogado HUPAA-Ufal/Ebserh; Marina Neves, chefe do setor jurídico  HUPAA/Ebserh; Manoel Álvaro Lins Neto, professor da Famed; e Maria Helena de Araújo, chefe da Divisão de Gestão de Cuidados.

Insegurança e abalo à autonomia universitária

Para a reitora da Ufal, Valéria Correia, esta é uma situação que coloca a universidade num contexto de instabilidade sem precedente. “A autonomia universitária é um dos pilares do Estado Democrático de Direito. É o princípio maior que deve ser respeitado dentro da comunidade universitária por quem dela se acercar”, explicou. A reitora se reuniu com trabalhadores da Ebserh na tarde desta quinta (8).

Para ela: “O que estamos vivenciando aqui fere de morte o princípio da autonomia universitária porque a prerrogativa de indicar a superintendente do hospital é da reitora ou reitor da Ufal. Então a exoneração da professora Fátima Siliansky sem a consulta à gestão da Ufal caracterizou a quebra desse princípio”, finalizou. “Este é um caso de anormalidade instalado dentro da Universidade Federal de Alagoas, sem justa causa, que diz respeito ao funcionamento do Hospital Universitário. Trata-se de um hospital no qual o ensino, a extensão e a pesquisa científica se traduz em um sistema integrado e totalmente gratuito, para além da assistência à população alagoana mais vulnerável”, ponderou.      

Cancelada sessão extraordinária do Consuni

Secretário esclareceu que a convocatória havia atendido a exigência de 72 horas de antecedência a reunião

Jessyka Faustino, estudante de Jornalismo

A reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consuni), marcada para esta segunda-feira (12), foi cancelada. De acordo com Rômullo Rogério, da Secretaria dos Conselhos Superiores da Ufal (Secs), o cancelamento se justificou em virtude da impossibilidade da presença de alguns conselheiros, "especialmente o segmento estudantil pela participação no Congresso da UNE".

A sessão havia sido antecipada para 13h, pela necessidade da reitora e do vice-reitor embarcarem para Brasília, onde participarão de uma reunião no Ministério da Educação sobre assuntos envolvendo o HUPPA. Entretanto, mesmo atendendo à exigência de 72 horas para convocação, a reunião terá nova data marcada.

Ufal terá especialização em Assessoria de Imprensa

Grade curricular e docentes já estão confirmados; equipe se reúne para elaboração do edital

Curso de especialização será vinculado ao Ichca. Foto: Luane Eleutério - Labium Imagem

Thâmara Gonzaga – jornalista

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vai ofertar uma opção de qualificação gratuita, em nível de pós-graduação, para a classe profissional de jornalistas.

Em reunião no dia 5 de junho, o Conselho Universitário (Consuni) da Ufal aprovou a criação do curso de especialização em Assessoria de Imprensa, vinculado ao Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (Ichca).

A grade curricular já está montada, com carga horária de 387h, e os nomes dos docentes confirmados. No total, são 15 professores com experiências no ambiente acadêmico e no mercado de trabalho, sendo oito doutores, quatro mestres e três especialistas.

O curso lato sensu será na modalidade presencial. De acordo com a proposta de criação, o objetivo é propiciar a qualificação de jornalistas para a atuação em assessorias de imprensa, de empresas públicas e privadas, além de instituições do terceiro setor.

Equipe já trabalha na elaboração do edital

Apenas graduados em Jornalismo poderão participar do processo seletivo. A previsão é de oferta de 25 vagas. A coordenadora da especialização, professora Janayna Ávila, informa que a equipe já se reúne com a Copeve para o planejamento do processo seletivo, bem como a elaboração do edital. “Teremos provas e análise de currículo. Todo o processo seletivo será feito via Copeve, por meio de edital público”, adianta Ávila.

A coordenadora conta que espera uma “procura expressiva pelo curso, sobretudo, porque assessoria de imprensa é hoje a área que mais emprega jornalistas, especialmente, num momento de transformação da área”. Ela também aponta a questão financeira: “Nem sempre as pessoas dispõem de recursos para custear uma especialização de qualidade”, destaca.

“Estamos conscientes de que, com essa oferta, atendemos uma demanda social, de jornalistas, e que por sua vez beneficiará todas as pessoas”, defende. “A importância do papel do assessor de imprensa é determinante para as atividades desempenhadas na instituição”, ressalta.

Representações defendem autonomia universitária

Categorias se pronunciaram contra portaria de exoneração da superintendente do HU

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo

Após a exoneração da superintendente do Hospital Universitário professor Alberto Antunes (HUPAA), várias representações manifestaram apoio à Gestão da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A portaria da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que exonerou a médica Maria de Fátima Siliansky, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), na última terça-feira (6), sem consulta prévia à Gestão da Ufal.

Com a decisão, a reitora Valéria Correia divulgou uma nota dirigida ao presidente da Diretoria Executiva da Ebserh pedindo a revogação da portaria. A Ufal quer urgência na resolução do impasse para não prejudicar os usuários do HU.

Os trabalhadores e gestores do Hospital e da Universidade, em reunião com a reitora, relataram o receio de uma rescisão de vínculos de emprego, que ficou acentuado após a tensão gerada com a exoneração de Siliansky. Eles discordam do modelo atual de funcionamento da Ebserh e temem uma intervenção cada vez mais evidente da empresa. 

Outras representações se manifestaram por meio de nota em defesa da autonomia universitária e do serviço público. Entre elas, a Associação Brasileira de Economia da Saúde (Abres), a Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Confira os anexos.

Entidades sindicais realizam ato em defesa da autonomia universitária e do HU

Usuários também participaram da manifestação no Hospital Universitário

Entidades sindicais, servidores e usuários fizeram um abraço simbólico ao HU

Lenilda Luna - jornalista

Representantes dos sindicatos dos técnico-administrativos (Sintufal) e dos docentes da Ufal (Adufal), além de trabalhadores e usuários do Hospital Universitário, participaram, na manhã desta segunda-feira (12), de um ato convocado para defender a autonomia universitária e o funcionamento do HU, voltado para o atendimento público à população de baixa renda e direcionado também para a pesquisa e formação de profissionais de saúde.

O ato é uma resposta à situação criada com a exoneração, pela direção nacional da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), da superintendente do HU, Fátima Siliansky, que foi indicada ao cargo pela reitora da Ufal, Valéria Correia. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 6 de junho. A Gestão da Ufal considerou que a medida, sem comunicação prévia, feriu a previsão constitucional de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial das universidades.

Os sindicatos que representam os trabalhadores da Ufal e várias entidades dos movimentos sociais, além de reitores de algumas universidades, manifestaram-se em defesa da autonomia universitária. "Consideramos que somos todos HU, tanto os usuários como os trabalhadores, independente do vínculo empregatício. Não podemos permitir que trabalhadores sejam jogados contra trabalhadores. Não existe nenhuma possibilidade de que os servidores da Ebserh percam os seus empregos conquistados por concurso público.O conflito é de modelo de gestão. Defendemos a natureza desse hospital como sendo uma escola e 100% SUS", declarou Davi Fonseca, coordenador geral do Sintufal.

A médica Ângela Canuto, que trabalha no Hospital Universitário e é professora da Faculdade de Medicina (Famed) da Ufal, também discursou no ato. "Estou indo para o trabalho atender aos meus pacientes, mas antes vim aqui colocar que devemos nos posicionar diante dessa situação, porque não atinge apenas à reitora Valéria Correia. É a autonomia de cada um dos trabalhadores e trabalhadoras dessa Universidade que está em risco. Por isso, somos contra qualquer intervenção no HU. O Hospital Universitário é da Universidade e do povo alagoano. Nessa gestão, tivemos novamente espaço para a docência e para acompanhar a formação de nossos alunos nesse hospital", destacou a médica.

A aluna de Medicina da Ufal, Julia Morgado, reforçou as palavras da professora. "Venho de outro estado para estudar aqui em Alagoas e já me sinto parte dessa comunidade universitária. Esse é um hospital escola e não pode ter uma gestão direcionada para o mercado, e sim para o atendimento público e para a formação profissional. O nosso aprendizado retornará para a sociedade em forma de atendimento de qualidade. Isso não é prioridade numa visão empresarial, por isso defendemos que a gestão do HU deve ser da Universidade", ressaltou a estudante.

Entre os usuários, a senhora Eliete Araújo, que estava aguardando o atendimento, participou do ato. "Esse hospital é público e pertence à Ufal e ao povo. Por  isso estou aqui para apoiar vocês. Queremos o HU sendo gerido pela Ufal", disse ela. Logo após os discursos, os manifestantes deram-se as mãos e fizeram um abraço simbólico ao Hospital Universitário. Em seguida, entraram no estabelecimento para conversar com os demais usuários.

A reitora Valéria Correia viaja nesta segunda-feira para Brasília e tem reunião com o Ministério da Educação e com a direção da Ebserh nesta terça-feira (13). Em entrevista concedida no último sábado, a reitora fez questão de ressaltar que o funcionamento do HU continua normalmente e que o estabelecimento não está sem direção enquanto o conflito é resolvido. "Temos dois gerentes acompanhados pelo vice-reitor, José Viera, que vão coordenar o funcionamento do hospital até que seja solucionada a questão da indicação para a superintendência", disse a reitora na entrevista.

Leia mais sobre a entrevista da reitora aqui

Ufal reformula reconhecimento de diplomas estrangeiros

Nova resolução facilita gestão e controle do fluxo dos processos

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo 

O Conselho Universitário (Consuni) aprovou em reunião a reformulação da resolução referente ao processo de reconhecimento e registro de diplomas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) expedidos por instituições estrangeiras de ensino superior.  

Uma das mudanças é a adesão da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) à plataforma Carolina Bori, uma ferramenta nacional de acompanhamento de processos de reconhecimento de diplomas estrangeiros que facilita a gestão e o controle do fluxo dos processos de reconhecimento, permitindo uma maior agilidade.

A nova resolução desburocratiza o processo de reconhecimento na medida que estabelece uma tramitação simplificada para o caso de diplomas oriundos de Cursos ou Programas estrangeiros listados na Plataforma para estudantes com bolsa concedida por agência governamental brasileira. Para esses últimos, o prazo para encerrar o processo de reconhecimento é de noventa dias, ao invés de 180 estabelecidos para as outras situações.

Outra mudança bastante significativa é que a nova resolução não exige mais a tradução de documentos de estrangeiros emitidos em língua inglesa, francesa e espanhola. “Essas talvez sejam as maiores mudanças. Uma coisa que eu considero mérito dessa gestão é conseguir atualizar e reformular uma resolução - aprovada em 2006 - que já não atendia à realidade dos processos de reconhecimento na Universidade há algum tempo e que mais dificulta do que ajudava, através de sua lógica burocrática, a finalização dos processos”, explica o professor Marcos Mesquita, da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propep).

São reconhecidos os diplomas que correspondam aos Programas ou Cursos de pós-graduação ofertados pela Ufal, reconhecidos e avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes) na mesma área de conhecimento ou áreas afins, em nível equivalente ou superior. 

Avaliação 

No caso de decisão final favorável ao reconhecimento, o requerente deverá apresentar toda a documentação original que subsidiou o processo de análise e entregar o diploma original aos cuidados da Ufal para o seu apostilamento, na forma definida na Resolução.

O apostilamento será feito em até 30 dias após a apresentação dos respectivos documentos originais. Caberá à Ufal, por meio de mecanismos próprios, tornar disponíveis as informações relevantes à instrução dos processos de reconhecimento de diplomas. 

As informações deverão ser transmitidas ao Ministério da Educação (MEC) a fim de serem organizadas e disponibilizadas aos interessados por meio da plataforma Carolina Bori, conforme previsto pela Portaria Normativa Nº 22/2016-MEC.

 

Gestores da Ufal devem participar de painel sobre recredenciamento

Reunião será na tarde desta quarta (14), no auditório Vera Rocha

Jacqueline Freire – jornalista colaboradora

Pró-reitores, diretores dos campi, diretores das Unidades Acadêmicas, assessores e diretores de órgãos de apoio da Reitoria, coordenadores de graduação e de pós-graduação devem participar do painel "Regulação e Supervisão da Educação Superior: o processo de recredenciamento", que acontece nesta quarta-feira, 14 de junho, a partir das 14h, no auditório Vera Rocha (antigo Csau).

A chamada atende a mais uma atividade do ato regulatório de recredenciamento da Universidade Federal de Alagoas, instaurado pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC) e que trata de avaliação da Ufal pelo Inep em agosto de 2017. Na programação, a professora Tarcimária Gomes, diretora de avaliação e regulação de ensino do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, fala sobre o Sinaes e o processo de recredenciamento. Em seguida, o professor da Ufal Walter Matias, avaliador institucional, trata do papel dos gestores da Ufal no processo de recredenciamento, documentos e mobilização da comunidade.

Os gestores que estiverem em férias devem ser representados por seus substitutos. A participação deve ser confirmada por email:  recredencimentoufal@reitoria.ufal.br . Veja convocação no anexo. 

Reitora concede entrevista coletiva nesta quarta-feira

A convocação da imprensa é para esclarecer a situação do Hospital Universitário

Valéria Correia ressalta que o funcionamento do HU continua normalmente

Lenilda Luna - jornalista

A assessoria de comunicação da Universidade Federal de Alagoas convoca a imprensa para uma entrevista coletiva que será concedida pela reitora Valéria Correia, nesta quarta-feira (14), às 14h, na sala dos Conselhos Superiores (Secs).

Na oportunidade, a reitora pretende relatar os encaminhamentos discutidos com a direção nacional da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), realizada em Brasília, sobre o impasse criado com a exoneração da superintendente do HU, Fátima Siliansky.

A portaria de exoneração, do dia 6 de junho, publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 7 de junho, foi recebida pela gestão da Ufal como uma intervenção que fere a autonomia universitária, já que não houve sequer uma consulta prévia da decisão.

A reitora Valéria Correia ressalta que o funcionamento do HU continua normalmente e que o estabelecimento não está sem direção enquanto o conflito é resolvido. As soluções encontradas para resolver a questão serão apresentadas durante a coletiva.

 

Propep conclui encontros nos campi para criação de cursos de Pós-graduação

Visitas aconteceram de 31 de maio a 2 de junho em Arapiraca, Penedo e Campus do Sertão

Cairo Martins - estagiário de Jornalismo e Danielle Bezerra - estudante de Relações Públicas

A Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufal (Propep) tem caminhado na direção de ampliar o diálogo com as unidades do interior. Nesse contexto, entre os dias 31 de maio e 2 de junho , a equipe de coordenadores da Propep visitou os campi de Arapiraca e do Sertão e a Unidade de Ensino de Penedo, onde foi ministrada a palestra “Orientações e Boas Práticas na Gestão da Pós-Graduação” pelo professor Alejandro Frery, pró-reitor de pesquisa.

A equipe da Propep, além do pró-reitor, foi composta pelo coordenador de pós-graduação, professor Helson Sobrinho; a coordenadora do Programa de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo (PITE), professora Eliana Almeida; e o coordenador de pesquisa, professor André Lage.

O objetivo do calendário foi desenvolver um plano de ações junto com às unidades do interior para atender às demandas solicitadas à Propep por parte dos programas de pós-graduação referentes aos cursos existentes e de grupos com interesse em novos cursos de pós-graduação em suas unidades.

Em Arapiraca, a Pró-reitoria esteve à disposição para acompanhar e assessorar os professores da presente unidade na criação de novos cursos de pós-graduação, considerando as propostas alinhadas à regulamentação do órgão superior, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Na ocasião, professores do curso de computação levantaram a possibilidade de realizar um curso de especialização lato sensu, com o objetivo de assistir os estudantes e o mercado local, e foi nessa oportunidade que os professores receberam as devidas orientações para implementação desta iniciativa. Este formato de assessoramento fortalece o interesse de criar novos cursos de pós-graduação, além de fortalecer os já existentes. Compareceram o coordenador de pesquisa professor Edmilson Silva, e os representantes do campus, os professores Wander Botero e Tobyas.

Em reunião com os gestores da Propep, os professores do Núcleo de Ciências Exatas (NCEX), do Programa de Pós-graduação em Agricultura e Ambiente (PPGAA) e do Curso de Enfermagem da Ufal levantaram as dificuldades da infraestrutura física do campus e o professor Alejandro Frery propôs uma reunião com a Pró-reitoria de Gestão Institucional (Proginst) para retificar os pontos em aberto. "Estamos cientes das dificuldades, que não são exclusivas da Ufal mas do País como um todo. Trabalharemos conjuntamente com outras Pró-Reitorias para tentar amenizá-las.", comentou o pró-reitor.

No campus Sertão, em Delmiro Gouveia, o Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Diversidade e Educação do Sertão (Nudes) agendou reunião direta com o pró-reitor da Propep para a apresentação da proposta do mestrado profissional em “Educação e Diversidade Étnica, Sexual e de Gênero”. Após a avaliação da situação atual, o Núcleo agendou uma visita a Propep para apresentar uma proposta consolidada no dia 26 de junho.

Já em Penedo as discussões partiram do projeto de pós-graduação latu senso em Meio Ambiente que trará conteúdo associando o ensino com outros cursos da unidade, entre eles o de Ciências Biológicas, Engenharia de Pesca, Engenharia de Produção e Turismo.

Na ocasião, foi apresentado ainda o projeto de criação do curso de especialização em Gestão em Meio Ambiente, onde a Propep apreciou com alegria a proposta, e se comprometeu em acompanhar o seu desenvolvimento e futuras articulações com Fapeal, Ibama, Secretarias de Meio-Ambiente e demais órgãos apoiadores.

A equipe da Propep, em Penedo, foi recebida pelo coordenador Alexandre e pelo docente Cláudio Sampaio. Na oportunidade, o professor Cláudio Sampaio demonstrou satisfação em relatar que mesmo com as dificuldades de infraestrutura da unidade, muitos foram os alunos que ali passaram e que hoje ocupam espaço em cursos de mestrado e doutorado em várias Instituições de Ensino Superior (IES) pelo Brasil, além de como as ações de pesquisa e extensão têm alcance significativo na comunidade de Penedo e arredores.

 

Simpósio de Geotecnia do Nordeste 2017 será realizado em Maceió

Evento será em novembro; docente da Ufal preside comissão organizadora

Arte de divulgação

Ascom Ufal

Nos dias 16 e 17 de novembro, Maceió recebe o 5º Simpósio de Geotecnia do Nordeste (GeoNE) 2017. O evento é organizado pelo Núcleo Regional da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS/NE) e, na edição deste ano, a comissão é presidida pela professora do Centro de Tecnologia (Ctec) da Ufal, Juliane Figueiredo Marques, com o apoio da docente do Campus do Sertão, Rafaela de Souza, e profissionais dos centros universitários Tiradentes (Unit), Cesmac e Faculdade Alagoana de Tecnologia (FAT).

As inscrições já estão abertas e, de acordo com a organização, a expectativa é de reunir, aproximadamente, 500 congressistas representantes das categorias profissionais de Engenharia, Química, Biologia e técnicos ligados à área; pesquisadores de universidades, institutos e empresas; estudantes de graduação, pós e de escolas técnicas; empresários e demais profissionais que prestam serviços, atuam na área da Geotecnia e Pavimentação, além de representantes de órgãos governamentais nas áreas de Meio Ambiente, Ciências e Tecnologia.

“O GeoNE 2017 terá como temas abordados investigações geotécnicas, geotecnia ambiental, obras de terra, taludes, contenções, gerenciamento de áreas de riscos, fundações, infraestrutura, pavimentação, entre outros assuntos de grande importância para o desenvolvimento da Geotecnia”, informa a professora Juliane Marques. “O evento promove um encontro essencial para o aprimoramento técnico-científico acerca de temas atuais da Engenharia Geotécnica, contribuindo para a qualidade das pesquisas atualmente desenvolvidas em todo o território brasileiro. É a primeira vez que um evento desse porte na área geotécnica é realizado em Alagoas”, informa.

Ao explicar a importância das temáticas, a docente da Ufal relata que, atualmente, há uma demanda crescente pela utilização de novas tecnologias e novos materiais, particularmente, avançados. “Entretanto, a minimização da utilização de materiais tradicionais, ou o seu reaproveitamento, e a utilização de alternativos se tornam também cada vez mais imperiosos, face à necessidade de preservação ambiental e redução de exploração de recursos naturais”, destaca.

Ela ressalta ainda que o evento é de grande importância por possibilitar a vivência de experiências e debates que aproximam os estudantes, as empresas e os pesquisadores. “Profissionais mais críticos e com melhor embasamento acabam por originar soluções de engenharia mais econômicas, rápidas e fáceis de serem executadas, além de mais sustentáveis ao meio ambiente”, defende.

Para mais informações sobre o evento e para se inscrever, clique aqui.

Pagamentos de bolsistas da UAB estarão disponíveis para consulta no Portal da Ufal

Coordenador da Cied afirma que medida reforça transparência no uso dos recursos públicos

Coordenadoria de Educação a Distância vai disponibilizar lista de pagamentos em Portal da Transparência

Ascom Ufal

A partir deste mês de junho, todas as autorizações de pagamento para os cursos, professores, tutores e integrantes de equipe multidisciplinar de apoio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) na Ufal poderão ser consultadas na aba Transparência, disponível no portal da instituição.

A publicação será mensal, lançada no início de cada mês, relativa à lista de bolsistas autorizada no fim do mês anterior. A primeira está prevista para ser divulgada no dia 19 de junho. 

Responsável pela Coordenadoria de Educação a Distância (Cied), Gustavo Madeiro explica que “a iniciativa da divulgação vem em complemento à realização do edital de seleção de professores, nº1/2017, num esforço conjunto da gestão central da Universidade e dos coordenadores dos cursos UAB de transparência no uso dos recursos públicos”.

“Assim como o edital de professores, essa é a primeira publicação da lista de bolsistas de toda a história dos cursos UAB na Ufal. O edital buscava combater pessoalismos e processos não transparentes de escolha dos bolsistas. A seleção teve um retumbante sucesso, inclusive, por incluir servidores técnicos e lotados nas unidades do interior no processo seletivo, sem distinções”, afirma. “Pretendemos que, nos próximos meses, a totalidade dos bolsistas seja escolhida por critérios meritocráticos, com processos transparentes e amplamente divulgados”, completa.

Os cursos da UAB, ofertados na modalidade a distância, são financiados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), por meio do pagamento de bolsas e recursos do custeio. Os bolsistas são professores, tutores e integrantes de equipe multidisciplinar de apoio. A maioria é de servidores da Ufal, incluindo professores e técnicos.

 

Arraiá do Museu de História Natural acontece nesta sexta (16)

Programação conta atrações juninas; premiação do concurso de fotografia e ilustração cientifica também faz parte do evento

Arte de divulgação

Graziela França- estudante de Jornalismo

O Museu de História Natural (MHN) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) promove, nesta sexta-feira (16), a 1ª edição do Arraiá do MHN. O evento inicia às 16h e conta com uma programação repleta de atrações juninas, além da premiação do Concurso Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica.

O 1° Arraiá do MHN traz exposições, apresentações culturais, barracas de jogos e de comidas típicas, sorteios e muito forró ao som da cantora Wilma Araújo. Os visitantes podem participar da festa caracterizados com roupas típicas das festas juninas. Confira a programação no anexo.

Premiação

Além de toda a programação junina, o 1° Arraiá do MHN premia as melhores imagens selecionadas na 5ª edição do Prêmio Gabriel Skuk de Fotografia e Ilustração Científica. As imagens foram selecionadas por meio de votos dos jurados e de visitantes do museu.

Confira os ganhadores:

Fotografia

1° lugar: O corredor – Eduardo Lisboa

2° lugar: Mulheres de areia – Waldson Costa

3° lugar: O grito da seca – Natálhia Bezerra

O 1° Arraiá do MHN é gratuito e aberto para todo o público. O evento acontece na sede do MHN, localizado na Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade).

Serviço:

O quê: 1° Arraiá do MHN

Quando: 16 de junho

Horário: A partir das 16h

Local: Av. Amazonas, Prado (Praça da Faculdade)

Curso de Farmácia promove oficina sobre inovação e propriedade intelectual

As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas. O evento acontecerá no dia 11 de julho, no auditório da Reitoria

Ministrantes da oficina vão ressaltar o uso de patentes no segmento farmacêutico

Cairo Martins - estagiário de Jornalismo

O curso de Farmácia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), realizará a Oficina Inovação Farmacêutica e Propriedade Intelectual por meio da Academia Nacional de Farmácia, com apoio do Programa de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo (Pite/Ufal), no Campus A.C. Simões, em Maceió.

O evento tem como objetivo aproximar os profissionais regionais, no intuito de disseminar conhecimentos sobre as mais diversas oportunidades para inovação no segmento farmacêutico, analisando todo contexto histórico, com olhar voltado para o futuro.

Além da troca de experiências, a oficina trará discussão sobre conhecimentos em propriedade intelectual, especialmente sobre o uso de patentes e informações tecnológicas em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, assim como temas essenciais para a efetiva tradução de ciência em desenvolvimentos tecnológicos, econômicos e sociais.

Os ministrantes da oficina serão o professor Lauro D. Moretto, doutor em Ciências dos Alimentos pela Universidade de São Paulo (USP); e o farmacêutico-bioquímico Henry J. Suzuki, formado pela USP.

O evento será no dia 11 de julho, das 8h30 às 17h30, no auditório Nabuco Lopes, localizado na Reitoria. As vagas são limitadas e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas aqui.

Para mais informações, basta acessar o site do evento.

Abertos editais de concursos para docentes efetivos

As vagas serão distribuídas entre os campi A.C. Simões, Arapiraca e do Sertão

Ufal abre concursos para professor efetivo

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo

Foram lançados pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho (Progep) dois editais de concursos para docentes efetivos, as 49 vagas disponíveis serão distribuídas entre os campi A.C. Simões, Arapiraca e do Sertão, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Possuir no mínimo pós-graduação é um dos critérios estabelecidos para realizar as inscrições, a partir da próxima segunda-feira (19) até o dia 10 de julho. As taxas de inscrição têm preços a partir de R$ 60,63 e as isenções devem ser solicitadas até o dia 28 de junho.

Vagas para o interior

Para as sedes dos campi da Ufal no interior, em Arapiraca e Delmiro Gouveia, além das unidades de Penedo e Santana do Ipanema, serão distribuídas 25 vagas, sendo dez para professor auxiliar e 11 para adjunto.

As áreas de estudos contempladas para professores adjuntos são Macroeconomia; Geografia Humana e Econômica; Anatomia e Fisiologia; Patologia Humana; Saúde do Adulto 1 e 2 e Saúde Mental; Política da Educação; Produção de conhecimento e Administração Pública; Ecologia e Infraestrutura de Sistemas de Informação. Já para professores auxiliares as áreas são Cardiologia; Psiquiatria; Ginecologia; Obstetrícia; Medicina da família; Infectologia; Oftalmologia; Otorrinolaringologia; Hematologia e Hemoterapia; Endocrinologia e Pneumologia.

O edital completo pode ser consultado aqui.

Campus A. C. Simões

Como prevê o edital, as 28 vagas disponíveis serão destinadas para as unidades acadêmicas do Campus A.C. Simões, sendo três para professores auxiliares, quatro para assistentes e 21 para adjuntos.

A áreas contempladas para o concurso de adjuntos são: Experimentação Física e Matemática Aplicadas às Ciências Agrárias; Máquinas de Fluxo, Geração e Propulsão; Didática e Práticas de Ensino; Saneamento; Eletrotécnica; Instrumentação e Controle; Hematologia; Teoria Econômica; Gestão de Produção; Sustentabilidade; Dentística; Matemática Aplicada à Engenharia; Sistemas Embarcados; Histologia Tecidual e dos Sistemas; Biologia do Desenvolvimento; Filosofia Geral e Modernidade; Educação Musical; Teoria, Métodos e Historiografia; Interpretação Teatral; Análise, Álgebra, Geometria Diferencial e Sistema Dinâmico; e Química Inorgânica.

Para os candidatos a professor assistente as áreas exigidas nas provas serão: Engenharia de Transportes; Intervenção e Gerenciamento de Enfermagem no Processo Saúde; Língua Inglesa; Arquitetura e Urbanismo; Automação, Controle e Circuitos Elétricos; Ginecologia, Obstetrícia e Psiquiatria.

Após o recebimento de todas as inscrições, as homologações serão publicadas a partir do dia 13 de julho no site da Copeve, bem como o cartão de inscrição, que estará disponível a partir do dia 11 de agosto. 

Realizada a 11ª aula inaugural do Pré-Enem Comunitário

O evento contou com a presença de 340 alunos e da reitora Valéria Correia

Sara Graziele - estagiária de Jornalismo

A 11ª aula inaugural do projeto Pré-Enem Comunitário, do programa Conexão de Saberes, foi realizada no dia 9 de junho, no auditório Nabuco Lopes, na Reitoria da Ufal. O evento contou com a presença de 340 alunos do projeto e foi aberto pela reitora Valéria Correia.

Com o objetivo envolver os alunos com as artes, houve a apresentação da performance Encontros, a pró-reitora de Extensão Maria Betânia Brito por Miguel Conceição, que simbolizou as possibilidades que surgem a partir do encontro com o novo. A performance ainda buscava provocar os alunos a “tomar posse, encontrar a Ufal com todas as suas forças”, como ressaltou a professora Leonéa Vitória Santiago, coordenadora do projeto Companhia Experimental de Dança.

Os estudantes assistiram a palestra Do protagonismo estudantil à construção de uma Ufal inclusiva e diferenciada, ministrada pela professora Alessandra Marchioni Pereira da Cunha, e pelas bolsistas Karen Pimentel, Victória Cavalcante e Débora Cavalcanti Pimentel.

Estiveram presentes na cerimônia a reitora Valéria Correia, a pró-reitora de Extensão em exercício, Maria Betânia Brito, o coordenador da Usina Ciência, Reinaldo Augusto Rodrigues,entre outros representantes do Pré–Enem Comunitário.

O número de vagas para o projeto foi ampliada este ano, sendo disponibilizadas 350 vagas. As aulas acontecerão na Faculdade de Nutrição (Fanut), e, provisoriamente, no Espaço Cultural, na Praça Sinimbu, enquanto a Usina Ciência se encontra em reforma. A Proex pretende que o projeto seja ampliado também para o Campus Arapiraca, conforme discutido em reunião realizada no dia 7 de junho com o coordenador de Extensão Dorgival Júnior. 

Divulgado resultado preliminar do Pibic 2017/2018

Os recursos podem ser solicitados até a próxima terça-feira (20)

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo e Danielly Bezerra dos Santos - estudante de Relações Públicas

Após a avaliação dos 568 projetos submetidos por professores dos campi A.C. Simões, Arapiraca e do Sertão, os resultados das inscrições feitas para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) já estão disponíveis e podem ser consultados aqui.

Os recursos referentes ao resultado preliminar deverão ser solicitados entre os dias 16 e 20 de junho, por meio do formulário disponível no edital e o resultado será conhecido em 4 de julho, aqui. Os projetos aprovados serão desenvolvidos no período de 1º de agosto deste ano a 31 de julho de 2018.

De acordo com a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (Propep), toda a equipe interna e o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) redobraram os esforços no monitoramento do Pibic esse ano, para garantir a disponibilidade do portal durante as submissões.

Mudanças graduais no sistema

Segundo a Coordenação de Pesquisa (CPq), os próximos editais do Pibic serão incluídos no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa), que já é utilizado para movimentação de processos administrativos nos setores e Unidades Acadêmicas da Ufal. Informou ainda que nos últimos meses, a CPq esteve empenhada na implantação do Módulo de Pesquisa no Sigaa, para poder realizar a migração do atual sistema do Pibic.

Sobre o edital lançado este ano, o coordenador da CPq, André Lage, destacou que houve padronização das atividades em relação ao ciclo anterior, e que esse aprimoramento facilitará as tarefas relacionadas à Propep, ao Comitê Assessor em Pós-graduação e Pesquisa (PG&P), aos avaliadores internos e externos, orientadores e alunos participantes do programa. “Esse avanço foi resultado de várias semanas de trabalho minucioso que envolveu toda a equipe da CPq, contando com importantes contribuições do Comitê Assessor em PG&P. É com satisfação que entregamos á comunidade acadêmica um edital simplificado e alinhado com o objetivo do Pibic em nível nacional”, declarou.

Neste edital houve modificações como simplificação do processo seletivo e definição da avaliação de mérito científico com critérios explícitos, padronização e ampliação na utilização de formulários institucionais do Google, alterações no modelo de projeto, com retirada de informações redundantes e simplificação do modelo, julgamento de recursos de enquadramento da documentação pela Propep e recursos de mérito científico pelo Comitê Assessor em PG&P, implantação de e-mail institucional para o Pibic e para orientadores e alunos participantes e manualização das atividades de avaliadores internos e externos.

O resultado final do Pibic será divulgado no dia 14 de julho. Mais informações podem ser checadas por email: pibic@propep.ufal.br ou pelo número da CPq: 3214-1126

Reitora da Ufal apresenta nova superintendente do Hospital Universitário

Em entrevista coletiva à imprensa, Valéria Correia destacou a importância do trabalho conjunto pelo HU

Reitora concedeu entrevista coletiva à imprensa alagoana - Foto: Rafael Maynart (cortesia)

Lenilda Luna - jornalista

Em entrevista coletiva à imprensa alagoana, realizada nessa quarta-feira (14), a reitora Valéria Correia, acompanhada do vice-reitor José Vieira, apresentou a nova superintendente indicada por ela para assumir a superintendência do Hospital Universitário Alberto Antunes (HUPAA). 

Regina Maria dos Santos, que já integrava a equipe de gestão do HU, é doutora em Enfermagem e professora da Escola de Enfermagem e Farmácia (Esenfar) da Ufal há mais de 40 anos. "Agradeço a confiança que a reitora Valéria Correia deposita em meu nome e deixo claro que continuar esse trabalho no HU será possível pela gestão participativa que foi instaurada pela professora Fátima Siliansky, onde todas as informações eram compartilhadas", declarou a nova gestora do HU.

A reitora Valéria Correia ressaltou a importância de superar a crise criada pela exoneração da professora Fátima Siliansky, no dia 6 de junho. "Na reunião que tivemos em Brasília, com a direção nacional da Ebserh, os motivos da exoneração não foram esclarecidos, mas enfatizamos a importância de defender a autonomia universitária, que foi ferida nesse episódio. Também defendemos a liberdade de expressão do pensamento crítico que é próprio do ambiente universitário", destacou a reitora.

Na coletiva, os gestores da Ufal e a nova superintendente do Hospital Universitário enfatizaram  que a meta agora é superar qualquer instabilidade criada no ambiente de trabalho para continuar a prestar um serviço de qualidade essencial para a população alagoana. "Esse é um hospital de referência para os usuários do Sistema Único de Saúde e é também um hospital escola, que deve estar aberto à formação profissional e pesquisas no campo da Saúde. Todos os trabalhadores deste hospital são importantes, independente do vínculo empregatício", finalizou a reitora.

Assista na íntegra aqui.

Trabalhos de docentes da Ufal são aprovados para publicação de livros

A Fapeal, em parceria com a Edufal e a Imprensa Oficial Graciliano Ramos, recebeu 80 inscrições no edital que propagará obras de pesquisa em áreas diversas

Edufal é parceira no edital de editoração e publicação de livros

Tárcila Cabral – Ascom Fapeal

Cerca de 50 livros foram aprovados no resultado final do Edital de Apoio à Publicação e Editoração da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal). Num viés estratégico, a Fapeal viabilizou R$ 150 mil de recursos próprios para as publicações. Estas foram avaliadas pela Editora de Livros da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), que em conjunto com a Imprensa Oficial Graciliano Ramos, é parceira na inciativa.

A chamada reuniu obras originais, que abordassem resultados de pesquisas relevantes. São resultados dos trabalhos dos pesquisadores tanto vinculados ao sistema de pós-graduação local quanto a outras instituições alagoanas que promovem o avanço científico e acadêmico.

A professora do mestrado de História da Ufal, Michelle Reis, foi uma das aprovadas e defende a importância de editais como este para que se propague a trajetória dos marcos alagoanos, principalmente no contexto da pesquisa.

“A historiografia ainda está muito inicial, e a história que Alagoas tem a narrar é grandiosa. A Fapeal deve continuar incentivando estas divulgações, que não devem estar restritas apenas ao âmbito universitário, a sociedade tem de conhecer estas elaborações”, comenta.

A análise se pautou em selecionar 35 trabalhos ligados diretamente aos centros de pós-graduação, e mais 15 produções de pesquisadores sem estes vínculos. Em ambos os casos, o objetivo do edital foi fortalecer os grupos de pesquisa de alto nível em Alagoas.

Atuando também no campo das Ciências Sociais, a professora da Ufal, Luciana Santana, submeteu uma obra que aborda a ética na metodologia, dialogando aprofundamentos de temas afins à área acadêmica. A doutora frisa que o investimento de forma democrática nas obras foi um avanço positivo.

“O livro é resultado de reflexões dos cientistas e pesquisadores junto à comunidade científica estadual. O edital traz ganhos efetivos à Alagoas quando coloca em evidência nossas produções, estimulando as atividades de pesquisa e elaborações dos docentes”, reitera a especialista.

Dando seguimento ao cronograma, nesta fase serão acordados detalhes de editoração e impressão. Os livros habilitados entrarão em confecção, para serem disponibilizados como um produto crítico que inclui o cenário científico na construção da história alagoana.

Progep lança edital de substituto para suprir vagas de docentes afastados

São 50 vagas distribuídas entre os campi A.C. Simões e Arapiraca

Edital de professor substituto é fruto de política institucional de qualificação na Ufal

Ascom Ufal 

A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho (Progep) da Ufal publicou edital de vagas de professor substituto para suprir afastamentos de docentes da Universidade para participação em programas de pós-graduação stricto sensu.

O edital contempla 50 vagas a serem distribuídas entre os campi A.C. Simões e Arapiraca, unidades educacionais de Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa.

O objetivo é intensificar as ações institucionais voltadas para a consolidação das atividades de pesquisa e pós-graduação, visando atender a carência de recursos humanos de docentes na Ufal, além de possibilitar a contínua qualificação dos professores e a manutenção das rotinas acadêmicas na instituição.

De acordo com a Progep, o edital atende uma demanda antiga dos docentes, presente na pauta local de 2012. Para atender essa pauta, a Gestão está utilizando pontos do Banco de Professor Equivalente por meio de critérios públicos e transparentes, cumprindo, ainda, metas internas definidas no Plano de Desenvolvimento Institucional e da Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal, criada pelo Decreto nº 5.707/2006.

“Foi realizado um estudo interno pela coordenação de processos seletivos, coordenada pelo servidor João Paulo. A servidora Laís Costa, através do estudo, constatou que a Universidade tem um quadro significativo de docentes com potencial de qualificação, registrando-se 120 docentes sem mestrado e 460 sem doutorado, o que traz impactos importantes nos processos de avaliação dos cursos e avaliação institucional. Por outro lado, há a possibilidade de alavancar novos programas de pós-graduação internos, especialmente nos campi do interior e fortalecimento dos programas já existentes com o ingresso de novos professores com doutorado", destacou a pró-reitora de Gestão, Carolina Abreu.

Critérios para concorrer a uma das vagas

Até o dia 14 de julho, podem se inscrever professores do magistério superior, selecionados ou matriculados em programa de pós-graduação reconhecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC), que desejam ser contemplados, durante o período de seu afastamento, por um professor substituto a ser contratado mediante processo seletivo simplificado realizado pela Progep.

O docente efetivo deve preencher o formulário online disponível neste link e encaminhar os documentos (em arquivo PDF ou de imagem), descritos no item 2.1.1. do edital nº 31/2017- Progep/Ufal, para o endereço de e-mail concursos.ufal.ppgs@gmail.com.

A contração de professores substitutos para atender aos afastamentos seguirá os prazos de 12 meses para os casos de mestrado; 24 meses, doutorado; e seis meses para pós-doutorado. A seleção seguirá o calendário proposto pela Progep.

Conforme a Progep, dentre os critérios utilizados buscou-se privilegiar dados objetivos das unidades acadêmicas, como: avaliação dos programas de pós-graduação instalados, número de docentes com pós-graduação, nível de avaliação dos cursos, tempo de serviço na universidade e o exercício de atividades de gestão acadêmica, como coordenação de curso e participação em colegiados.

"A composição do texto [do edital] foi um trabalho realizado com a contribuição participativa do Fórum dos Colegiados e de outras instâncias como as pró-reitorias de Graduação; Pós-graduação e Pesquisa; além da de Gestão de Pessoas e do Trabalho, sendo uma construção participativa, assim como vem buscando paulatinamente a gestão da Ufal", ressalta Carolina Abreu.

A reitora Valéria Correia destaca a importância do edital para a lisura no processo de contratação dos professores substitutos. “Sabemos que há limites da disponibilização dos pontos de substitutos para esse fim, pois a demanda é maior que os pontos, mas é um primeiro passo dado já que, pela primeira vez, estamos, de modo transparente, usando a pontuação do banco de professor. Um outro destaque é que estamos disponibilizando os pontos através de edital. Não há, portanto, aqui, privilégios. O processo é transparente, meritocrático e isonômico, sem desconsiderar a realidade dos campi, principalmente do interior onde há uma maior demanda de professores mestres", frisou.  

Para conferir o edital na íntegra, clique aqui

Políticas institucionais

A Gestão da Ufal tem buscado fortalecer a política de qualificação do servidor técnico e docente. A reitora Valéria comemora o lançamento deste edital de professor substituto que vai beneficiar toda a comunidade universitária.  

"Essa é uma ação importante da Gestão, por meio da Progep para a Universidade: pensar a qualificação docente como uma responsabilidade institucional. A qualificação, não apenas para o servidor, mas para a instituição é de suma importância, pois sabemos que quando o mesmo retorna à Universidade, traz consigo mais conhecimento, contribuindo ainda mais com a qualidade dos processos formativos e de pesquisa da Ufal. E por isso, a qualificação, não pode ser uma responsabilidade do servidor que se afasta e, tampouco, de quem fica, onerando muitas vezes os colegas que estão no setor, já sobrecarregados com a carga horária que se predispõem a ficar no lugar do colega de trabalho que está se afastando e isso é o que ocorre, na maioria das vezes”, comentou.

Neste edital o Campus do Sertão não foi contemplado porque já existe um programa de substitutos para qualificação dos docentes, direcionando 15 vagas para garantir a saída deles para qualificação em programas de pós-graduação de mestrado e doutorado.

A pró-reitora Carolina Abreu ressalta ainda que está em curso a liberação de um segundo edital de apoio aos programas internos de pós-graduação, mediante a concessão de 43 professores visitantes, possibilitando a criação de vagas específicas para servidores. Essa ação contempla também a categoria dos técnicos-administrativos e possibilitará a efetivação da política servidor na pós e a qualificação dos técnicos e docentes nos programas da Ufal. 

Para que os professores acompanhem a utilização do Banco de Professor Equivalente a Progep tornou pública, a partir deste ano, a distribuição de vagas por unidades, a sua utilização e as vacâncias, garantindo transparência às vagas docentes. Confira aqui

Professora da FSSO ministra minicurso sobre trabalho infantil

Atividade foi durante o Seminário Internacional do Observatório de Movimentos Sociais da América Latina

Minicurso sobre trabalho infantil foi realizado em evento internacional, em Caruaru

Ascom Ufal

O grupo de pesquisa Redes, Questões Geracionais e Políticas Públicas, da Faculdade de Serviço Social da Ufal participou de um evento internacional no Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, comemorado em 12 de junho.

A coordenadora do grupo, Márcia Iara Costa da Silva, ministrou um minicurso no 3º Seminário Internacional do Observatório de Movimentos Sociais da América Latina. O evento foi realizado na Universidade Federal Rural de Pernambuco, Campus Caruaru, e contou com a participação de outros dois integrantes do grupo de pesquisa, o assistente social  Erwerton Rodrigues, membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Rio Largo; e Patricia Valéria Canuto de Moraes, estudante do curso de Serviço Social. 

Intitulado Trabalho infantil: a proteção social à criança e ao adolescente o minicurso teve o objetivo de analisar a relação entre a proteção social no país, ao longo da história e a persistência do trabalho infantil.

Conforme a descrição da proposta do curso, os ministrantes discutiram “os pressupostos da educação para o trabalho presente no país desde a construção das primeiras estratégias de enfrentamento a questão, indo até o cenário atual, cuja principal bandeira é a Lei da Aprendizagem”. Já numa segunda etapa foram abordados os elementos necessários para compreensão da criança enquanto sujeito de direitos, com ênfase no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Sistema de Garantia de Direitos

Os professores ainda contam que a ideia do minicurso também foi mostrar situação da infância trabalhadora e as principais estratégias de enfrentamento, entre limites e possibilidades.

Ao final, a coordenadora do Grupo, Márcia Iara Costa, concedeu uma tarde de autógrafos do livro Infância perdida, direitos negados

Projeto avalia alternativas para priorizar transporte público em Maceió

Pesquisa da Ufal aponta BRT como mais viável e reforça que planejamento não pode ser pontual

Projeto aponta que a deficiência na variedade de modais é o ponto em Maceió

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo 

Priorizar o transporte público tem sido cada vez mais necessário a medida que as avenidas ficam saturadas com o crescente número de automóveis. A grande quantidade de poluentes e a deterioração da qualidade de vida pública reforçam a urgência em criar medidas para aliviar, coletivizar e humanizar as vias de transporte. Um projeto da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), intitulado alternativas para a massificação do transporte público coletivo: o caso da cidade de Maceió, avaliou a viabilidade de implantação de dois modais na capital.

Existem algumas propostas para a cidade com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana: a implantação de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no eixo Fernandes Lima/Durval de Góis Monteiro, no bairro do Farol, e de um BRT, da sigla em inglês Bus Rapid Transit, na Av. Menino Marcelo, no bairro da Serraria. O projeto da Ufal busca identificar incentivos que podem ser apresentados para o uso do transporte público com maior ênfase.

A deficiência na variedade de modais é o ponto fraco no caso de Maceió. Aqui, o principal tipo de transporte público urbano é o ônibus. O orientador da pesquisa, professor Alexandre Lima, explica que a possibilidade de integração do ônibus com outros modais são alternativas já pensadas, mas que esbarram em dificuldades financeiras. “Ambos [VLT e BRT] já estão elaborados, mas ainda falta o recurso para os projetos serem colocados em prática”, explica.

O VLT é um sistema sobre trilhos, com estrutura mais leve que os metrôs e trens. Exige uma infraestrutura maior quando comparado ao BRT, mas a capacidade de transporte é maior. “Para justificar esse investimento é necessário ter comprovadamente uma demanda de passageiros que certifique a implantação deste modal. Se efetivamente houver, aí sim à médio prazo esse custo termina sendo válido”, completa. O BRT é um ônibus comum, que utiliza vias já existentes, mas conta com um processo de integração tarifária e de bilhetagem mais rápida, feita assim que o passageiro entra no terminal, dando a possibilidade de uma quantidade maior de usuários transportados de forma rápida.

A análise da implantação desses transportes e, também, do novo sistema de integração Ônibus-Ônibus (SIMM), iniciado em 2016, foi feita por meio da comparação com o quadro da integração de outras cidades do Brasil. Concluiu-se que, para uma cidade do porte de Maceió, a melhor opção de modal para trafegar nos eixos viários principais seria o BRT, por seu menor custo de instalação, operação e manutenção, cerca de dois terços menor, porém o prosseguimento do projeto do VLT previsto poderá acarretar em uma maior migração de usuários para o transporte público, por suas qualidades estéticas e maior conforto.

Entretanto, a estudante Taynah Rabelo, participante do projeto, explica que as estratégias para melhorar a mobilidade urbana não podem ser pensadas pontualmente. “Quando o VLT for implantado, não sabemos como o sistema vai se organizar, porque o Plano de Mobilidade Urbana prevê algumas outras mudanças que deveriam ser implantadas juntas. Não se pode planejar a cidade pontualmente, pensar na Fernandes Lima, por exemplo, e esquecer do restante da cidade. É preciso muito estudo e só o governo tem condições de bancar”, ressalta.

Projeto

O estudo começou em 2015, já foi renovado e faz parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). O trabalho foi apresentado no Congresso de Engenharia, Ciência e Tecnologia (Conecte) e no Pluris, congresso fruto de parceria entre pesquisadores do Brasil e de Portugal realizado desde 2005. Recentemente, o projeto ganhou certificado de excelência acadêmica pela Ufal.

 

 

Painel sobre recredenciamento é realizado na Ufal

Em pauta estava o modelo do processo e o papel dos gestores da instituição

Os professores Flávio José Domingos e Tiago Leandro Cruz conduziram a solenidade de abertura

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo

Pró-reitores, diretores dos campi e unidades acadêmicas, coordenadores de graduação e de pós-graduação, assessores e diretores de órgãos da Reitoria do Campus A.C. Simões da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) se reuniram, na última quarta-feira (14), para um debate sobre o primeiro recredenciamento da instituição.

O painel proposto teve como tema Regulação e supervisão da educação superior: o processo de recredenciamento, para dialogar sobre o tema e a recepção da comissão do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável por fazer a avaliação institucional na Universidade.

A solenidade de abertura contou com a presença do pró-reitor de Gestão Institucional, Flávio José Domingos e do procurador Educacional Institucional e coordenador da comissão e recredenciamento, Tiago Leandro Cruz, que frisou a importância do processo e seu desejo de atingir o conceito 5. “Como esse é um momento que envolverá todos os gestores, professores, técnicos e estudantes, o iniciamos com esse painel, para que os gestores tenham conhecimento e clareza do que se trata esse processo. Pois, acredito que a grande maioria dos gestores do A. C. Simões não tenha experimentado esse momento constantemente”, complementou.

A professora e diretora de avaliação e regulação de ensino do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Tarcimária Gomes, apresentou o painel O Sistema Nacional de Avaliação Superior e o processo de recredenciamento, iniciando assim as conversações e os diálogos a respeito da avaliação institucional externa. “Queremos fazer um trabalho de conscientização e compartilhamento de informações sobre a proposta de avaliação externa, pois cada um de nós, servidores das instituições, temos nossa parcela de responsabilidade no processo institucional e nessa avaliação”, declarou.

Tarcimária Gomes também salientou a importância de resgatar toda a história da Universidade e o que foi construído ao longo do tempo, destacando e mostrando aos avaliadores as atuações que a Universidade faz diariamente, como o Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), o Hospital Universitário (HU), a Residência Universitária, o Restaurante Universitário (RU), entre outras. De acordo com ela, é necessário que haja esse acompanhamento externo para que os órgãos que cercam as instituições tenham a consciência do trabalho que está sendo desempenhado, uma vez que toda a comunidade acadêmica será ouvida pelos avaliadores.

Além disso, foram apresentados os princípios fundamentais do Sistema de Avaliação de Educação Superior (Sinaes), que “permitiu a avaliação por um olhar mais próximo, de forma específica e detalhada”, focando na avaliação externa e na necessidade da participação efetiva da Comissão Própria de Avaliação (CPA).

O professor e avaliador institucional, Walter Matias, apresentou o painel O papel dos gestores da Ufal no processo de recredenciamento, documentos e mobilização da comunidade, dando ênfase a auto avaliação da Universidade, porque, segundo ele “ter uma cultura de avaliação é muito mais difícil do que criar uma política de avaliação”, e evidenciou que a observação já é feita pela CPA, e é um dos principais itens para a progressão da Ufal. O professor também lembrou que a auto avaliação é papel de todos os docentes e gestores da Universidade, com cautela para buscar a nota máxima.

A realização do painel foi o passo inicial para o processo de recredenciamento, que será realizado junto à Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), onde a Universidade receberá a comissão em agosto deste ano. “Será uma avaliação de tudo o que a Ufal vem construindo ao longo dos seus 56 anos. E é um momento de grande importância, pois estamos em uma conjuntura em que os serviços públicos e seus servidores são colocados em questionamento, então esse é um compromisso a mais do que já temos no processo de recredenciamento”, declarou o professor Tiago.

Edufal amplia o número de títulos selecionados em edital

Mais dez obras foram incorporadas ao Edital de Apoio à Publicação e Editoração da Fapeal

O diretor da Edufal, Osvaldo Maciel, com os professores Alessandra Marchioni e Fernando Gomes

Márcia Alencar – jornalista

O diretor da Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal), professor Osvaldo Maciel, ao mesmo tempo em que divulga o resultado final do Edital de Apoio à Publicação e Editoração da Fapeal, anuncia o financiamento para mais 10 títulos, chegando a sessenta os títulos selecionados. “O esforço para essa ampliação, realizado pela Edufal e pela Imprensa Oficial, tem a ver com a excelência dos trabalhos inscritos”, destacou ele.

Os recursos não alteraram a ordem de classificação que havia sido apresentada no resultado preliminar, em 12 de junho. As obras devem ser lançadas na 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que será realizada de 29 de setembro a 8 de outubro, no Centro de Convenções de Maceió, numa parceria entre Ufal, Fundepes, Governo do Estado e Prefeitura de Maceió. Já o edital que selecionou as sessenta obras tem a coordenação da Edufal, em parceria com a Imprensa Graciliano Ramos e a Fapeal, que disponibilizou R$ 150 mil de recursos próprios para as publicações.

A chamada reuniu obras originais, que abordassem resultados de pesquisas relevantes. São resultados dos trabalhos dos pesquisadores tanto vinculados ao sistema de pós-graduação local quanto a outras instituições alagoanas que promovem o avanço científico e acadêmico.

Esse edital contou com critérios de avaliação diferenciados e inovadores, ampliando os pareceres externos à Universidade e ao Estado de Alagoas. “A equipe Edufal, por meio da bibliotecária Fernanda Lins, e o Conselho Editorial, coordenamos a avaliação e as escolhas dos perecistas e chegamos a ótimos resultados”, ressalta Osvaldo Maciel.

Nessa nova fase, a Edufal irá definir um cronograma de trabalho com a Imprensa Oficial e os autores contemplados, para iniciar a produção de capas, diagramação e impressão para vencer o curto tempo até a bienal 2017. Veja aqui o resultado final.

Autores destacam o sucesso do edital

A professora da Faculdade de Direito, Alessandra Marchioni, uma das autoras contempladas, ressaltou a visão científico/acadêmica deste edital que selecionou seu terceiro livro organizado: Acesso a moradia e exclusão social , resultado de pesquisas do Núcleo de Pesquisa em Direito Internacional e Meio Ambiente da Ufal (Nedima). “Nosso grupo trabalha com esta temática desde 2010 e o primeiro volume foi lançado na Bienal do Livro de 2015”, informa. Essa obra contemplada tem a participação das professoras doutoras do Ifal, Ane Francialy Araújo e Maria Lucilene Silva.

Para o professor da Faculdade de Letras, Fernando Gomes, o edital deste ano se diferenciou pelas propostas de avaliação muito pertinentes para um livro mais acadêmico como o dele, cujo título é Hipertexto revisitado: novas perspectivas para a pesquisa e ensino , seu primeiro livro pela Edufal, apesar de ser um tema já estudado desde 2007 onde discute a técnica e subsídios para o uso dos professores em sala de aula. “É uma revisão e atualização do que já vem sendo pesquisado e publicado”, destaca ele.

Pesquisador do Icat defende Emenda que torna a Caatinga patrimônio nacional

Durante sessão em Brasília, Humberto Barbosa alertou sobre a urgência de criação de unidades de conservação, recuperação de áreas e estudos científicos sobre o bioma

PEC pode tornar Caatinga patrimônio público nacional

Ascom Ufal

A Câmara dos Deputados realizou em Brasília, neste mês de junho, uma sessão solene em homenagem à Caatinga. Parlamentares e estudiosos aproveitaram a ocasião para defender a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna esse bioma, exclusivamente brasileiro, um patrimônio nacional.

O professor Humberto Barbosa, do Instituto de Ciências Atmosféricas (Icat) da Ufal, esteve presente na sessão e foi um dos pesquisadores a defender a proposta. O docente explica que existe a PEC 504/2010, já aprovada no Senado, mas que ainda aguarda a aprovação na Câmara dos Deputados. “Foi uma omissão da Constituição Federal de 1988, que deixou esse bioma fora da composição do patrimônio nacional. A PEC tem a proposta de corrigir essa lacuna”, esclarece. “Com a aprovação, a Caatinga passará a ser patrimônio público nacional e, com isso, será possível fortalecer as políticas de conservação”, completou.

O docente considera importante estabelecer a ligação entre ciência e política, visto que é fundamental que as pesquisas científicas contribuam para a formulação de políticas públicas. “Temos levantando essa bandeira, com o apoio do deputado Rômulo Gouveia, da Paraíba, em prol do bioma e nos colocado à disposição para apoio técnico-científico nesse processo de luta pela aprovação da PEC”, destaca.

Ainda de acordo com Barbosa, é preciso buscar o fortalecimento de políticas governamentais e ambientais de incentivo às pesquisas científicas e ao desenvolvimento tecnológico com foco para a Caatinga. “Diferentemente da Amazônia e da Mata Atlântica, as quais já possuem programas de governo consolidados para a criação de políticas públicas, sobretudo, na área de monitoramento ambiental utilizando imagens de satélites, a Caatinga ainda carece de ações e programas nesse sentido”, alerta. “Por isso, a nossa iniciativa de buscarmos esse diálogo com setores da política brasileira, visando reforçar programas específicos para monitoramento da seca, do desmatamento e da desertificação desse patrimônio natural”, defende o professor que coordena o Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Ufal. Para saber mais sobre o Lapis, clique aqui.

Bioma ameaçado

Segundo o pesquisador Humberto Barbosa, a Caatinga é um dos biomas mais ameaçados do Brasil pela desertificação, seca, desmatamento e, atualmente, apenas 1% dela está contida em Unidades de Conservação. “Apesar da sua importância e grandiosidade, ainda é pouco conhecida e explorada, de forma sustentável, pela ciência. Há poucas informações sobre o potencial e a distribuição da sua biodiversidade. Sem esquecer que é um bioma pouco assistido por programas de monitoramento”, aponta.

Ele informa que há um interesse do Lapis da Ufal em ampliar as ações de monitoramento ambiental por satélite, a exemplo do que tem sido feito com o lançamento do Sistema de Monitoramento e Alerta para Cobertura Vegetal da Caatinga (SimaCaatinga). “Uma vez que esse bioma seja reconhecido como patrimônio público nacional, haverá a urgência de estabelecer programas de pesquisa direcionados à sua conservação”, afirma. “Esses programas terão o potencial de situar a Ufal e o Lapis como protagonistas de ações que beneficiarão a sua conservação, com benefícios à agricultura familiar. Com isso, o Laboratório pode desenvolver novas metodologias, adaptadas à cultura regional e à sociedade local, de monitoramento ambiental via satélite, contribuindo para o avanço científico na área e a formação de recursos humanos”, completa.

Diante das mudanças climáticas, dos consecutivos anos de seca e dos enormes danos socioeconômicos, para o pesquisador, a aprovação da PEC Caatinga é fundamental, tendo em vista a criação de unidades de conservação e a restauração de áreas degradadas. “É preciso o apoio da bancada de parlamentares dos estados que compõem o Semiárido brasileiro. Que eles abracem a causa e pautem esse tema tão importante para o país, sobretudo, pelo fato da Caatinga está diretamente ligada com a condição da saúde da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, que hoje exerce um papel essencial diante do contexto de secas prolongadas e projeções de mudanças climáticas, garantindo a segurança alimentar e hídrica dos cerca de 27 milhões de habitantes que vivem na Caatinga”, conclui. 

Edufal recebe homenagem da Associação Brasileira de Editoras Universitárias

A menção honrosa foi anunciada na Reunião Anual da Abeu

Fernanda Lins (terceira da direita para a esquerda) representa a Edufal no evento da Abeu

Márcia Alencar – jornalista

A Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal) recebeu menção honrosa por integrar o grupo de fundadoras da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (Abeu), pela contribuição para o fortalecimento do setor. A homenagem foi recebida pela coordenadora Editorial da Edufal, Fernanda Lins, durante a Reunião Anual da Abeu, realizada em Foz de Iguaçu, no final do mês de maio.

Segundo Fernanda Lins, receber essa homenagem representando o diretor Osvaldo Maciel, foi bem importante “por já acompanhar há mais de dez anos os avanços da Edufal e seus esforços para estar presente nos mais importantes meios de debates das dificuldades e necessidades das editoras universitárias do país”.

O evento de 2017 marcou os 30 anos de fundação da Abeu, que sempre recebe representação da editora alagoana ao longo dessas três décadas, reafirmando o compromisso histórico da Associação de fortalecer o associativismo e a luta pelos interesses coletivos das entidades nacionais do livro acadêmico e científico.

Na Carta de Foz de Iguaçu, divulgada ao final do evento, o texto destaca o que a Associação estabelece como metas institucionais:aprofundar o diálogo com o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub) para que fortaleçam a relação das universidades com suas casas editoriais e que seus órgãos controladores reconheçam e autorizem a adoção de procedimentos que possibilitem o bom funcionamento e a sustentabilidade das editoras, com o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnologia (Conif) para que apoie sua editoras do ponto de vista físico, tecnológico e de recursos humanos. Assim como com as instituições de fomento, com vistas a investir no fortalecimento das editoras universitárias.

É também meta da Abeu promover ações mais colaborativas que valorizem e estimulem boas práticas, e avançar na interlocução com as instituições públicas, empresas e associações do livro de âmbito nacional e internacional, independentemente do cenário econômico e político.

Em outubro a Associação promove sua reunião regional em Aracaju e a Reunião Anual de 2018 será na cidade do Rio de Janeiro no mês de maio.

Instrutores do CapacitaSuas participam de oficina pedagógica

Programa tem objetivo de aprimorar serviços e projetos da Assistência Social

A pró-reitora Joelma Albuquerque participou da capacitação

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo

Os instrutores classificados e suplentes do Programa de Capacitação do Sistema Único de Assistência Social (CapacitaSuas) participaram, nesta terça-feira (20), de uma oficina pedagógica na Sala dos Conselhos da Faculdade de Serviço Social para esclarecimentos e orientações sobre o Programa. O CapacitaSuas tem o objetivo de aprimorar os serviços e projetos da Assistência Social por meio da capacitação dos técnicos. 

Na ocasião, a pró-reitora de Extensão, Joelma Albuquerque, agradeceu o empenho e parceria da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) e da professora Margarida, coordenadora geral do CapacitaSuas na Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e afirmou a importância do Programa em um momento difícil para as universidades públicas. “A Universidade passa por graves cortes no orçamento, o que fragiliza o ensino superior, mas mesmo assim conseguimos garantir esse recurso para a formação de trabalhadores em serviço. Precisamos agarrar com todas as forças essa oportunidade”, reforçou.

De acordo com Joelma, o CapacitaSuas é essencial para a existência do tripé da Universidade: ensino, pesquisa e extensão, já que, durante a execução do programa, a Ufal vai dialogar com 2.778 pessoas. “A extensão tem essa propriedade de poder trazer o ensino formal à realidade dinâmica. Estamos nos atualizando com base em experiências concretas. O Programa entra nessa perspectiva de troca”, conta.

O CapacitaSuas chega na Universidade durante o processo de recredenciamento pelo Ministério da Educação (MEC). Para a pró-reitora, isso só reforça o empenho e a mobilização da Ufal junto ao programa. “O CapacitaSuas vem em um momento histórico para nós, para mostrar que podemos continuar formando profissionais no estado de Alagoas”, finaliza.

Representando a Seades, por meio da Superintendência de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi), Rodrigo Araújo expressou o valor do programa de qualificação para a melhoria dos serviços. “O CapacitaSuas é o maior programa de extensão em parceria do Estado na Universidade. Foi uma alegria muito grande ter a parceria da Ufal”, afirmou o superintendente.

Programação

A oficina contou com esclarecimentos gerais sobre o CapacitaSuas e a importância em Alagoas, na extensão universitária e na Faculdade de Serviço Social. Durante a tarde, a professora Adriana Torres coordena a oficina de introdução ao provimento dos serviços e benefícios socioassistenciais do Suas.

Gestão debate convivência entre os servidores do Hospital Universitário

A proposta é aproximar os servidores da Ebserh e do Regime Jurídico Único

Reunião com sindicatos foi para tratar conflitos no HU

Sara Graziele - estagiária de Jornalismo

Foi realizada na manhã desta terça-feira (20), no gabinete da reitora Valéria Correia, uma reunião entre as representações sindicais dos trabalhadores do Regime Jurídico Único (RJU), filiados ao Sintufal, e os contratados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) que são filiados ao Sindserh. Estava presente, além da reitora e integrantes da equipe, a nova superintendente do Hospital Universitário Alberto Antunes (Hupaa), Regina Maria dos Santos. 

A reunião teve como objetivo promover a aproximação entre os funcionários de ambos os regimes, assim como a resolução de conflitos na rotina de trabalho. A reitora Valéria destacou a importância da retomada de diálogo para promover um ambiente de cooperação que proporcione um atendimento de qualidade para os usuários do Hospital Universitário. "Como único hospital de média e alta complexidade que é referência para todo o Estado nós temos uma responsabilidade ímpar. E qualquer conflito que dificulte essa responsabilidade social precisa ser dirimido", declarou a reitora.

Davi Fonseca, coordenador geral do Sintufal acrescentou que a reunião foi importante para aparar arestas que ficaram diante da crise do processo de intervenção que gerou dificuldades entre as partes envolvidas no HU. "Essa reunião foi o primeiro passo pra gente retomar um processo democrático de diálogo entre as entidades em que pese as diferenças de opiniões, mas, que haja um fortalecimento enquanto trabalhador. Apesar de diferenças contratuais, todos são parte do hospital, então os nossos problemas precisam ser resolvidos em conjunto”, ressaltou o sindicalista.

Diego Farias, presidente do conselho fiscal da Sindserh, também reforçou a importância dessa reunião como um meio do trabalhador ser ouvido. "Assim podemos colocar nossas demandas e resolvê-las. Nós levaremos as propostas para a base e traremos as resoluções para as próximas reuniões, para que cada vez mais esses conflitos sejam resolvidos”, afirmou o representante dos trabalhadores da Ebserh.

A superintendente, Regina dos santos, reforçou o compromisso da Gestão em solucionar os conflitos decorrentes da convivência entre dois regimes de trabalho no Hospital Universitário. “A primeira coisa que precisamos fazer é apaziguar essa situação de conflito gerada no hospital com a recente intervenção da direção nacional do HU. Precisamos desenvolver mecanismos onde os trabalhadores e a Gestão possam debater as questões e tirar encaminhamentos para devolver aos trabalhadores do hospital o mínimo de tranquilidade necessária para cumprir a função de assistir às pessoas que estão buscando tratamento”, determinou a superintendente.

A reunião foi considerada bastante produtiva por todas as partes, que se comprometeram a manter o diálogo e priorizar a qualidade do atendimento aos usuários. "Temos um compromisso maior que é a defesa do Sistema Único de Saúde e do hospital Universitário na sua missão institucional de ensino, pesquisa e extensão, voltado para a comunidade de baixa renda”, finalizou a reitora Valéria Correia.

Nucli Ufal oferece cursos de inglês para estudantes e servidores

Inscrições vão até 4 de Julho; interessados precisam estar cadastrados no My English Online

Divulgação

Cairo Martins - estagiário de Jornalismo

O Núcleo de Línguas (Nicli) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), está com inscrições abertas até 4 de julho para 21 novas turmas do curso de inglês presencial no Campus A.C. Simões. Podem participar estudantes, técnicos e docentes da Universidade.

Além de ter feito o exame de proficiência TOEFL iTP, que define o nível de conhecimento de cada aluno, o interessado deve ter cadastro ativo no My English Online (MEO). Professores e técnicos que não possuem cadastro no MEO, e sentem interesse no curso, podem se inscrever através deste link.

O curso tem o objetivo de ensinar a língua estrangeira contemplando aspectos acadêmicos e profissionais. A ficha de inscrição está disponível aqui.

Mais informações na secretaria da Faculdade de Letras (Fale), ou nas redes sociais Facebook e Instagram.

 

Proex divulga cronograma de encerramento dos editais 2016/2017

Coordenadores devem preencher o relatório final no Sigaa

Ascom Ufal

A Pró-reitoria de Extensão divulgou os prazos de entrega dos relatórios finais aos coordenadores de alguns projetos de extensão em andamento na Ufal. Os contemplados nos editais Programa Círculos Comunitários de Atividades Extensionistas (Proccaext) e Programa de Iniciação Artística (Proinart) têm até 30 de agosto para enviar os relatórios.

Já os do edital Zumbi Maninha Xukuru Kariri devem entregar os documentos até 29 de setembro. Os coordenadores precisam preencher o relatório final no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) no Módulo Extensão e encaminhar também o formulário disponível em anexo.

De acordo com o cronograma da Proex, o último mês de pagamento dos bolsistas dos editais Proccaext e Proinart será agosto de 2017, mês de encerramento das atividades. Já os projetos do Zumbi Maninha Xukuru Kariri, que encerram em setembro, o último pagamento será realizado no mês de outubro.

Em caso de dúvidas quanto ao preenchimento dos relatórios entrar em contato pelos e-mails: proccaext@gmail.com; cac.ufal.proinart@gmail.com e zumbimaninha@gmail.com.

Estudante de Engenharia da Computação é premiado pela SBMAC

Israel Vasconcelos foi o segundo colocado na categoria de Iniciação Científica

Israel Vasconcelos (à esquerda) foi orientado pelo professor André Aquino do IC

Thamires Ribeiro – estagiária de Jornalismo

Cursando o 8° período do curso de Engenharia da Computação na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Israel Vasconcelos foi o segundo melhor colocado no prêmio Beatriz Neves da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC). Monitoramento ambiental utilizando redes de sensores sem fio tolerantes a atrasos foi o título do trabalho premiado na categoria Iniciação Científica do prêmio, orientado pelo professor André Aquino do Instituto de Computação (IC).

De acordo com o estudante, o trabalho submetido por ele apresenta uma metodologia para avaliação de técnicas de amostragem e processamento de dados em redes de sensores. “As aplicações incluem monitoramento ambiental e urbano em áreas esparsas, detecção de eventos e controle em áreas de risco. A pesquisa investiga fatores de interferência nesses ambientes de estudo, e contribui com técnicas que proporcionam um funcionamento mais eficiente dessas aplicações”, declarou.

Israel Vasconcelos explicou que houve um longo caminho até chegar nessa premiação. Segundo ele, o trabalho vem sendo realizado desde 2013, e seus últimos ajustes foram no início deste ano, mas alegou que esse tempo foi necessário para “aprimorar todas as etapas do projeto e atingir um nível de maturidade que justifica os resultados que obteve durante seu desenvolvimento”. Ele afirmou ainda que este trabalho já ganhou o prêmio de melhor artigo na 14° Escola Regional de Computação Bahia – Alagoas – Sergipe (Erbase) em 2014, rendeu publicações em duas conferências internacionais no ano de 2015 e recebeu excelência acadêmica no Encontro de Iniciação Científica da Ufal nos anos de 2014, 2015 e 2016.

“Essa premiação é especialmente gratificante, e o fator de maior importância é o reconhecimento de que é palpável desenvolver trabalhos de alto nível e com relevância na comunidade acadêmica dentro da nossa Universidade. E isso não é um caso isolado, já que temos excelentes grupos de pesquisa e muitas pessoas atuantes dentro de suas áreas”, declarou o estudante. E complementou: “Isso é algo que considero motivador, e não apenas para mim, pois espero também que essa visão se torne cada vez mais difundida entre os colegas estudantes, e assim, mais trabalhos vindos da Ufal ganharão relevância”.

O aluno de Engenharia conta que para a realização do trabalho obteve uma significativa assistência do grupo de pesquisa do qual faz parte, o SensorNet, do Laboratório de Computação Científica e Análise Numérica da Ufal (Laccan), e do seu professor e orientador André Aquino. “Isso se deve ao fato de ter me proporcionado todo o suporte necessário, tanto em termos de estrutura física e ferramental, quanto na definição das diretrizes corretas para o desenvolvimento das linhas de pesquisa, além de excepcional dinâmica de trabalho”, complementou.

Premiação

O prêmio será entregue na solenidade de abertura do 37° Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional 2017 (CNMAC), realizado pela SBMAC, que irá acontecer entre os dias 19 a 22 de setembro em São José dos Campos (SP). O evento acontece anualmente e tem por objetivo reunir professores, estudantes, pesquisadores e profissionais de empresas e centros de pesquisa que envolvem as diversas áreas da Matemática Aplicada e Computacional, para divulgar e discutir os resultados das pesquisas realizadas pelos participantes.

Museu Théo Brandão recebe exposição de cordel e xilogravura

A mostra fica em cartaz até 30 de junho

Xilogravura de Eneias Tavares Santos

Jacqueline Batista – jornalista colaboradora

A exposição Xilogravura e poesia: a arte de Enéias Tavares dos Santos vai ficar aberta até o dia 30 de junho, no Museu Théo Brandão. Fazem parte da mostra cordéis, matrizes, impressões e álbuns de xilogravuras do artista contemplado no 12º Prêmio Gustavo Leite, cuja entrega aconteceu no dia 16 deste mês, durante a programação da 15ª Semana de Museus.

A premiação realizada pelo MTB presta uma homenagem ao produtor cultural, iluminador e cenógrafo alagoano Gustavo Leite, que atuou junto aos artistas do interior do Estado, na divulgação e comercialização de suas obras.

O prêmio, que está em sua 12ª edição, é uma realização do MTB, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), a Galeria Karandash e o fotógrafo Celso Brandão. 

O artista

Na década de 1940, o xilógrafo e cordelista Enéias Tavares dos Santos, conhecido também como Picapau, começou a fazer a arte da xilogravura. No início, foi uma atividade despretensiosa. “Eu vi um rapaz fazendo carimbos e achei muito interessante. Comecei também a fazer, mas não sabia que aquilo era xilogravura. Na época, eu usava um pedaço de casca de cajá e uma gilete, a calçada como lixa. Tive duas professoras: a natureza e a necessidade”, comentou.

O artista lembra que em 1974, foi contratado para fazer trabalhos de xilogravura na Galeria de Arte de Aracaju. “Perguntei o que era xilogravura. E só naquele momento entendi que era o que eu já fazia”, recorda.

Em 1953, Enéias publicou O cavalo ventania, o primeiro cordel e começou a vender sua literatura na Feira do Passarinho, em Maceió. Posteriormente, a obra Jangadeiro alagoano teve a capa em xilogravura. “Eu fiz a xilogravura da maior parte dos meus cordéis. Quando os outros cordelistas descobriram que eu fazia esse trabalho passaram a me encomendar a capa dos cordéis”, contou.

O artista, nascido em Marechal Deodoro, morou em Sergipe e Bahia. Entre outras atividades, trabalhou como feirante, carvoeiro e no Conservatório de Música de Sergipe. Durante 25 anos, atuou no Museu Théo Brandão, onde fazia xilogravura, cordel e pintura.

Enéias lembra que quando começou a trabalhar no Museu, a cultura popular e os personagens do cotidiano foram a temática predominante das suas xilogravuras. “Resolvi fazer tudo: vendedor de fruta, de sururu, amolador de tesoura. Comecei a passar para a xilogravura o que eu via na minha vida desde menino”, revelou. 

Nessa época, aprendeu a fazer as cópias de xilogravura. “Eu mesmo fiz a prensa de tirar cópias, fabriquei meus próprios instrumentos de xilogravura”, contou o artista, que teve sua obra exposta em Maceió, Rio Grande do Sul, Paulo Afonso (Bahia), São Paulo, Brasília e em Santiago, no Chile. O cordel de mais sucesso é Carta de Satanás a Roberto Carlos. A publicação aborda a música Quero que vá tudo pro inferno, composta por Roberto e Erasmo Carlos.

Alguns trabalhos de Enéias foram publicados em formato de álbum, em Sergipe e Alagoas. Em 1977, o álbum de xilogravura Farinhada foi publicado pelo governo de Sergipe. Os álbuns de xilogravura Sururu de Alagoas, Coqueiro da praia, Coleção folclórica, entre outros, foram publicados pela Ufal. Uma parte desses álbuns estará à mostra no MTB.

A exposição, que tem a curadoria assinada pela museóloga Hildênia Oliveira, ficará em cartaz, gratuitamente, no horário aberto à visitação: das terças às sextas, das 9h às 17h. Mais informações pelos telefones 3214-1713/1710/1715/1716.

Ufal sedia Seminário Internacional sobre a dívida pública

O evento será realizado em julho, no auditório da Reitoria

Arte de divulgação

Jessyka Faustino, estudante de Jornalismo 

 O Núcleo Alagoano pela Auditoria Cidadã da Dívida Pública realizará, nos dias 6 e 7 de julho, o  Seminário Internacional Dívida Pública, Crise Capitalista e Questão Social, na Universidade Federal de Alagoas. A atividade vai contar com a participação de palestrantes do Brasil, Uruguai, Argentina, Colômbia e Itália, num intercâmbio acadêmico que tem como eixo as experiências de auditoria da dívida em cada pais.  

O professor da Ufal José Menezes, que vai compor uma das mesas, ressalta a importância do evento para o momento atual do país. "Nesse momento de universidade e serviços públicos ameaçados pelas políticas de corte, o que queremos mostrar é que o gera descontrole não é o serviço público e sim o gerenciamento da dívida pública. O que queremos mostrar é a importância de uma auditoria cidadã e defesa dos serviços públicos e políticas sociais", esclarece José Menezes. 

O seminário é uma realização do Programa de Pós-graduação em Serviço Social da Ufal e da Auditoria cidadã, aberto a toda comunidade. As inscrições serão feitas no momento do credenciamento. 

Mais informações na página do evento

Ufal realiza Semana do Acolhimento aos calouros

Atividades culturais, debates e ações solidárias fazem parte da programação. Confira também as programações dos cursos

Calourada no Campus A.C.Simões será nos dias 5 e 6 de julho

Eduardo Lira - estudante de Relações Públicas

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) dará boas-vindas aos novos alunos do primeiro semestre letivo de 2017.1 com a Semana do Acolhimento. Organizada pelas pró-reitorias de Graduação, Estudantil e de Extensão, em parceria com as coordenações dos cursos, a programação terá atividades para os dias 5 e 6 de julho.

A partir das 8h da quarta-feira (5), os calouros serão recebidos no Centro de Interesse Comunitário (CIC) com o Café com Música - Voz e Violão. Após uma apresentação cultural, a reitora Valéria Correia ministra a aula magna que tem como tema A resistência da universidade pública em tempos de crise, espaço dedicado à nova comunidade acadêmica para debates e discussões.

Às 10h30, representantes estudantis assumem a mesa para discutir os direitos e deveres dos estudantes, seguidos de apresentação das pró-reitorias e órgãos de apoio da Ufal para socialização e esclarecimento de dúvidas sobre os setores da Universidade. Encerrando as atividades da manhã, haverá apresentação cultural e sorteios de livros da Edufal.

As atividades também contemplam os alunos da tarde e da noite com ginástica laboral, lanche no Café com música - Voz e Violão e apresentações culturais dos grupos Círculo Sagrado Feminino - Danças Ciganas, e Coco de Roda Xique-xique, a partir das 14h e 18h30, respectivamente. A reitora voltará para ministrar a aula magna nos turnos vespertino e noturno, acompanhada do movimento estudantil e apresentação das pró-reitorias e órgãos de apoio. Ao final, mais apresentação cultural e sorteios de livros.

Durante todo os dia haverá a exposição do 1º Concurso Estudantil de Fotografia, que teve como tema Mulher e empoderamento: retratos de gênero.  

Na quinta-feira (6), os estudantes serão recebidos em seus horários de estudo pelos coordenadores dos cursos e centros acadêmicos, que realizarão suas próprias atividades de apresentação e habituação.  

Ufal Solidária

No dia 5, o Hemocentro de Alagoas (Hemoal) estará das 8h às 17h, na Faculdade de Nutrição, conscientizando sobre a importância da solidariedade com a Calourada Vermelha. Os novos alunos serão convidados a fortalecer o cadastro de medula óssea e a doar sangue para pessoas acometidas por doenças, como Leucemia e Aplasia de medula óssea. 

Já na quinta-feira (6) haverá cadastro de medula óssea no hall da Reitoria. Neste mesmo dia, das 9h às 17h, os calouros e veteranos poderão doar uma caixa de leite para os desabrigados da enchente na Biblioteca Central. E à tarde, haverá plantação de mudas em alguns espaços da Ufal.

O último dia da Calourada Vermelha será na sexta-feira (7), com cadastro de medula e doação de sangue no Centro de Ciências Agrárias (Ceca).

Fora de sede

No Centro de Ciências Agrárias a programação de boas vindas repete no dias 6 de julho, com a aula magna ministrada pela reitora Valéria, no auditório do Ceca, além de apresentações culturais e esclarecimento de dúvidas. Os centros acadêmicos realizarão atividades na sexta-feira (7).

Já em Santana do Ipanema também haverá programação de acolhimento dos dias 5 a 10, com a presença de gestores e atividades diversas, no auditório do Colégio Divino Mestre, a partir das 8h30. 

Prograd emite nota de esclarecimento sobre casos de estudantes no exercício ilegal da profissão

Documento informa investigação das denúncias e destaca o papel dos conselhos profissionais na fiscalização

Ascom Ufal

A Pró-reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) emitiu uma nota de esclarecimento em relação às denúncias de exercício ilegal da profissão por parte de alguns estudantes matriculados na instituição.

Na nota, entre outros pontos, a equipe da Prograd informa que cada caso será avaliado pela Procuradoria, e receberá o devido parecer jurídico.

A Pró-reitoria também destaca que “não compete à Universidade fiscalizar o exercício profissional e que isso deve ser feito pelos Conselhos profissionais”.

Confira a nota, na íntegra, logo abaixo:

 

Nota de esclarecimento à comunidade acadêmica e à imprensa

A Pró-reitoria de Graduação (Prograd) vem a público esclarecer algumas questões sobre as denúncias de exercício ilegal da profissão, por parte de estudantes da Universidade Federal de Alagoas:

1. As denúncias que estão sendo encaminhadas à Universidade estão sendo avaliadas pela Procuradoria da instituição, que vai orientar cada caso e encaminhar o parecer jurídico para a Reitoria e para a Prograd.

2. Segundo o Estatuto da Universidade Federal de Alagoas, no regimento geral, capítulo IV do regime disciplinar, as penas disciplinares previstas são: advertência, repreensão, suspensão e exclusão.

3. Não compete à Universidade fiscalizar o exercício profissional, isso deve ser feito pelos Conselhos profissionais.

4 - No que tange ao estágio, a Ufal acompanha os estudantes, que são orientados para essa atividade obrigatória, de acordo com as resoluções internas e a lei de Estágio, que prevê a supervisão técnica por meio de um professor supervisor da instituição e um preceptor no local de estágio.

 

Sandra Regina Paz

Pró-reitora de Graduação

Crianças do NDI encerram semestre letivo com festa

Arraiá contou apresentação circense, dança e exposição de pinturas

Festa teve brincadeiras, murais e pinturas que decoraram a festa e as salas

Letícia Sant'Ana - estagiária de Jornalismo 

O Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) encerrou o primeiro semestre letivo com festa. Na manhã desta sexta-feira (23), as crianças atendidas pelo NDI apresentaram às famílias atividades voltadas para a cultura nordestina. O encerramento no clima do São João contou com apresentação circense e danças populares.

Foram seis turmas, cada uma orientada por uma profissional do Núcleo, desenvolvendo brincadeiras, murais e pinturas que decoraram a festa e as salas. “As crianças tiveram a oportunidade de produzir a decoração para o nosso encerramento. Também é o momento das famílias participarem das brincadeiras junto com elas”, contou a técnica em assuntos educacionais, Andressa Rodrigues Sabino.

Durante o semestre letivo, as professoras ressaltaram símbolos do São João e apresentaram às crianças a literatura de cordel e as obras de Alfredo Volpi. O pintor tem como característica principal bandeirinhas e as casas nas telas, com cores bastante típicas dos festejos juninos. “As crianças produziram releituras dessas obras e assim puderam se reconhecer nas atividades desenvolvidas”, afirmou Sabino.

Além dos pais, os avós também compareceram para acompanhar as crianças no arraiá. Júlia Raimundo, avó da Elisia, de 4 anos, achou maravilhoso ver as obras produzidas pela neta e contou do entusiasmo dela para a festa. “A Elisia acordou logo cedo e pediu para ficar arrumada, estava ansiosa”, lembrou Júlia.

O NDI atende os filhos de servidores e estudantes da Ufal, assim como da comunidade, oferecendo suporte a crianças a partir de dois anos de idade. O Núcleo conta com uma equipe formada por pedagogos, psicólogo, nutricionista, técnico em enfermagem, professores e auxiliares de sala da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e estagiários e bolsistas de diversos cursos da Universidade.

 

Chá de Memória terá lançamento de livro de professor da Ufal

Encontro será na próxima terça-feira (27), com palestra sobre ética na política com humor

Arte de divulgação

Cairo Martins - estagiário de Jornalismo

O projeto Chá de Memória, realizado pelo Arquivo Público de Alagoas (APA), promove mais uma edição do evento com o tema Ética na política com humor. A palestra ministrada pelo secretário de Comunicação do Estado de Alagoas, Ênio Lins, será nesta terça-feira, às 14h.

Na ocasião, ocorrerá o lançamento do livro Antônio Conselheiro por Ele Mesmo, escrito pelo o professor Pedro Vasconcelos, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Para participar do Chá de Memória, basta preencher a ficha de inscrição no site do Arquivo Público de Alagoas ou solicitar a inscrição, que é gratuita, pelo e-mail alarquivopublico@gmail.com.

O projeto ocorre desde outubro do ano passado, aborda temas voltados à história da sociedade e visa a dinamização do Arquivo e sua integração com os alagoanos. O evento se consolidou na agenda de atividades do órgão e tem alcançado grande público, com média de 120 participantes de todos os segmentos sociais. 

Atualmente o Chá de Memória integra a agenda oficial do Bicentenário de Alagoas e é realizado toda última terça-feira do mês. O projeto conta com a parceria entre o Programa de Pós-graduação em História da Ufal, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), o Arquivo Público de Alagoas e o Gabinete Civil do Estado.

Serviço:

Evento: Chá de Memória com o tema Ética na Política com Humor

Quando: 27 de junho

Onde: Arquivo Público de Alagoas, Rua Sá e Albuquerque, s/n, Jaraguá

Horário: 16h às 18h

Informações: 3315-7879 / 9 8833.2934

Inscrições para o Circuito Penedo de Cinema encerram em julho

Diretores e produtores têm até 23 de julho para enviar filmes, que irão concorrer a R$ 37 mil em prêmios

Evento será realizado de 7 a 11 de novembro no Centro Histórico de Penedo (Foto: Jonathan Lins)

Deriky Pereira – Ascom Circuito

Começou a contagem regressiva para inscrições de filmes nas mostras competitivas do Circuito Penedo de Cinema. Os proponentes, que podem ser diretores ou produtores executivos, têm até 23 de julho para inscreverem produções em curta-metragem por meio da plataforma Festhome ou por formulários digitais disponíveis no site do Circuito.

Os filmes, produzidos a partir de 2015, devem ter até 25 minutos de duração e podem ser inscritos nas três mostras que compõem o Circuito: 10º Festival do Cinema Brasileiro de Penedo, 7ª Festival de Cinema Universitário de Alagoas e 4ª Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental.

Para a Mostra do 10º Festival do Cinema Brasileiro de Penedo não há nenhuma restrição a quem quiser inscrever os curtas-metragens. Na 4ª Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental, serão aceitos curtas que tratem de questões relacionadas ao meio ambiente natural ou antrópico, ou seja, aquele modificado pela ação humana.

No caso do 7º Festival de Cinema Universitário de Alagoas, os filmes devem ter como diretores ou produtores estudantes matriculados e egressos, docentes e servidores técnico-administrativos de Instituições de Ensino Superior (IES) e Escolas Técnicas de Cinema e Audiovisual.

Os filmes inscritos têm a chance de concorrer a R$ 37 mil em prêmios, caso sejam selecionados para o evento. Durante a competição, as produções serão avaliadas pelos Júris Oficial e Popular – este responsável por conceder a quantia de R$ 3 mil à melhor produção da Mostra Velho Chico e os prêmios de R$ 5 mil aos melhores filmes dos festivais Brasileiro e Universitário.

O Júri Oficial concederá os valores de R$ 6 mil e R$ 8 mil aos vencedores da Mostra Ambiental e do Festival Universitário, respectivamente. Já o melhor filme do Festival Brasileiro receberá o maior prêmio, no valor de R$ 10 mil.

Realização

O evento, que ocorrerá entre 7 e 11 de novembro na cidade de Penedo (AL), é promovido pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) numa parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas (Secult), e pelo Instituto de Estudos Culturais, Políticos e Sociais do Homem Contemporâneo (IECPS), com patrocínio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF).

Para ver o edital com outras informações acesse o site do Circuito.

CapacitaSuas tem aula inaugural com palestra sobre desafios

Programa vai atender mais de dois mil trabalhadores da assistência social

Aula inaugural do CaacitaSuas foi realizada nesta segunda-feira (26)

Letícia Sant’Ana - estagiária de Jornalismo

A Universidade Federal de Alagoas realizou nesta segunda-feira (26), no auditório Nabuco Lopes, a aula inaugural do Programa Nacional de Capacitação do Sistema Único de Assistência Social (CapacitaSuas). Uma apresentação cultural do Coco de Roda Paixão Nordestina abriu o evento. A representante do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), Mônica Alves, ministrou uma palestra que teve como tema A importância, dificuldade de implementação e desafios do Programa CapacitaSuas.

A reitora Valéria Correia esteve presente na cerimônia de abertura frisando a importância do Programa para a efetivação do direito à assistência social. “O Suas é uma rede importante, ainda mais para Alagoas, cujos índices sociais precisam melhorar muito. Com certeza a capacitação dos trabalhadores impactará positivamente para uma possível reversão desses índices em todas as áreas. Estou muito satisfeita, enquanto assistente social, por termos viabilizado na minha gestão essa capacitação”, afirma.

A pró-reitora Joelma Albuquerque, que também compôs a mesa durante a solenidade, contou que a aula inaugural do CapacitaSuas é o pontapé inicial nas lutas que foram travadas para que o Programa viesse para a Ufal. “É a concretização de um trabalho dinâmico da Faculdade de Serviço Social, da Pró-reitoria de Extensão e do Gabinete da Reitoria. Para nós é a materialização de algo muito importante que vai atingir todo o Estado”, reforça.

Serão sete turmas em Maceió, duas em Arapiraca e duas em Delmiro Gouveia, congregando mais de 2,7 mil trabalhadores. “Do ponto de vista da extensão, é fundamental um programa dessa natureza para a gente se articular com a população. A Universidade se enriquece com esse conteúdo real dos trabalhadores que estão lá na ponta”, completa. 

Estiveram presentes na cerimônia o secretário estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, Fernando Pereira, representando o governador do Estado, Renan Filho; o coordenador geral do CapacitaSuas, Rodrigo Araújo; a presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social de Alagoas (Coegemas/AL), Giselda Barbosa; a assistente social Rita Vieira, representando os trabalhadores do Suas; entre outras representações.

Biblioteca Central recebe livros publicados pela Edufal

São cerca de dois mil exemplares de quase 200 títulos de vários autores que vão reforçar o acervo do Sistema de Bibliotecas

Caixas de livros doados para a Biblioteca da Ufal

Márcia Alencar – Jornalista

O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Alagoas(Sibi/Ufal) recebeu esta semana cerca de dois mil exemplares de quase 200 títulos publicados pela Editora Universitária (Edufal) nos últimos quatro anos. A iniciativa atende ao termo de doação de livros, que tem o objetivo de criação, formação, fortalecimento e ampliação de eventos e bibliotecas.

Segundo a diretora da BC , Cristiane Cirino, essa doação significa não só o acréscimo quantitativo do acervo da biblioteca, mas principalmente o qualitativo, devido ao alto nível da produção acadêmica. “É muito importante o acesso à informação dessas obras de autores alagoanos e também sobre Alagoas, no reforço e disseminação da produção científica da Ufal”, reforçou.

Com essa ação, a Edufal garante a socialização e acesso para toda a comunidade acadêmica dos livros publicados nos últimos anos. “Agora esse serviço será regularizado e as obras serão depositadas imediatamente após seu lançamento”, reforça o diretor Osvaldo Maciel. A maior parte dos títulos doados neste momento foi publicada nas bienais internacionais do Livro de Alagoas, de 2013 e 2015.

Para Mariana Santana e Diva Lessa, responsáveis pelo estoque na Editora Universitária, esse trabalho sempre foi feito pensando na ampliação do acesso à informação de toda a comunidade acadêmica e da sociedade, que também frequenta as bibliotecas da Universidade. A Biblioteca Central está localizada no Campus A. C. Simões e funciona de segunda a sexta, das 7h às 21h40 e aos sábados das 8h às 14h. As setoriais funcionam nas sedes dos campi Arapiraca e do Sertão, e nas unidades de Palmeira dos Índios, Penedo, Viçosa e Santana do Ipanema.

Projeto de extensão da Ufal promove sarau literário no Sertão

Atividade comemora 5ª edição do projeto Relações Étnico-raciais na Educação Básica

Arte de divulgação

Simoneide Araujo – jornalista colaboradora

Em comemoração à 5ª edição do projeto de extensão Relações Étnico-raciais na Educação Básica, contemplado pelo edital do Programa de Iniciação Artística (Proinart), será realizado o 1º Sarau Literário Cultural da Marcação, no dia 15 de julho, às 16h. Com essa atividade, a Universidade Federal de Alagoas envolve a comunidade do povoado Marcação, em Pariconha-AL, distante 24 quilômetros da sede do Campus do Sertão, em Delmiro Gouveia.

Segundo a coordenadora Mônica Regina dos Santos, a ação é resultado de um processo iniciado em 2010, a partir da primeira oferta desse projeto de extensão. “De lá para cá já está em sua 5ª edição. Começou no final de 2010, com o edital Òde Ayé, mas já foi desenvolvido por outros editais, a exemplo da bolsa BDI [Bolsa de Desenvolvimento Institucional], dos editais Proext, do MEC – por meio do Programa Pró-identidade, e o edital Pró-extensão, financiado com recursos próprios da Ufal”, relembrou.

A programação do evento vai acontecer em frente à Escola Municipal de Educação Básica Cônego Nicodemos. Estão previstas declamação de cordel, exposição de gibis, apresentação cultural de Pariconha e apresentação do grupo da Ufal, Abi Axé Egbê. “Uma parte de nossas atividades nessa quinta edição foi desenvolvida na Escola Cônego Nicodemos, no povoado quilombola de Marcação, em parceria com a Semed [Secretaria Municipal de Educação de Pariconha], representada pela secretária de Educação, Diolange dos Santos Ramalho”, declarou Mônica Regina.

Além do sarau, também está sendo produzindo um vídeo-documentário, resultado de entrevistas com as pessoas que já passaram pelo projeto, tanto nas funções de bolsistas e colaboradores – professores, alunos e da comunidade externa. “É importante salientar a colaboração valiosa da escola, por meio do diretor-geral Gilvan Viana da Silva, da coordenadora Luzani Carvalho e dos professores, funcionários e alunos. O engajamento na primeira parte do projeto assegurou o prosseguimento das demais etapas”, disse Mônica.

De acordo com a coordenadora, foram realizadas cinco grandes ações: coleta de narrações sobre racismo, preconceito e discriminação na educação; elaboração de gibi e cordel a partir destas narrações; ilustrações dos textos elaborados; entrevistas para a produção de um documentário e elaboração de artigos sobre a temática do projeto. “O resultado de todo esse trabalho ocorrerá com o 1º Sarau Literário Cultural da Marcação, que tem apoio da Prefeitura do Município de Pariconha”, revelou.

O projeto

O projeto Relações Étnico-raciais na Educação Básica é desenvolvido pelo Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Diversidade e Educação no Sertão Alagoano, vinculado ao Campus do Sertão. Tem a coordenação da professora Mônica Regina e participação dos bolsistas Cleciane Silva de Sá, Elziane Ramalho e Silmara de Farias. Ainda conta com os colaboradores Ataniel Santos, Emília Oliveira e Joice Bispo.

“Nós discutimos as relações étnico-raciais marcadas pelo racismo, sobretudo no âmbito educacional, e a prática do preconceito e discriminação como formas de suavização de práticas racistas. Nessa etapa, a discussão se dá a partir da percepção dos alunos do ensino fundamental. O principal objetivo é o combate ao racismo, promover a afirmação da identidade, a valorização da cultura negra e da comunidade quilombola”, destacou Mônica.

Projeto pesquisa fotografias de Théo Brandão

Folguedos populares foram o principal objeto de investigação do folclorista

Pesquisadora trabalha no acervo fotográfico do MTB

Jacqueline Batista – jornalista colaboradora

O acervo fotográfico do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (MTB) está sendo objeto de uma pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal). Com duração de um ano, o projeto Memória e fotografia no folclore alagoano: da preservação ao compartilhamento das imagens tem o objetivo de preservar, pesquisar e disponibilizar uma parcela do material fotográfico do Museu, por meio do acesso virtual do acervo da produção etnográfica de Théo Brandão.

O projeto visa, entre outras finalidades, digitalizar cinco subséries fotográficas do acervo, investigar a trajetória das fotografias no contexto do material do MTB, realizar pesquisas e produzir verbetes sobre fotógrafos, grupos folclóricos, folguedos e personagens relacionados às fotografias do acervo.

De acordo com a coordenadora do projeto e professora do Instituto de Ciências Sociais, da Ufal, Fernanda Rechenberg, o projeto também é uma oportunidade de investir na abordagem antropológica, na pesquisa em fotografia, acervo, museus e estudos de folclore, além de refletir sobre as transformações dos fenômenos pesquisados por Théo Brandão.

A professora ressalta que esse projeto representa a continuidade de um conjunto de ações que vem sendo realizadas na instituição em prol do reconhecimento do Museu, enquanto um centro de referência para as pesquisas dos mais variados campos disciplinares em torno da cultura popular e das expressões folclóricas do estado de Alagoas.

Acervo fotográfico do MTB

Desde 2011, Fernanda atua em projetos que visam a recuperação e pesquisa do acervo fotográfico do Museu Théo Brandão, sendo proponente das ações anteriores de organização e higienização do referido acervo. Nessa época, com a coordenação de outros professores, os acervos sonoro/visual e documental também começaram a ser objeto de pesquisa e recuperação.    

Durante o projeto anterior, o material fotográfico foi higienizado, numerado e acondicionado. “O acervo foi objeto de vários projetos de pesquisa e extensão voltados para a organização. O atual projeto está voltado à constituição de um recorte que oportuniza a pesquisa nesse acervo e a produção de conhecimento a partir desse material. A digitalização é uma etapa importante nesse processo”, explicou Fernanda.

No decorrer da sua trajetória de pesquisador, Théo Brandão fotografava e gravava entrevistas em áudio para registrar os dados das pesquisas com mestres e grupos de cultura popular. “Essa produção etnográfica de Théo Brandão constitui referência para a memória da pesquisa nos campos da Antropologia e do folclore no estado de Alagoas”, disse a pesquisadora.

Fotografia dos folguedos  

O acervo fotográfico consiste em aproximadamente 3,7 mil fotografias em papel fotográfico e 800 fotografias em negativos e diapositivos.  O projeto atual terá o enfoque nas fotografias relativas às pesquisas de Théo Brandão.

Nessas pesquisas, os folguedos populares foram o principal objeto de investigação do folclorista. “A escolha dessa abordagem se deu porque é um recorte do acervo mais inédito em termos de folclore, de grupos de folguedos populares. O foco do projeto é ir em busca desses grupos e retornar as fotografias para eles ou familiares, pessoas que provavelmente tiveram pouco acesso à fotografia ao longo da vida. O acervo tem uma importância na memória do Estado, da cultura popular, mas as fotografias têm uma importância na memória da vida dessas pessoas”, comentou Fernanda.  

A pesquisa conta com a consultoria da equipe do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF), da Fundação Nacional de Arte (Funarte), por meio de um convênio realizado entre o Museu Théo Brandão e o CCPF. 

De acordo com o projeto, a abrangência desse trabalho inclui a proteção à integridade física e a promoção da acessibilidade do material fotográfico. “É um passo na construção da acessibilidade a uma rara documentação das práticas relativas às tradições populares em Alagoas, que é significativa para a memória dessas tradições, para a biografia dos seus protagonistas e também para a memória do folclore brasileiro”, ressaltou Fernanda. 

Lanchonete em Maceió será palco do evento Quibreakout

A promoção é do Instituto de Química e Biotecnologia da Ufal e tem apoio da Usina Ciência

Divulgação

Simoneide Araujo – jornalista colaboradora

O ambiente informal e descontraído de uma lanchonete é perfeito para encontros e boas conversas, não é verdade? Por isso, a Yolo Food & Arts, em Maceió, foi o local escolhido para realização do Quibreakout, no próximo dia 18 de julho, a partir das 18h. No cardápio, além de comida e música, não faltará bate-papo entre cientistas, professores e alunos que vão discutir suas realidades acadêmicas e profissionais.

O Quibreakout é organizado pela equipe do projeto Quiciência, do Instituto de Química e Biotecnologia (IQB) da Universidade Federal de Alagoas, com apoio da Usina Ciência. Haverá uma mesa-redonda com o tema O que nos torna bons professores?, com a participação dos professores convidados Laura Souza, do IQB; Marcio Yabe, do Instituto Federal de Alagoas, em Viçosa, especialista em marketing e educação profissional; e Ivanderson Pereira, do Campus da Ufal em Arapiraca, que desenvolve estudos voltados à área de ensino cibernético.

Para participar, basta fazer a inscrição na sala do Quiciência, que fica no térreo do IQB, no Campus A.C. Simões. O valor é R$ 25 e dá direito a certificado de quatro horas, um combo [sanduiche, fritas e refrigerante] e karaokê.

Para a coordenadora do evento, Monique Angelo, será um momento de fortalecer a comunicação mais informal, descontraída e humana entre os participantes do Quibreakout. “Restaurantes, cafeterias e bares também são lugares perfeitos para festejarmos juntos a vida universitária, rompendo fronteiras”, disse.

A proposta do evento é promover a interação entre alunos e professores da Ufal, experimentando um ambiente diferente da sala de aula. “Nosso objetivo é proporcionar aos alunos e professores da Universidade, em particular aos licenciandos das áreas de ciências naturais, uma oportunidade de discutir temas científicos e/ou relacionados à formação docente, com especialistas, mestres e doutores em um ambiente descontraído”, destacou a professora.

SERVIÇO

O quê: Quibreakout

Quando: 18 de julho, a partir das 18h

Onde: na Yolo Food & Arts, localizada no bairro do Farol, próximo ao Cepa, na rua da loja O Mascate

Inscrições: R$ 25 e podem ser feitas na sala do grupo Quiciência, no IQB/Ufal



Conselho Consultivo do HU acompanha apresentação de um ano de gestão

A ex-superintendente Fátima Siliansky apresentou as ações desenvolvidas durante sua administração

Conselho Consultivo acompanhou apresentação

Lenilda Luna - jornalista

Na tarde desta terça-feira (27), os integrantes do Conselho Consultivo do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes acompanharam a apresentação do relatório de um ano de gestão. A ex-superintendente, Fátima Siliansky, apresentou as ações realizadas entre maio de 2016 a maio de 2017, numa sessão aberta com a participação da reitora Valéria Correia, de integrantes da equipe de gestão do HU, da nova superintendente, Maria Regina Santos e dos representantes dos funcionários do hospital, estudantes, usuários e professores.

No início da atividade, a reitora Valéria Correia destacou a importância do Conselho Consultivo, que foi criado durante a superintendência de Fátima Siliansky. A primeira reunião foi realizada em setembro de 2016 e esta segunda aconteceu com o objetivo específico de apresentar e debater o relatório. "Enfatizamos sempre o caráter público e socialmente referenciado deste hospital que presta um serviço essencial à população alagoana e à comunidade universitária. É fundamental que os usuários conheçam a gestão, saibam quais os recursos recebidos e de que forma são destinados e tenham um mecanismo de participação nas decisões", declarou a reitora.

Fátima Siliansky iniciou a apresentação ressaltando a importância de manter e consolidar o Conselho Consultivo e a prática de prestar contas publicamente das ações da gestão. "Isso faz parte do princípio de transparência e de participação na gestão pública, mas que não é comum em muitos órgãos da administração federal. O relatório que apresentamos foi elaborado de forma coletiva, tem mais de trezentas páginas e está disponível a quem quiser consultá-lo", destacou a ex-superintendente do HU.

Na apresentação foram resumidas as reuniões setoriais, os debates com as representações setoriais e algumas medidas emergenciais tomadas nos primeiros dias de gestão. "Uma das ações, por exemplo, foi organizar a sala da ouvidoria, que tinha uma parede envidraçada, com um vigilante na porta. Ou seja, era uma intimidação para quem desejasse fazer uma denúncia. Nós garantimos a confidencialidade do atendimento, fornecendo uma sala isolada, onde o denunciante tem a tranquilidade de não estar sendo visto, nem ouvido", narrou Siliansky.

Outras ações destacadas por ela foram relacionadas ao gerenciamento dos riscos encontrados no início da gestão. "Quando assumimos havia risco de descredenciamento de programas, multas, existiam ações civis públicas contra o hospital e ainda o risco de perda de recursos da contratualização. Fizemos um diagnóstico para encaminhar a resolução de problemas como falta de pessoal e não aquisição de equipamentos importantes para habilitação diante do Ministério da Saúde", informou Fátima.

O relatório apresentou as ações como reformas de espaços físicos, implementação de rotinas e protocolos, criação e reativação de comissões obrigatórias. "Se não enfrentássemos esses problemas, a população poderia perder a assistência de programas que só são disponibilizados nesse hospital, como a cirurgia bariátrica", ressaltou a ex-superintendente, destacando a importância da continuidade do trabalho, sob a liderança da nova superintendente, Maria Regina Santos.

Trabalho contínuo pelos usuários

Durante a sessão na tarde desta terça-feira, Valéria Correia relatou os acontecimentos recentes que culminaram com a exoneração da professora Fátima Siliansky pela direção nacional da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). "Foi uma semana tensa em que tivemos de reafirmar os princípios da autonomia universitária que já foram limitados no contrato com a Ebserh, já que a prerrogativa da reitora é apenas de indicação da superintendência, mas sem o poder de nomear e exonerar. Ainda assim, durante as negociações, tivemos que defender a indicação do nome da professora Maria Regina Santos na perspectiva de superar o impasse e dar continuidade ao importante trabalho que estamos realizando para que esse hospital possa ampliar e qualificar o atendimento à população alagoana", esclareceu a reitora.

Sobre a nova superintendente e a equipe formada por Huayna Valença Padilha, que continua na gerência administrativa, Manuel Álvaro, na gerência de Atenção à Saúde, e a professora Vicentina Wanderley, na gerência de Ensino e Pesquisa, a reitora afirmou a confiança na continuidade do trabalho realizado no Hospital Universitário. "A professora Regina tem nesse contexto um grande desafio, mas ela é uma mulher que teve a vida marcada pelo enfrentamento em defesa da Saúde Pública de qualidade, por isso está à altura da tarefa. Como gerente de Ensino e Pesquisa, ela já desempenhava muito bem suas funções, aproximando as Unidades Acadêmicas do HU", ressaltou Valéria Correia.

A reitora destacou ainda que a disposição da gestão, desde o início, de implementar um tratamento equitativo, isonômico e transparente com os trabalhadores, independente de vínculos empregatícios. "Todos os trabalhadores e trabalhadoras deste hospital, sejam servidores da Ebserh ou do Regime Jurídico Único, são essenciais para oferecer à população um atendimento de qualidade. Nossa responsabilidade é grande num estado em que 90% da população depende do SUS e onde esse é o único hospital público de referência para média e alta complexidades", avaliou a reitora.

Pesquisa da Ufal qualifica o relacionamento no SUS alagoano

Estudo apoiado pela Fapeal analisa as interações entre pacientes e unidades de saúde de Coruripe

Foto Jan Ribeiro Pref.Olinda - Creative Commons

Ascom Fapeal

Um projeto de comunicação da professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Sandra Nunes, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), está analisando a compreensão mútua no contato entre órgãos e pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é aplicar técnicas de relações públicas e estruturar um modelo de gestão que atue para melhorar o relacionamento entre usuários e unidades de atenção básica.

A pesquisadora da Universidade submeteu a proposta intitulada O modelo de gestão estratégia das relações públicas para os processos interacionais de acesso, acolhimento e vínculo na atenção básica à saúde, ao edital Programa de Pesquisa para SUS (PPSUS) e o projeto foi considerado meritório, mesmo concorrendo com áreas da medicina.

Inicialmente, a doutora em ciências da comunicação observou que existia uma grande carência na comunicação pública de saúde.  A pesquisa propôs, então, mensurar se os transtornos de comunicação evidentes poderiam ser evitados se houvesse um esforço conjunto na atenção básica, para fortalecer relacionamentos.

Seria criado a partir daí um diálogo horizontal que, na comunicação, é caracterizado quando uma mensagem é compreendida de forma clara. As unidades de saúde previamente consultadas já assentiam de imediato que havia um problema na atenção básica, ligada a outros setores no sistema de saúde, e que o caminho da comunicação poderia ser uma proposta viável na resolução de problemas.

Verificando o SUS, a docente observou que as falhas de relacionamento e informação já eram bem conhecidas e estavam sendo combatidas por meio de programas distintos, como o Humaniza SUS, pois a interação comunicacional impacta efetivamente na realidade dos pronto-atendimentos.

Esta é uma preocupação nacional. O lançamento de alguns programas direcionados à comunicação já demonstra uma tentativa de aperfeiçoar o relacionamento. Porém, eles atuam sob uma diferente perspectiva, não envolvendo as Relações Públicas. A pesquisa é considerada inovadora neste quesito, aportando valores de linguagem aos vínculos da atenção básica.

De acordo com a pesquisadora, normalmente, são ofertadas programações com atividades e palestras tradicionais que, na maioria das vezes, não possuem eficácia, pois não atingem as expectativas daquele público, ou seja, estes incentivos ao diálogo não são formados no ponto de vista do usuário. A linguagem atualmente utilizada pode provocar um descompasso que, quando somado a outras ações, provocam um distanciamento do paciente com o posto de saúde da família.

“Esta não é apenas uma ação de comunicação para divulgar conteúdos. É uma proposta para deixar mais fortalecido o vínculo, que é tênue, entre uma organização e seus públicos”, explica a professora Sandra Nunes. Ela acrescenta que esta ligação pode ser facilmente abalada, por isso, a relação deve ser constantemente fortalecida.

Análises e pesquisa

Coruripe dispõe de litoral e espaços mais centrais e foi escolhida em função de suas características, como segundo maior município alagoano em área, distribuído geograficamente de forma similar ao estado de Alagoas. Assim, a equipe dividiu a cidade em três zonas, fazendo um apanhado do litoral norte, outro do litoral sul, e um último do centro da cidade. Neste momento está sendo analisado o litoral sul.

A equipe reúne estudantes de iniciação científica, um psicólogo e professores de Relações Públicas da Ufal. O primeiro passo da pesquisa in loco foi o de conhecer a fundo o perfil dos usuários e da rede de saúde pública. Foram preparados roteiros e feitas visitas iniciais; estes primeiros contatos embasaram os questionários que são aplicados hoje.

Os analisados, pacientes e servidores dos centros de saúde, têm respondido bem ao processo. Nas primeiras visitações, ainda permaneciam tímidos, com certo receio, o que diminuiu no decorrer das entrevistas. Estes grupos passaram a compreender os métodos e a se entender neste meio como elementos importantes de uma cadeia. “A tentativa é de camuflar a informação, no entanto, depois, eles passam a se soltar mais falando abertamente. Há um medo de estarmos fiscalizando, mas não é esta a interferência”, alega a especialista.

Com a coleta de dados, serão iniciadas as atividades dirigidas, separando estes setores em um novo planejamento, que vai dirigir um o olhar mais particularizado à comunicação administrativa, que está inserida dentro dos postos de saúde, atentando também à comunicação institucional, que são ações promovidas pelas próprias unidades para aproximar seus usuários.

“As debilidades são identificadas hoje, por conta de carências que há anos são acompanhadas nesta estruturação, de produzir a partir do que a instituição considera importante, e não a partir do que é percebido no ambiente como carência, porque neste caso a comunicação não se torna diálogo”, frisa Sandra Nunes.

O intuito é levar o estudo a outras unidades, mas por enquanto a pesquisa está atualmente associada apenas a Coruripe. No entanto, através do modelo criado com o piloto, será possível saber como conduzir as atividades em outros municípios. 

Hospital Universitário terá expediente nesta quinta (29)

Feriado foi transferido para a sexta-feira, 30 de junho

Ascom Ufal

O Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) terá expediente nesta quinta-feira, 29 de junho. O feriado de Floriano Peixoto será transferido para a sexta (30). A medida vale para os atendimentos administrativos e ambulatorial.